Conselho de Contabilidade ensinará famílias carentes a organizar orçamento

Posted by Clayton Teles das Merces on 25 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

As pessoas que são atendidas pelo programa Família Paranaense, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social, poderão participar de palestras para aprenderem a organizar o orçamento familiar.

As aulas serão oferecidas em parceria com o Conselho de Contabilidade do Paraná e terão o objetivo de conscientizar as famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social sobre a importância de planejar o orçamento, administrar o dinheiro e evitar dívidas.

O termo de cooperação foi assinado nesta terça-feira (22) pela Secretária da Família e o Conselho Regional de Contabilidade.

Inicialmente, as palestras serão realizadas em 30 dos 366 municípios onde o Família Paranaense é desenvolvido. A seleção das cidades será feita pelo Conselho de Contabilidade, de acordo com a disponibilidade de voluntários. O próximo passo será capacitar as pessoas que ministrarão as palestras, que acontecerão nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outros locais sugeridos pelos municípios.

A presidente do Conselho, Lucélia Lecheta, agradeceu a parceria, ao afirmar que as famílias que participarem das palestras receberão dicas que as ajudarão a compreender a importância de planejar e controlar os gastos familiares e pessoais, as causas do descontrole das dívidas e como melhor administrar o dinheiro.

IRPF: Novidades sobre tratamento tributário de honorários

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Hoje, dia 21 de julho, a Receita Federal do Brasil publicou no Diário Oficial da União a Solução de Consulta Cosit nº 155, que trata sobre o Imposto de Renda Pessoa Física estabelecendo normas acerca do tratamento tributário sobre os rendimentos a título de honorários advocatícios em ação cuja sentença originou o recebimento acumulado pelo cliente de benefícios previdenciários de exercícios anteriores.

Diante desta nova norma, o consultor tributário da IOB, do Grupo Sage, Antonio Teixeira, esclarece que o rendimento auferido a título de honorários advocatícios pela atuação em ação será tributável na fonte, no mês do recebimento, com a aplicação da tabela progressiva do mesmo mês, e na declaração de ajuste.

Entretanto, os rendimentos do trabalho e os originários de aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, quando correspondentes a anos-calendários anteriores ao do recebimento, continuam sendo tributados exclusivamente na fonte, no mês do recebimento ou crédito, em separado das demais quantias recebidas no mês”, informa o especialista do Grupo Sage.

O imposto será retido pela pessoa física ou jurídica obrigada ao pagamento ou pela instituição financeira depositária do crédito e calculado sobre o montante dos rendimentos pagos, mediante a utilização de tabela progressiva resultante da multiplicação da quantidade de meses a que se refiram os rendimentos pelos valores constantes da tabela progressiva mensal correspondente ao mês do recebimento ou crédito.

Banco dos Brics tem potencial de virar o jogo, diz economista dos EUA.

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A criação de um banco de desenvolvimento pelos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) “tem o potencial de virar o jogo” no cenário financeiro internacional, disse à BBC Brasil o economista Mark Weisbrot, codiretor do Center for Economic and Policy Research, com sede em Washington.

Com capital inicial de US$ 50 bilhões para financiar obras de infraestrutura em países pobres e emergentes, o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics vem sendo encarado como uma alternativa ao Banco Mundial e ao FMI (Fundo Monetário Internacional).

Para Weisbrot, o novo banco deverá reduzir a influência internacional dos Estados Unidos e da União Europeia.

“Já estava mais do que na hora de o mundo ter um banco como esse”, afirma.

“Setenta anos é muito tempo para ter todas as instituições internacionais com alguma capacidade de decisão em questões econômicas sendo controladas pelos EUA e um punhado de aliados ricos”, diz, referindo-se à Conferência de Bretton Woods, em 1944, que levou à criação do FMI e do Banco Mundial.

“O banco dos Brics tem o potencial de virar o jogo.”

O tratado que formaliza a criação do banco foi assinado nesta terça-feira pelos líderes dos cinco países-membros dos Brics, durante o 6º Fórum dos Brics, em Fortaleza.

Os membros dos Brics, assim como outros países emergentes, reivindicam há anos reformas que lhes garantam mais voz e mais poder de decisão no FMI e no Banco Mundial.

