Mudanças no SPED acarretarão maiores custos na empresa

Posted by Clayton Teles das Merces on 5 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A introdução da Escrituração Contábil Fiscal (ECF), regulamentada pela Instrução Normativa (IN) 1.422/2013 em substituição à DIPJ (Declaração de Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica), resultará em maiores custos para as pequenas e médias empresas a partir do próximo ano. O novo sistema não só complicará a vida dos profissionais das áreas contábil e tributária, como também impactará grande parte do mundo corporativo.

“Na ECF, o contribuinte passará a entregar ainda mais informações que a atual DIPJ, ou seja, mais desafio e trabalho para os profissionais que atuam na área”, explica Hugo Amano, sócio da consultoria tributária da BDO, uma das Big 5 do setor de auditoria. “Essa nova declaração é muito amarrada, sendo necessário mais trabalho para gerá-la. As PMEs sofrerão por terem uma estrutura menor para trabalhar com tanta informação. Sem contar que as penalidades também serão maiores, podendo chegar a até R$ 5 milhões para casos de atrasos”, completa.

As novas obrigações trouxeram importantes alterações na legislação tributária e entrarão em vigor pouco tempo após as normas contábeis, que a partir de 2007, passaram a adotar normas internacionais. Há muitos anos, a DIPJ era entregue em formulário, depois em disquete e, até este ano, via programa disponibilizado pelo Fisco. Em julho de 2015, as empresas deverão entregar a ECF relativa ao ano-calendário de 2014, que serão gerados pelo próprio contribuinte seguindo os layouts determinados, como os demais arquivos do ambiente SPED.

Entre as informações adicionais requeridas, destaca-se o Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) e o Livro de Apuração da Contribuição Social (LACS), que farão parte do bloco M do novo arquivo. A ECF está dividida em 14 blocos, que estão bem detalhados em um manual de orientação com 497 páginas. O LALUR/LACS é o livro no qual os contribuintes mantêm o controle das bases de cálculos correntes do IRPJ e da CSLL, bem como o controle das diferenças temporárias e prejuízos fiscais que afetam as bases de cálculo futura.

“A boa notícia é que, com a introdução da ECF, não há mais necessidade de manter o LALUR/LACS impresso. Mas, cada vez mais o Fisco terá acesso ao controle das informações dos contribuintes”, explicou o executivo. A experiência mostra que algumas empresas nunca escrituraram o LALUR e outras trocaram profissionais e, com eles, perderam também o histórico das apurações.

A ECF será entregue em julho de 2015, mas as corporações devem se preparar desde já e verificar, por exemplo, se seu LALUR retrata fielmente 100% das suas operações. “Ainda estamos em tempo para preparar para a ECF, mas caso as empresas insistam em seguir com a péssima cultura de deixar tudo para a última hora, o tempo pode não ser suficiente”, alerta Amano.

Segurado do INSS tem até 31 de dezembro para renovar senha

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSSx) fez um alerta nesta segunda-feira (3) de que os segurados que ainda não fizeram a renovação de sua senha/fé de vida têm até 31 de dezembro deste ano para realizar o procedimento.

A substituição da senha é obrigatória para todos os beneficiários do INSS que recebem seus pagamentos por meio de conta corrente, conta poupança ou cartão magnético. O segurado que não renovar a senha no tempo previsto poderá ter seu benefício suspenso.

“A renovação da senha deve ser feita no banco onde o segurado recebe o benefício. Dos 31,1 milhões de beneficiários do INSS, mais de 29 milhões já estão em dia com o INSS. Ainda não compareceram nas instituições financeiras 1,4 milhão de beneficiários”, informou o governo.

O INSS lembra que não é necessário procurar uma agência da Previdência Social. “A renovação é realizada diretamente no banco onde o segurado recebe o benefício, mediante a apresentação de um documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação entre outros)”, acrescentou o Ministério da Previdência.

Algumas instituições financeiras que possuem sistemas de biometria estão utilizando essa tecnologia para realizar a comprovação de vida e renovação de senha nos terminais de autoatendimento, informou o governo.

Os beneficiários que não puderem comparecer nas agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção, ainda de acordo com o Ministério da Previdência, podem realizar a renovação de senha por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS.

