Domésticas também no eSocial

Posted by Clayton Teles das Merces on 14 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Embora esteja funcionando apenas em fase de testes, o eSocial continua gerando polêmica. O sistema é um projeto do governo federal que unifica o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Até agora, as reclamações giram em torno das dificuldades de adaptação ao sistema e,principalmente,das exigências às pessoas físicas.

Logo, qualquer pessoa que contrata uma empregada doméstica, por exemplo, também terá que prestar contas ao sistema. Com o eSocial, o governo pretende ter um controle trabalhista mais rigoroso e unificar os dados. Mas Ricardo Garcia, Presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação, afirma que as empresas ainda não estão preparadas para essa nova realidade. “A implementação do sistema requer uma mudança de postura na gestão de controles de pessoal e, no caso das empresas, uma integração muito grande entre os departamentos, para que as informações sejam precisas.

Se a adaptação vai ser difícil para as empresas, imagina para as pessoas físicas, que vão ter que inserir, em tempo real, no sistema, todas as informações de suas empregadas domésticas.

Acreditamos que é uma ferramenta muito interessante, mas que requer um bom tempo de adaptação. Antes de qualquer atitude punitiva por parte do governo, tem que haver uma posição de orientação para as empresas e pessoas físicas, de modo que elas tenham tempo para se adaptar às mudanças”, opina. Já o Coordenador de Sistemas da Atividade Fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro, afirma que o sistema irá, na verdade, facilitar as tarefas impostas pela PEC das Domésticas: “Nós vamos disponibilizar uma ferramenta com módulos simplificados, para atender ao contribuinte individual e outros pequenos empreendedores.

O sistema fará a gestão de pessoas para ele. Caso a pessoa física queira calcular hora extra, é só informar no eSocial, que o sistema calcula a verba automaticamente. Esse empregador doméstico poderá cumprir as regras sem ter que contratar um contador ou sistema privado”. No que tange à utilização do sistema pelas empresas, Belmiro é objetivo: “A empresa vai se adaptar mais ou menos de acordo com o grau de conformidade que ela tem, hoje, coma legislação.

A que trabalha em uma visão de compliance, vai precisar de menos investimentos para se adaptar”. Contando com as dificuldades que os contratadores de empregadas domésticas enfrentarão para atualizar os dados trabalhistas das funcionárias, agências especializadas já se preparam para um novo aumento na procura pela terceirização dos serviços. Na empresa RFC Service, por exemplo, o atendimento se estendeu para residências e aumentou em 25%, após a aprovação da PEC, e chegou ao auge na Copa do Mundo. Uma das principais questões em debate é a postura que o governo adotaria no início da implementação concreta do projeto.

Daniel Belmiro garante que a postura do governo caminha no sentido de adotar uma abordagem pedagógica na fase inicial do sistema: “O módulo empregador doméstico já está no ar e temos um quase pronto para o pequeno empregador rural.

A ideia é que já possamos implementar o sistema antes do início da obrigatoriedade. A proposta é que ela seja encaminhada pelos órgãos técnicos e, após a publicação da norma, teria um prazo de 180dias para iniciar as obrigatoriedades. Durante esse período, em caráter opcional, os empregadores podem utilizar o sistema, justamente para checarem se estão adaptados”.

Seu salário em 2015

Posted by Clayton Teles das Merces on 14 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O ano que vem não será de grandes reajustes salariais, uma realidade presente em todos os setores. O baixo crescimento do Brasil, que deve fechar o ano com um PIB de 0,24%, segundo projeção do relatório Focus, do Banco Central, fez com que as empresas retivessem os aumentos de suas equipes.

Como 2015 começará sob a expectativa de ajustes na economia, a tendência é que o cenário da grana permaneça morno. Essa é a conclusão do guia salarial da Robert Half, consultoria de recrutamento de São Paulo que mapeou como será a remuneração no país em 2015.

Apesar de ser um ano sem grandes emoções, 55% dos diretores de recursos humanos ouvidos pela consultoria dizem que haverá aumentos salariais, ainda que modestos. “As empresas não querem se comprometer com ajustes agressivos”, diz Fernando Mantovani, diretor da Robert Half.

Nesse contexto, os empregadores andam bastante desconfiados com currículos de pessoas que ficam menos de dois anos em um emprego. Há, no meio da pasmaceira, carreiras em alta — principalmente em áreas de apoio e controle de custos. Conheça a seguir os cargos que serão os mais valorizados (e vão pagar melhor) assim que o ano novo começar.