O argumento é o de que a estrutura atual das duas instituições, tradicionalmente dominadas pelos Estados Unidos e por países europeus, é ultrapassada e ainda reflete a ordem mundial do pós-guerra.

Reservas

Batizado de Arranjo Contingente de Reservas, esse fundo poderá ser acionado para socorrer países-membros do grupo que passem por risco de calote.

“Se for bem-sucedido, vai fazer enorme diferença. Talvez até os países europeus busquem ajuda”, afirma.

Segundo Weisbrot, para se ter uma ideia do impacto do novo banco na geopolítica financeira, basta observar o que ocorreu nos últimos 15 anos, quando o FMI perdeu influência em vários países de renda média após a crise financeira asiática.

“Olhe para a América Latina, veja como cresceu mais rápido na última década do que nas duas décadas anteriores. É claro que não foi somente por causa do (menor poder do) FMI, mas em grande parte, sim.”

A expectativa é de que o novo banco comece a operar em 2016. Sua criação precisa ser aprovada pelos Congressos dos cinco países.

A sede será em Xangai, na China. A presidência será rotativa, com o primeiro mandato, de cinco anos, a cargo da Índia.

Temores

O capital inicial de US$ 50 bilhoes será dividido igualmente entre os cinco países.

No caso do fundo de US$ 100 bilhões, a maior parte do montante virá da China (US$ 41 bilhões). Brasil, Rússia e Índia contribuirão cada um com US$ 18 bilhões, e a África do Sul entrará com US$ 5 bilhões.

O anúncio provocou temores de que, do mesmo modo que o Banco Mundial e o FMI são muitas vezes criticados por serem instrumentos da hegemonia americana, o novo banco possa se transformar em ferramenta para servir aos interesses chineses.

Weisbrot, no entanto, diz achar pouco provável que isso ocorra. Ele observa que os chineses “têm uma filosofia diferente” e lembra que não costumam vincular condições em seus empréstimos na África.

“A China não é um país neoliberal, o Estado é dono da maior parte do sistema financeiro e das grandes companhias, e não o contrário, quando as grandes companhias são donas do Estado”, diz o economista americano.

“Isso não quer dizer que não vão defender seus interesses. Mas há uma diferença entre defender seus interesses e remodelar uma sociedade inteira à imagem que você deseja.”
Outra preocupação em relação ao novo banco vem de ONGs, que dizem temer que a instituição financie projetos com impacto social ou ambiental negativo.

“É uma possibilidade”, admite Weisbrot.

“Mas o que o Banco Mundial faz? Houve algumas reformas, é verdade, mas foram pequenas. Eles ainda financiam grandes projetos de combustíveis fósseis e todo tipo de coisa destrutiva ao meio ambiente”, afirma

Profissionais da Contabilidade serão capacitados sobre a Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Os membros da Comissão criada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) para capacitação e acompanhamento dos procedimentos sobre a chamada Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (Lei nº 9.613/1998) se reuniram, em 16 de julho, na sede do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRCSP), para nova reunião do grupo de trabalho.

O encontro teve como objetivo discutir as implicações da Resolução CFC nº 1.445/2013, regulamentada após a publicação da Lei, e estruturar um programa de conscientização e disseminação do conteúdo para os profissionais da contabilidade. A Resolução esclarece e orienta os profissionais e as organizações contábeis quanto à aplicação das novas normas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento.

De acordo com a legislação vigente, as operações suspeitas identificadas por contadores, assessores, auditores ou conselheiros contábeis devem ser informadas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O coordenador da Comissão, o vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do CFC, Luiz Fernando Nóbrega, informa que o objetivo é atuar na orientação e esclarecimentos sobre a Resolução. Para isto, será criado, nos próximos meses, um programa de capacitação e conscientização sobre os riscos e oportunidades da atividade contábil.

“Apesar de já ter sido publicada e estar em vigor, a Resolução CFC nº 1.445/2013 ainda é fonte de muitas dúvidas”, declarou o vice-presidente do CFC. “É importante ressaltar que a norma é um fator de proteção da profissão contábil e que o profissional da contabilidade deve conhecer muito bem seu cliente antes de assumir o compromisso”, disse, na ocasião.