Os segurados que residem no exterior também podem renovar a senha por meio de um procurador cadastrado no INSS ou por meio de documento de prova de vida emitido por consulado, acrescentou o governo.

Os bancos estão comunicando os beneficiários sobre a renovação da senha por meio de mensagens informativas, disponibilizadas nos seus caixas eletrônicos e sites na internet.

A humildade faz o líder excepcional, diz guru de gestão

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A principal característica que diferencia um líder excepcional de um bom líder é a humildade. É isso que acredita Jim Collins, autor dos best sellers “Empresas feitas para durar” e “Empresas feitas para vencer”.

Em videoconferência com executivos durante a HSM Expomanagement, nesta terça-feira, o guru de gestão disse que não é o carisma nem a personalidade que tornam um comandante excelente. “É a humildade combinada com a paixão por uma causa, que faz com que essa causa se torne maior do que ele mesmo”, disse.

“Um bom líder faz com que pessoas o sigam. O excepcional faz com que elas sigam uma causa”, completou.

De acordo com ele, somente ao conseguir convencer os liderados a querer fazer o que deve ser feito, e não os obrigando a isso, é que uma liderança é efetiva.

De certa forma, é também com base na humildade que grandes dirigentes conseguem fazer suas empresas durarem, segundo Collins.

Para o pensador, somente questionando o tempo todo se suas companhias realmente são tão boas quanto parecem, sem arrogância, é que eles estarão preparados para enfrentar grandes problemas no futuro. É a chamada “produtividade paranoica”. “É no momento em que achamos que somos ótimos que a mediocridade surge”, disse.

Além de duvidar do que já foi conquistado, outro hábito dos melhores líderes, segundo Collins, é colocar diante de si mesmos desafios tão grandiosos que dependem de muitas melhorias para serem alcançados. Na opinião de Collins, inclusive, esse é o segredo do sucesso de Jorge Paulo Lemann, o empresário mais rico do Brasil.

“Talvez esses objetivos nem sejam alcançados, mas outros serão. E quando a conquista estiver próxima, é preciso traçar novos ainda maiores. Independentemente do quanto já foi feito, só seremos bons se conseguirmos buscar coisas à frente”, afirmou.

Inovação

Para Jim Collins, um líder excepcional precisa também ter uma “disciplina fanática”, que significa “agir com urgência hoje e todos os dias”.

Mas ser disciplinado não basta, também é necessário criar. E segundo o guru, os grandes pioneiros da inovação não são aqueles que inovam demais, mas sim os que fazem isso da melhor maneira. Curiosamente, na visão dele, isso implica copiar o que outros já inventaram.

“Trata-se de ter capacidade para usar uma inovação já comprovada empiricamente em uma escala ampla”, disse.

Empresas duradouras

Segundo Collins, o que transforma uma companhia ótima em duradoura é a capacidade do líder de transferir conhecimentos e responsabilidades a outras pessoas. “Se sua empresa não pode ser grande sem você, ela ainda não é grande”.

Receita lança ‘rascunho’ para declaração de 2015

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A Receita Federal lançou ontem um programa que permitirá ao contribuinte preencher, ao longo do ano, a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física do ano seguinte. O aplicativo, chamado “Rascunho IRPF”, servirá para adiantar o preenchimento de diversos dados da declaração anual, como informações de venda de carros, valores de consultas médicas, rendimentos de trabalhador liberal.

O aplicativo, que pode ser usado em computadores, tablets e smartphones, está disponível para download a partir de hoje. Será necessário cadastrar uma senha para usar o programa e, a partir disso, acessar o rascunho por meio desses diferentes dispositivos. “Agora, o contribuinte pode organizar dados de pagamentos e rendimentos ao longo do ano e, quando for preencher a declaração, importar o rascunho da declaração e fazer a finalização para transmitir a declaração”, explicou o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso.

Embora o preenchimento seja on-line, e em uma plataforma do governo, a Receita Federal garante que as informações do “Rascunho IRPF” não serão usadas pelo governo. “Os dados do contribuinte que serão usados pela Receita são os da declaração final”, disse Occaso. “Queremos facilitar para que os dados estejam no formato para serem recuperados na forma da declaração que será enviada no ano seguinte”.