Engenharia

Há forte demanda por engenheiros, principalmente nas áreas de serviços, bens de consumo, varejo, telecom, energia, agronegócio e bens de capital.

Carreiras mais quentes: As empresas precisam reduzir custos e trabalhar com estruturas mais enxutas, por isso as áreas de planejamento, melhoria contínua e produtividade estão em alta. “A logística passa a ser vista como uma área estratégica para diminuir gastos e aumentar a eficiência”, diz Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half.

Como ser notado: A globalização das empresas exige que os engenheiros aprimorem o inglês. Quem tem bom relacionamento interpessoal e foge do perfil meramente técnico é raro e, por isso, mais procurado no mercado.

Salários em destaque: Coordenador de planejamento: aumento de 13%. Salários variam de 8?000 a 17?000 reais; Gerente de melhoria contínua: aumento de 11,5%. Salários variam de 12?000 a 26?000 reais; Diretor de logística: aumento de 5%. Salários variam de 20?000 a 50?000 reais.

Finanças e contabilidade

Há bastante cautela na hora de contratar pessoas para essas áreas, e os processos seletivos, embora rápidos, estão com mais etapas. “As estruturas das empresas passam por reavaliações, tornando as contratações mais pontuais e estratégicas”, diz Alexandre Attauah, gerente da divisão de finanças e contabilidade da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Pelos próximos três anos, as áreas valorizadas são as que lidam diretamente com o controle de caixa, como setores de planejamento financeiro, controladoria e custos.

Como ser notado: Profissionais que vão além das atividades do dia a dia, que se integram com outras áreas e buscam ter uma visão geral da empresa onde trabalham são os mais procurados.

Salários em destaque: Analista contábil ou fiscal júnior: aumento de 13%. Salários variam de 2?500 a 4?200 reais; Gerente de planejamento financeiro: aumento de 10,5%. Salários variam de 9?000 a 27?500 reais; Diretor financeiro: aumento de 9%. Salários variam de 15?000 a 90?000 reais.

Tecnologia

Os profissionais de TI têm oportunidades em start­ups e em empresas de médio porte que estão internalizando a área. “Existe uma migração dos contratos de TI de pessoa jurídica para CLT”, diz Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Especialistas em tecnologias como iOS e Android encontram empregos (e salários altos) por causa do boom de aplicativos. As indústrias de eletrônica, serviços financeiros e internet são as com mais potencial.

Como ser notado: Se o profissional for técnico, estar atualizado com as novidades do mercado é fundamental. Do lado comportamental, boa comunicação e espírito de liderança contam pontos.

Salários em destaque: Analista de ERP sênior: aumento de 17%. Salários variam de 8?000 a 17?000 reais; Analista de negócios sênior: aumento de 10,5%. Salários variam de 7?000 a 14?000 reais; Coordenador de sistemas: aumento de 10%. Salários variam de 8?500 a 17?000 reais.

Recursos humanos

A partir do segundo semestre de 2014, as contratações aumentaram e o mercado deu uma leve aquecida — tendência que deve se manter. As empresas se preocupam em fazer com que a área de RH seja estratégica e se aproxime da diretoria e da presidência.

Carreiras mais quentes: Além dos profissionais mais ligados à estratégia, vai se dar bem quem atua com remuneração e benefícios, setor para o qual as companhias têm olhado com cuidado. “É uma boa área para começar a carreira”, diz Mário Custódio, gerente da divisão de RH da Robert Half.

Como ser notado: Especialização pode ser uma estratégia certeira: há poucos profissionais altamente técnicos no mercado. O inglês ainda é uma habilidade que conta pontos e está em falta.

Salários em destaque: Coordenador ou especialista em remuneração e benefícios: aumento de 17%. Salários variam de 6?000 a 14?000 reais; Gerente de recursos humanos: aumento de 9,5%.Salários variam de 9?000 a 25?000 reais; Gerente de treinamento e desenvolvimento: aumento de 9%. Salários variam de 8?000 a 20?000 reais.

Mercado financeiro

A estagnação econômica aumentou a procura de profissionais que atuam nas áreas de apoio dos bancos. “É uma inversão do cenário que existia desde 2007, quando a procura era por pessoas­ que ficavam à frente das operações, como o gerente de crédito”, diz Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half.