Estavam presentes os integrantes da Comissão: do CFC, o vice-presidente de Desenvolvimento Operacional na gestão 2012-2013, Enory Luiz Spinelli, o conselheiro João Alfredo de Souza Ramos, o coordenador de Execução de Fiscalização, Ética e Disciplina, Ricardo da Silva Carvalho, e o representante Rodrigo Magalhães de Oliveira; do Ibracon, o superintendente Marco Aurélio Fuchida e da Fenacon, o diretor de assuntos jurídicos Ricardo Roberto Monello.

O fim do improviso na gestão familiar

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Em algum momento uma empresa familiar acaba por sofrer um choque tão grande que a obriga a refazer todo o modelo estratégico que adota. Pode ser o falecimento do fundador que cai como bola de ferro a esmagar a condução dos negócios. Ninguém está imune a isso. Seja por ficar atrasado tecnologicamente em relação à concorrência – e assim perder no preço e negociação -, brigas societárias, pressão do mercado, ou a simples gestão familiar que não aceita opiniões contrárias ou a profissionalização do negócio. Lembro que o improviso na gestão é um vírus mortal que se espalha silenciosamente pela empresa, pronto para avariar seu hospedeiro no médio e longo prazo.

ɐ fundamental esclarecer, no entanto, que profissionalizar a gestão por meio de executivos, reestruturar as operações e contratar uma consultoria não significa jamais a perda de poder, mas sim uma atitude corajosa de não aceitar mais o improviso, a forma burocrática e centralizadora de gerir o negócio. Acabe com o senso comum de que um sócio fundador é suficiente para tocar todo o negócio – cliente, vendas, produção, insumos, tecnologia e marketing. E faça uma análise de casos semelhantes ao seu que já fizeram a mudança.

O mercado mudou, e muda tão rapidamente quanto um piscar de olhos, provocando uma nova postura na gestão das empresas. O problema é que as médias empresas familiares, às vezes por conflitos internos, demoram a responder a um novo modelo de negócios e isto custa caro. A perda de mercado é um dos principais sintomas desta dura realidade de competição global.

Alinhe e amadureça as questões societárias para revitalizar a empresa pelos próximos 50 anos, garantindo assim a sustentabilidade de longo prazo. As empresas foram feitas para durar séculos, desde que adotando uma gestão profissional e uma linha sucessória baseada na meritocracia de resultados.

 preciso eliminar a liderança paternalista e implantar um plano de carreira para os familiares, em igual condição com funcionários de carreira ou executivos vindos do mercado. Chega de garotos assumirem os negócios porque são da família. Sem a competição saudável eles podem se tornar teimosos, acomodados, sem interesse por novidades; ou ainda, outros familiares que chegam ao poder querer implantar tantas modificações que podem destruir o bem mais significativo de uma organização: o seu DNA!

Em relação a funcionários de carreira ou executivos, elimine os pessimistas, aqueles que não acreditam no negócio mas estão presentes apenas para ganhar dinheiro ou obter vantagens. Não permita que se infiltrem na alta direção e, ao perceber este perfil, retire-os. Dê todas as chances possíveis para que uma adaptação possa ser feita, mas se não houver resultado, demita os resistentes! Não servem para a empresa. Novos (e velhos) talentos devem encontrar espaço e estímulo para serem capacitados a pensar como líderes e, principalmente, a assumirem suas responsabilidades como profissionais de ponta. Eles sim deverão ser o futuro da empresa.

Há duas décadas a reinvenção de produtos e serviços podia levar três anos que ninguém (nem o mercado) se importava. Atualmente temos que lançar novos projetos a cada seis meses. O mundo da tecnologia provocou isso e contaminou todas as empresas. Criar e vender produtos e ter um marketing inovador é o mínimo. Lembrem-se que a competição é global.

A era do improviso terminou. A reinvenção da gestão percorre uma trilha interminável de descobertas e justamente desta mistura (antigo e o novo) ressurgirá a empresa, com capacidade de competir sob qualquer condição, um organismo empresarial sustentável e imbatível. A única forma de prever o futuro é criá-lo e recriá-lo, sempre. Eis o seu, o meu, o nosso desafio em um mundo tão novo quanto estranho.