O programa ficará disponível até 28 de fevereiro de 2015 e, a partir de 1º de março do próximo ano, o contribuinte encontrará a opção de importar o rascunho para a versão final da declaração do Imposto de Renda. Podem ser registrados dados sobre os chamados fatos ocorridos de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2014. Segundo o governo, os campos de preenchimento no rascunho são idênticos aos exigidos no formulário final da declaração. Por meio do mesmo aplicativo, será possível acompanhar processamento da declaração e fazer a declaração.

A Receita não tem estimativa sobre quantos contribuintes devem utilizar o aplicativo, mas acredita que o programa acelerará o processo de preenchimento. A opção está disponível para todos os contribuintes que declaram Imposto de Renda.

Como evitar que a sucessão seja o fim de uma empresa familiar

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A discussão do tema sucessão familiar foi, por muitos anos, considerada um assunto intocável em empresas, de pequenas e médias a grandes corporações multinacionais. Gestores do passado e sem visão estratégica enxergavam o tema como uma intromissão indevida dos herdeiros. Com a evolução das empresas familiares, as precauções nessa área ganharam seriedade e profissionalismo. Afinal, furtar-se a planejar a sucessão pode significar o fim da companhia e da renda de todo um corpo social que desaparece.

No entanto, ainda hoje diversas empresas enfrentam problemas judiciais ou chegam à dissolução em virtude de disputas societárias originadas por desentendimentos familiares. Esse fato é muito comum em relação a ex-cônjuges e herdeiros, ou mesmo quando o familiar que dirige o negócio deixa o cargo – seja por aposentadoria ou falecimento repentino.

Problemas com sucessão são frequentes. Os motivos são a falta ou a má assessoria empresarial e jurídica recebida durante o nascimento e desenvolvimento da corporação, a carência de conhecimento sobre questões societárias ou simplesmente a inexperiência administrativa.

Situações como essas não podem existir em companhias que pretendam se solidificar no mercado por mais de uma geração e devem ser evitadas já na fundação. Quando o tema é tratado apenas no momento da consumação da sucessão, o resultado acaba sendo desastroso. A experiência mostra que, na maioria dos casos, já se cria um clima de embate antes do seu início.

Existem bons mecanismos para evitar esses problemas e ainda proteger, preservar e fortalecer o patrimônio da empresa. Um deles passa por uma reestruturação societária e por um planejamento sucessório. Conhecimento sobre tributação de heranças, doações e Imposto de Renda incidente sobre os patrimônios também são muito importantes.

No momento da criação da empresa deve-se ficar atento à definição de seu Contrato Social. Neste documento devem ser nomeados os herdeiros, diretores, administradores com capacidade técnica e profissional para exercer cargos de decisão. Isto atenua problemas na hipótese de uma saída repentina do comandante do negócio – seja voluntária ou por força maior. Porém, devem-se respeitar os limites e as vontades dos herdeiros. É preciso verificar se os descendentes do líder da empresa possuem qualificação para assumir funções de comando.

Outra ação vital é profissionalizar a companhia, elegendo técnicos para cargos estratégicos. Adequar um ente ao negócio pode ser interessante. Porém, o inverso pode levar a empresa ao fim de suas atividades. Contar com consultores especializados será de grande valia nesse momento, pois são comuns empresas que passam de geração para geração encerrarem suas atividades ao ter que enfrentar situações para as quais não estão preparadas.

Proteja o patrimônio da família. Para isso, é possível montar uma holding para conduzir os negócios, o que permite estabelecer previamente os direitos e deveres de cada herdeiro para com a empresa, quando da saída dos dirigentes tradicionais. Um dos erros administrativos mais comuns é centralizar o controle e as informações fundamentais para a gestão do negócio. Isto deve ser evitado ao máximo para que, na falta destas pessoas, a gestão de negócios continue caminhando.

É aconselhável que empresas em início de atividade procurem profissionais especializados antes de abrirem suas portas, e solicitem auxílio para se prevenir de problemas futuros. Assim, garantirão uma longa vida de atividades. Companhias já em funcionamento devem procurar os profissionais que já as atendem e solicitar que as mudanças necessárias sejam feitas.