Carreiras mais quentes: Além do setor administrativo, vai se dar bem em 2015 quem trabalhar em áreas especializadas, como compliance, risco e auditoria. “As novas normas do Banco Central aumentam a necessidade desses profissionais”, diz Ana.

Como ser notado: Habilidades comportamentais, como bom relacionamento interpessoal e espírito de liderança, contam pontos. Para os técnicos, é preciso estar atento às regulamentações que não param de surgir.

Salários em destaque: Analista júnior de risco de mercado: aumento de 10%. Salários fixos de 4?700 a 7?400 reais; Gerente de auditoria: aumento de 6%. Salários fixos de 12?700 a 19?000 reais; Gerente de controladoria: aumento de 5%. Salários fixos variam de 11?500 a 18?000 reais.

Marketing e vendas

O setor de serviços puxa as contratações, e os profissionais em alta são mutitarefas e sabem gerar valor para as empresas.

Carreiras mais quentes: “O pós-venda é importante e, em marketing, o destaque é para o gerente”, diz Claudia Troca, gerente da divisão de marketing e vendas da Robert Half.

Como ser notado: A profissionalização da área comercial exige melhor formação universitária. Visão global e inglês são cruciais.

Salários em destaque: Supervisor de vendas: aumento de 9,5%. Salários variam de 5?500 a 12?000 reais; Gerente de marketing: aumento de 11%. Salários variam de 7?000 a 25?000 reais;

Seguros

O dinamismo do mercado, com a entrada de seguradoras multinacionais e a abertura de startups especializadas em seguros e resseguros online, vai continuar. “A área comercial deixa de apenas vender seguros para pensar estrategicamente”, diz Alberto Lopes, gerente da divisão de seguros da Robert Half.

Carreiras mais quentes: O gerente comercial está em alta desde que tenha um papel mais consultivo. A área de apoio também se destaca porque as empresas estão de olho no pós-venda para não perder clientes.

Como ser notado: Quem tem uma carteira parruda de clientes, consegue fazer novos negócios e entende o mercado em que atua não fica sem emprego.

Salário em destaque: Analista de resseguros: aumento de 17,5%. Salários de 4?000 a 7?500 reais.

Jurídico

“Novos escritórios especializados procuram técnicos, e os generalistas têm chance nas empresas”, diz Mariana Horno, gerente sênior da Robert Half.

Carreiras mais quentes: O aumento do número de escritórios de nicho faz com que os especialistas sejam mais procurados — e os novos escritórios oferecem um pacote de remuneração fixa e variável compatível com o mercado.

Como ser notado: Para os especialistas, pega bem ter formação em universidades de primeira e pós-graduação global. Os generalistas devem ter credibilidade para transitar em várias áreas.

Salários em destaque: Advogado pleno consultivo trabalhista: aumento de 10%. Salários variam de 4?000 a 10?000 reais; Gerente jurídico de empresas: aumento de 19%. Salários variam de 11?000 a 23?000.

Receita cobrará IOF de organizações religiosas

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A Receita Federal unificou seu entendimento e cobrará IOF de organizações religiosas que enviarem dinheiro ao exterior. A decisão está na Solução de Divergência no 16, publicada na segunda-feira.

Por meio do texto, o órgão deixa claro que a imunidade prevista no artigo 150 da Constituição “não se estende à entidade que se constitui com a finalidade de colaborar ou cooperar com igrejas, auxiliá-las ou prestar-lhes qualquer serviço relacionado às finalidades essenciais do templo”.

Assim, fica reformada a Solução de Consulta SRRF09/Disit no 22, de 2013, na parte em que deu ao conceito de templo “uma extensão que não condiz com a garantia constitucional ao livre exercício dos cultos religiosos”.

Como crescer sem perder a cultura do negócio

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Sabe quando você encontra uma pessoa que fala uma coisa e faz outra? É desagradável, não é? O mesmo sentimento vale pra uma organização sem uma cultura forte. Muitas vezes, ela vende uma coisa, mas entrega outra diferente, gerando um sentimento negativo de quebra de expectativa. Isso contribui para que clientes e parceiros não se identifiquem com a marca.

No caso de uma pequena empresa fica mais fácil manter uma cultura organizacional homogênea: a comunicação ainda é verbal, o trato é com cada funcionário individualmente e o fundador consegue deixar claro o propósito da empresa e os porquês de determinados processos. Os problemas começam a aparecer conforme a empresa vai crescendo. Nesses casos, quem lida com o consumidor não é mais quem toma a decisão, os processos nem sempre estão claros e a comunicação fica lenta e truncada.