Juntas Comerciais já podem adotar o “Via Única”

Posted by Clayton Teles das Merces on 22 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Brasília, 17/07/14 – As Juntas Comercias do País podem adotar o “Via Única”, sistema que tem como objetivo desburocratizar a abertura de empresas. Com isso, o empresário passa a ter a obrigação de entregar apenas uma via do contrato social nas juntas, e a ter acesso online ao documento já autenticado. Na última semana a Junta Comercial do Estado de Goiás se tornou a quarta unidade no Brasil a receber o novo sistema. Outros três estados brasileiros (Minas Gerais, Rio de Janeiro e Alagoas) já adotaram o “Via Única” em suas Juntas.

A mudança faz parte de previsão contida na Instrução Normativa nº 3, de 5 de dezembro de 2013, do Departamento de Registro Empresarial e Integração (Drei), que estabelece a uniformização dos documentos arquivados e institui o sistema de registro em via única.

Segundo o diretor do Departamento de Registro Empresarial e Integração (Drei), Paulo Zumpano, o sistema garante as Juntas Comerciais agilidade no processo, redução na burocracia, além de facilitar o procedimento para o usuário. “Essa é mais uma medida de desburocratização, simplificação e economia para o cidadão. Todos os processos serão digitalizados. Não será mais necessário várias vias do registro mercantil para abrir uma empresa.

O usuário vai levar uma única via e a partir daí, todo o processo poderá ser gerenciado pela internet, Por isso, é importante que as Juntas Comerciais entendam a importância do “Via Única” e adotem o procedimento”, explicou Zumpano.

Com o novo sistema, o procedimento de registro de atos empresariais fica mais ágil e mais seguro. A autenticidade do Documento vai poder ser verificada eletronicamente por meio do número de protocolo e da chave de segurança ao documento, sem necessidade de papelada. Atualmente, o Drei estuda disponibilizar o sistema digital de forma gratuita para todos os estados.

Bovespa fecha em queda em semana esvaziada por Copa e feriado em SP

Posted by Clayton Teles das Merces on 10 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O principal índice da Bovespa encerrou a segunda-feira em queda, com baixo volume de negócios e realizando parte de lucros obtidos na semana passada, em uma semana curta marcada por jogo do Brasil na terça-feira e feriado em São Paulo na quarta-feira.

O Ibovespa .BVSP fechou em queda de 0,47 por cento, a 53.801 pontos, com volume de 3,9 bilhões de reais, após ajustes finais, ante média diária neste ano de cerca de 5,5 bilhões. Na semana passada, o Ibovespa acumulou alta de 1,7 por cento, quando foi influenciado por dados fortes de emprego nos Estados Unidos.

“O que está acontecendo é falta de perspectiva de curto prazo. A liquidez está muito baixa, amanhã tem meio pregão e quarta-feira é feriado, o que não anima muita coisa”, disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da corretora Renascença. “Mercado só melhora atualmente em função de pesquisa eleitoral”, acrescentou.

Nesta segunda-feira, o índice foi pressionado pelas ações de Vale (VALE5.SA: Cotações) e Petrobras (PETR4.SA: Cotações). A estatal divulgou no sábado comunicado afirmando que a possível interrupção de contratos em vigor com a SBM Offshore (SBMO.AS: Cotações) poderia ter impacto de 15 bilhões de dólares no lucro líquido no período de 2014 a 2018.[ID:nL2N0PI06M]

Também pesaram papéis da companhia de bebidas Ambev (ABEV3.SA: Cotações) e do Bradesco (BBDC4.SA: Cotações).

A piora nas projeções da pesquisa Focus do Banco Central para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano, não chegou a fazer muita diferença no mercado.

Investidores estão sob expectativa da divulgação da ata do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto dos Estados Unidos) na próxima quarta-feira e do início da temporada de resultados trimestrais de empresas a partir da próxima semana.

“É difícil o mercado ditar agora alguma tendência ou assumir riscos excessivos. O mercado vai continuar monitorando indicadores lá fora, ficar no aguardo da temporada de balanços e ata do Fomc”, disse Ricardo Zeno, sócio diretor da corretora AZ Investimentos.