Para quem o Simples é desvantagem

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São 142 categorias de profissionais autônomos incluídas no Simples e somente é vantajoso optar pelo regime se a empresa tiver mais de 8 funcionários.

Segundo Orlando Silveira, vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade (CRC) as categorias são: advocacia; fisioterapia; corretores de seguros; corretores de imóveis; para quem presta serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, transportando professores, alunos e funcionários de fábricas; e transporte urbano.

“Considerando que uma empresa fature R$ 180 mil ao ano, R$ 15 mil mensalmente, a alíquota no lucro presumido é de 5,93% sobre o faturamento e o Imposto Sobre Serviço (ISS) é de 5%. Se somarmos, dá 10,93%. Estando no Simples, a alíquota sobe para 16,93%”, compara.

A economia ocorre sobre a folha de pagamento, que enquanto no lucro presumido se paga 28,8% de INSS, não há essa cobrança no Simples, explica Silveira. “A economia, em certas certas situações, chega a 42%”, diz. (BC)

Novo serviço Parcelamento – Simples Nacional

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Informamos que está disponível o novo serviço “Parcelamento – Simples Nacional”, no portal do Simples Nacional e no portal e-CAC do sítio da RFB.

O aplicativo permite solicitar pedido de parcelamento de débitos do Simples Nacional, em cobrança no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), emitir DAS para pagamento das parcelas, consultar a situação do parcelamento e demais detalhamentos, bem como registrar a desistência do parcelamento.

O acesso ao serviço, no Portal do Simples Nacional ou Portal e-CAC da RFB, é feito com a utilização de certificado digital ou código de acesso gerado nesses portais. O código de acesso gerado pelo Portal do Simples Nacional não é válido para acesso ao e-CAC da RFB, e vice-versa.

Ao solicitar o parcelamento, serão recuperados todos os débitos de Simples Nacional em cobrança na RFB. O saldo devedor será atualizado com os devidos acréscimos legais até a data da consolidação e dividido em até 60 (sessenta) parcelas, observado o valor mínimo de R$ 300,00 (trezentos reais) para cada prestação. Não será permitido ao contribuinte escolher o número de parcelas.

A parcela será devida a partir do mês da opção pelo parcelamento. Para que o parcelamento seja validado, o DAS da primeira parcela deverá ser pago até a data de vencimento constante no respectivo documento. As demais parcelas devem ser pagas, mensalmente, até o último dia útil de cada mês.

Os pedidos de parcelamento realizados até 31/10/2014 serão consolidados nos meses de outubro e novembro. O contribuinte deverá acessar o novo aplicativo para a emissão do DAS. O vencimento da primeira parcela será no mês seguinte ao da consolidação.

CFC divulga valores de anuidades dos Contabilistas para 2015

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Através da Resolução do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) nº 1.467, de 24 de outubro de 2014, foram fixados as regras e valores das anuidades, taxas e multas devidas aos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) para o exercício de 2015.

Os valores das anuidades devidas aos CRCs, com vencimento em 31 de março de 2015, serão:

  • de R$ 472,00 (quatrocentos e setenta e dois reais) para os Contadores e de R$ 424,00 (quatrocentos e vinte e quatro reais) para os Técnicos em Contabilidade;
  • de R$ 235,00 (duzentos e trinta e cinco reais) para empresário individual eempresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI);

  • para as sociedades:

a) de R$ 472,00 (quatrocentos e setenta e dois reais), com 2 (dois) sócios;

b) de R$ 709,00 (setecentos e nove reais), com 3 (três) sócios;

c) de R$ 947,00 (novecentos e quarenta e sete reais), com 4 (quatro) sócios;

d) de R$ 1.184,00 (um mil, cento e oitenta e quatro reais), acima de 4 (quatro) sócios.

As anuidades poderão ser pagas antecipadamente com desconto, conforme prazos e condições estabelecidas na Resolução, além disso os valores das anuidades estabelecidos para o período de 01/1/2015 a 28/2/2015 serão, exclusivamente, para pagamento em cota única, sendo que os valores vigentes em março de 2015 servirão de base para concessão de parcelamentos previstos também nesta Resolução.