“Mercado continua lateralizado e com volume abaixo da média. Depois do final da Copa, pode ser que o mercado aqueça um pouco mais”, acrescentou Zeno.

Na terça-feira, a Bovespa vai fechar às 14h30, só voltando a reabrir na quinta-feira, após o feriado de 9 de julho, na quarta-feira, em São Paulo. (Agência Reuters)

Receita Federal altera norma e aprova programa gerador da DCTF

Posted by Clayton Teles das Merces on 10 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Instrução Normativa RFB nº 1.478, de 7 de julho de 2014

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) , e aprova o Programa Gerador e as instruções para preenchimento da DCTF na versão “DCTF Mensal 1.8”, e dá outras providências.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 5º do Decreto-Lei nº 2.124, de 13 de junho de 1984, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, no art. 18 da Medida Provisória nº 2.189-49, de 23 de agosto de 2001, no art. 90 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, no art. 7º da Lei nº 10.426, de 24 de abril de 2002, no art. 18 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, nos arts. 23, 24, 25 e 26 da Lei nº 12.350, de 20 de dezembro de 2010, no art. 1º da Lei nº 12.402, de 2 de maio de 2011, no art. 13 da Lei nº 12.844, de 19 de julho de 2013, e no arts. 1º, 2º, 4º a 70 e 76 a 92 da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, resolve:

Art. 1º Os arts. 2º e 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 2º Deverão apresentar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Mensal (DCTF Mensal):
…………………………………………………………………………….” (NR)

“Art. 3º ………………………………………………………………………..

I – as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) , instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, relativamente aos períodos abrangidos por esse Regime, mesmo que estejam sujeitas ao pagamento da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) nos termos dos arts. 7º e 8º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011;

………………………………………………………………………………………

III – os órgãos públicos da administração direta da União; e

………………………………………………………………………………………

VI – as pessoas jurídicas e os consórcios de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 2º, desde que não tenham débitos a declarar, a partir do 2º (segundo) mês em que permanecerem nessa situação.……………………………………………………………………………………..

§ 2º ……………………………………………………………………………..

I – excluídas do Simples Nacional, quanto às DCTF relativas a fatos geradores ocorridos a partir da data em que a exclusão produzir efeitos;

………………………………………………………………………………………

IV – de que tratam os incisos I e II do caput do art. 2º que não tenham débitos a declarar:

a) em relação ao mês de ocorrência do evento, nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial;

b) em relação ao último mês de cada trimestre do ano-calendário, quando no trimestre anterior tenha sido informado que o débito de Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) ou de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) foi dividido em quotas;

c) em relação ao mês de janeiro de cada ano-calendário, ou em relação ao mês de início de atividades, para comunicar, se for o caso, a opção pelo regime de competência segundo o qual as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, serão consideradas para efeito de determinação da base de cálculo do IRPJ, da CSLL, da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) , bem como da determinação do lucro da exploração, conforme disposto nos arts. 3º e 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.079, de 3 de novembro de 2010;

d) em relação ao mês subsequente ao da publicação da Portaria Ministerial que comunicar a oscilação de taxa de câmbio, na hipótese de alteração da opção pelo regime de competência para o regime de caixa, prevista no art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.079, de 2010;

e) em relação ao mês de maio de 2014, para comunicar, se for o caso, a opção pelas regras previstas nos arts. 1º, 2º e 4º a 70 ou pelas regras previstas nos arts. 76 a 92 da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014.

……………………………………………………………………………………..

§ 4º As pessoas jurídicas que passarem à condição de inativa no curso do ano-calendário somente estarão dispensadas da apresentação da DCTF a partir do 2º (segundo) mês em que permanecerem nessa situação.

………………………………………………………………………………………

§ 9º Na hipótese prevista no inciso VI do caput, as pessoas jurídicas e os consórcios voltarão à condição de obrigados à entrega da DCTF a partir do mês em que tiverem débitos a declarar.” (NR)

Art. 2º O prazo para a apresentação da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) relativa ao mês de maio de 2014, previsto no art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 2010, fica, excepcionalmente, prorrogado para até 8 de agosto de 2014.