As anuidades poderão ser divididas em até 7 (sete) parcelas mensais se:

  • requerido o parcelamento e paga a primeira parcela até 31/3/2015, as demais parcelas com vencimento após esta data serão atualizadas, mensalmente, pelo IPCA;
  • caso de atraso no pagamento de parcela incidirão os acréscimos legais previstos.

  • As anuidades pagas e os parcelamentos requeridos após 31 de março de 2015 terão seus valores atualizados, mensalmente, pelo IPCA e acrescidos de multa de 2% (dois por cento) e juros de 1% (um por cento) ao mês.

    Nota fiscal no celular em 2016

    Posted by Clayton Teles das Merces on 4 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

    A partir de 2016, os cupons e as notas fiscais modelo 2, emitidas por estabelecimentos comerciais do Distrito Federal, como padarias, supermercados e lojas de departamento, darão lugar à Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e). Na prática, os tradicionais bloquinhos e máquinas fiscais serão substituídos por nova tecnologia integrada ao sistema da Receita Federal. Com a modificação do mecanismo, o comprador final poderá receber os comprovantes via e-mail ou por mensagem de telefone (SMS). Na última sexta-feira, a medida foi regulamentada por uma portaria da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (SEF-DF), que fixou prazos para a alteração por determinados tipos de empresas. Até 2016, proprietários de estabelecimentos do DF podem emitir a NFC-e de forma voluntária. Mas, durante esse período de adequação, será possível o uso das duas formas de emissão, tanto a on-line quanto em papel.

    Segundo o gerente de Tributos Indiretos da Secretaria de Fazenda, Márcio Silva Gonçalves, a mudança está centrada em três pilares: o da sustentabilidade, a partir da emissão de menor quantidade de papel; o da fiscalização, com o combate à sonegação de imposto; e o da redução de custos envolvendo a emissão de documentos, uma vez que as empresas não precisarão, por exemplo, gastar com a compra de máquinas de cupom fiscal. “Em um primeiro momento, para o consumidor final, a alteração pode parecer indiferente, pois ele vai continuar recebendo um comprovante. Mas a nota terá um código capaz de ser escaneado pelo celular, em qualquer aplicativo do gênero. A partir disso, ela será direcionada para a página da Secretaria de Fazenda, que poderá ver se aquela nota é válida e se realmente consta na base de dados”, explicou.

    Antes mesmo da regulamentação da portaria, A e G Clínica Médica utilizava o sistema para emissão de comprovantes eletrônicos, tanto para consultas quanto para sessões de acupuntura. “Por conta da obrigatoriedade, em maio deste ano implantamos. E, agora, todos os nossos clientes recebem. Tivemos a visita de um técnico da Receita (Federal) e ele instalou um programa. No começo, houve um período de adaptação, mas, hoje, ele funciona perfeitamente. Algumas vezes, imprimimos o comprovante eletrônico para o cliente, outras, só enviamos por e-mail”, explicou a médica Andrea Alvarenga Oliveira, proprietária da clínica.

    Transição

    A presidente do Conselho Regional de Contabilidade do DF (CRC-DF), Sandra Maria Batista, esclarece em que casos como os das clínicas médicas, a obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica foi estabelecida a partir de 1º de abril deste ano. “Desde aquela data, as empresas de serviço emitiam esses comprovantes. A novidade, agora, é para o consumidor final”, afirmou. “Essa transição é facultativa para os estabelecimentos até janeiro de 2016. Assim, quem quiser aderir e utilizar já pode. Depois disso, passará a ser obrigatório. Então, o que vai acontecer, na prática, é uma migração dos estabelecimentos de forma voluntária. Em algumas unidades da Federação, como Mato Grosso do Sul e Amazonas, isso já acontece”, detalhou.

    O período de obrigatoriedade da NFC-e será gradativo e variável de acordo com o porte do negócio. Para novas empresas e as enquadradas no regime normal de recolhimento de imposto, a emissão eletrônica valerá a partir de 1º de janeiro de 2016. Já para empresas com receita bruta superior a R$ 1,8 milhão, optantes pelo Simples Nacional, isso acontecerá em julho desse mesmo ano. Em janeiro de 2017, será a vez da adesão de empresas com receita bruta superior a R$ 360 mil, também optantes do Simples Nacional. Para que em julho desse mesmo ano se estenda aos demais contribuintes. Os microempreendedores individuais não estão inclusos nessa obrigatoriedade.

    As empresas interessadas em fazer a mudança devem se cadastrar no portal da Secretaria de Fazenda do DF. Os interessados em mais informações devem procurar a pasta ou entrar em contato com o atendimento virtual do órgão pelo www.fazenda.df.gov.br.

    Aprenda 13 dicas sobre como alcançar a estabilidade do emprego fixo no trabalho temporário

    Posted by Clayton Teles das Merces on 3 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

    Aproveitar uma das 163,6 mil vagas temporárias previstas para o fim do ano por pesquisa do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem) e da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt), pode ser uma oportunidade para a conquista da estabilidade do emprego fixo. No mesmo período de 2013, o índice de efetivação foi de apenas 12%, mas de acordo com André Miotto, consultor de negócios e sócio-diretor da AMX Soluções em Gestão Integrada, o engajamento do funcionário é a chave para a obtenção de um cargo de longo prazo.

    Ainda segundo o consultor, a efetivação depende das expectativas, crenças, esforços, valores e resultados que o funcionário agrega para a organização. “Engajar-se é a fórmula do sucesso”.

    Miotto lista as 13 principais dicas para o temporário conquistar a efetivação:

    1 – Pró atividade. É preciso esbanjar atitude e vontade de aprender tudo.

    2 – Comprometimento. O trabalho chamado de temporário deve ser assumido como um projeto de trabalho fixo, uma oportunidade de reinício e valorização profissional.

    3 – Agilidade e dedicação. Quanto mais rápido pegar o jeito do trabalho, mais rápido o temporário é reconhecido e valorizado, portanto se dedique desde o primeiro dia. Todos querem campeões em suas equipes.

    4 – Bom relacionamento. Gestores identificam características como disposição, empatia e facilidade de entrosamento como diferenciais. Saiba demonstrar essas qualidades.

    5 – Adaptabilidade. Adaptação a novas ideias e conceitos também são bem vistos pelos líderes.

    6 – Responsabilidade. Vagas temporárias são extremamente desejadas, portanto é preciso saber reconhecer a responsabilidade de ocupar uma delas e suas atribuições. Sempre entregar o que for pedido no prazo determinado é primordial.

    7 – Cuidado com o uso das redes sociais. Não fazer reclamações do trabalho nas redes sociais é uma regra a ser seguida. Também ter cautela ao se referir a empresa onde trabalhou anteriormente. Profissionais de recursos humanos estão ligados diariamente nos perfis dos funcionários. Antes de postar qualquer coisa, pense: “eu falaria isso na frente do meu chefe?. Também é necessário evitar relacionar bebidas uso de drogas lícitas e ilícitas no perfil.

    8 – Reconhecimento. Humildade e postura demonstram maturidade profissional.

    9 – Aprender a lidar bem com as críticas. O profissional que aprende a receber e a conviver com o feedback, positivo ou não, essa atitude demonstra sua vontade de melhorar sempre e contribuir cada vez mais com a equipe. Deve-se aceitar críticas com humildade.

    10 – Salário não é tudo. Não se pode procurar o emprego somente pelo dinheiro, pois assim o foco será distorcido. Procurar atividades com as quais se identifica é importante para ter sucesso nas atividades. A dica é procurar um trabalho que em que sinta vontade de permanecer por anos e crescer na organização, se não será uma perda de tempo.

    11 – Dress Code. Aparência é fundamental e está diretamente ligada à receita das empresas. É preciso estar sempre bem apresentável para ganhar credibilidade. Evitar decotes, roupas muito justas ou curtas, barba por fazer e unhas mal cuidadas. A aparência é o cartão de visitas do profissional.

    12 – Legalidade. Buscar iniciar o projeto profissional de maneira formal, pois o trabalhador temporário deve ter os mesmos direitos e benefícios de um funcionário contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com registro.

    13 – Regra de ouro. Engajamento se resume em proatividade, espírito de equipe, resiliência, postura, pontualidade, cumprimento de metas, dedicação e simpatia, qualidades que farão o colaborador permanecer, crescer e prosperar.

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