Art. 3º As pessoas jurídicas e os consórcios de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 2010, que não tenham débitos a declarar a partir dos meses de janeiro, fevereiro, março ou abril de 2014, deverão apresentar a DCTF relativa ao 1º (primeiro) mês em que não tiveram débitos a declarar até o dia 31 de julho de 2014.

Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos desde 1º de janeiro de 2014.

Art. 5º Ficam revogados os §§ 1º e 2º do art. 2º, o inciso IV do caput do art. 3º e o art. 10-A da Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 24 de dezembro de 2010.

Inflação dos últimos 20 anos é menor que a dos seis meses antes do real

Posted by Clayton Teles das Merces on 9 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A inflação acumulada ao longo dos 20 anos em que o real está em circulação é menor do que a dos seis meses que antecederam a criação da moeda.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, o indicador oficial de inflação) registrou uma alta de 362% de julho de 1994, quando o real começou a circular, a junho de 2014.

De janeiro a junho de 1994, o aumento havia sido de 757%.

O gráfico abaixo nos ajuda a enxergar a diferença gritante entre a época da hiperinflação e a atual.

inflacao plano real

Vemos no gráfico três momentos em que a inflação teve uma queda expressiva. O primeiro foi em 1986, época do Plano Cruzado. Pouco depois, no entanto, a inflação disparou. A segunda redução ocorreu no início da década de 1990, com o Plano Collor, também seguida por novo surto de hiperinflação. O terceiro momento de queda foi em meados daquela mesma década, com o Plano Real.

O papel do RH para a retenção de talentos

Posted by Clayton Teles das Merces on 7 julho 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A constante revolução comportamental, aliada às relações cada vez mais complexas travadas no mundo corporativo, vem impactando em cheio no papel das áreas de Recursos Humanos das empresas. Com a exigência de um perfil consultivo e focado em resultados, o profissional de RH ganha a cada dia mais importância e força nas estratégias de negócios das organizações.

As atividades da área também vêm ganhando novos contornos. Ao lado dos tradicionais proces­sos de recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento e gestão do clima organiza­cional, a preocupação com a estruturação de políticas de remuneração e benefícios modernas e revolucionárias vem se fazendo cada vez mais presente e necessária, principalmente devido ao apagão de talentos que atinge diversos ramos de atividade.

Em um Brasil cada vez mais competitivo, onde estamos praticamente em pleno emprego, oferecer benefícios inovadores, que vão ao encontro com as necessidades dos colaboradores, se torna um diferencial competitivo para atrair e reter novos talentos.

Devido ao desequilíbrio entre demanda e oferta, os profissionais altamente capacitados estão cada vez mais raros e, por esta razão, mais seletivos.

Apenas uma remuneração competitiva não basta para embasar uma decisão de aceitar ou permanecer em determinada posição. Muitos estão optando pelo pacote plano de carreira e qualidade de vida.

E as empresas já estão sensíveis a essas novas exigências. Nas últimas décadas muito se discutiu se a máquina seria capaz de substituir o ser humano. Mesmo com todo o desenvolvimento provocado pelas grandes inovações tecnológicas, a pessoa ainda é o maior ativo de uma companhia. É a equipe que dá cor e alma às empresas de sucesso genuíno. E não existe melhor ferramenta para se manter uma equipe coesa e motivada do que mostrar que o mundo corporativo pode ser saudável para corpo e para a mente e, não somente, para o bolso.

As empresas precisam se mover para buscar benefícios voltados ao incentivo a pratica do esporte, atividade física e estruturar programas que melhorem a qualidade de vida dos seus colaboradores. Alinhado a esta necessidade, novas modalidades de benefícios estão disponíveis para gestores de Recursos Humanos que não querem ficar só no óbvio quando estão definindo seus programas de benefícios. Por exemplo, planos de academia estão sendo bastante procurados. A maioria desses planos funcionam de maneira coparticipativa, ou seja, colaborador e companhia realizam pequenas contribuições mensais.

A implantação deste tipo de benefício gera alto impacto no clima organizacional ao demonstrar a preocupação em valorizar o colaborador como ser humano e, não apenas, como um número no quadro funcional. Além disso, estimular a atividade física ajuda a reduzir o absenteísmo e aumenta a produtividade.

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