Em seu livro “O poder dos modelos replicáveis”, Chris Zook, sócio da consultoria estratégica Bain & Company, afirma que uma das forças mais poderosas no crescimento da empresa é o que ele chama de “founder mentality” (ou, em português algo como “cabeça de dono”). Ele explica que os modelos organizacionais e os processos devem ser pensados para fomentar essa cabeça de dono em cada pessoa da empresa.

Dessa forma, o comportamento da equipe vai muito além da meta, pois entende o porquê da organização existir e como agir em momentos críticos. Isso faz com que o DNA da organização fique mais evidente para seus diversos públicos, pois terão uma experiência homogênea em todos os seus pontos de contato.

A mesma base de pensamento é usada pela consultoria Thymus em projetos de branding para seus clientes, que incluem gigantes como Natura, Santander e TAM. Segundo Ricardo Guimarães, fundador da consultoria, “marca é um nome ao qual as pessoas relacionam competências, atitudes e valores, que alimentam expectativas de entregas futuras que são materializadas por experiências proporcionadas por uma cultura”.

Ter uma cultura forte, portanto, tem impacto decisivo tanto no crescimento da empresa quanto na percepção de valor dos clientes, investidores e demais stakeholders. Ainda mais em uma sociedade baseada no conhecimento e não mais nos processos industriais, em que as estruturas fixas têm muito menos valor do que a cultura para ditar comportamentos.

Por isso, o primeiro passo para garantir que a cultura não se perca durante o crescimento do negócio é dividir em dois o tempo do empreendedor. Na primeira metade, ele deve focar em estar muito próximo do time para contar a história da empresa, de onde vem aquelas metas, o porquê de determinado comportamento ser valorizado. Afinal, é fundamental que o líder seja o exemplo máximo dessa cultura.

A outra metade do tempo deve ser dedicada em seus clientes – barriga no balcão mesmo! Estar na rua é talvez a forma mais efetiva de ter feedbacks valiosos para melhorar o negócio. Pra isso, é preciso ter formado um time capaz de entregar a operação do dia-a-dia. Caso contrário, o próprio empreendedor pode virar o gargalo para o crescimento! Bota pra fazer, empreendedor!

Tecnologia e inovação são porta para a inclusão bancária

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

São Paulo – Os bancos precisam inovar o modelo de negócio e investir em tecnologia para ampliar a inclusão bancária. Atualmente, o Brasil tem cerca de 55 milhões de adultos não-bancarizados, que movimentam R$ 665 bilhões por ano. De acordo com o presidente do Data Popular, Renato Meirelles, os bancos estão viciados no atual modelo de negócio, que garante lucros há muito tempo.

“É questão de enxergar o potencial. Quando se ganha dinheiro do jeito tradicional, prefere não se arriscar em coisas novas”, diz, lembrando do caso dos private labels (cartões de crédito que só podiam ser usados em um determinado estabelecimento), onde os bancos não demonstraram interesse no início e, depois, após o avanço do negócio, correram atrás e começaram a adquirir essas empresas.

De acordo com o executivo, os bancos criaram modelos de negócios para o consumidor que movimenta vários produtos bancários e não conseguem pensar em algo de médio prazo. “Os correspondentes bancários são uma dessas iniciativas. Mas ainda é pouco. Muitos correspondentes foram criados para tirar o cliente da agência. É mais barato ter um correspondente do que manter uma agência”, diz.

Meirelles ressalta que tecnologia via celular e mobile é importante para a inclusão deste segmento. “O caminho para a inclusão financeira é, antes de tudo, o caminho tecnológico. É a porta de entrada das pessoas ao segmento financeiro”, avalia. De acordo com ele, os bancos precisam, primeiro, entender que os não-bancarizados movimentam cerca de R$ 655 bilhões por ano e que eles precisam de um atrativo para ir para este mercado. “É necessário que haja meio de pagamento que seja aceito nos lugares onde vivem”, diz, ressaltando que esse é um grande desafio para as adquirentes – empresas que fazem o meio de campo entre o lojista e o cartão. “É preciso ter investimento em tecnologia e repensar o modelo de negócio. Lembrar ainda que esse consumidor tem potencial, pois ele pode comprar seguro, título de capitalização, conta planejada, tem uma gama de oportunidades”, diz.

O chefe-adjunto de regulação do Banco Central, Mardilson Fernandes Queiroz, disse em evento em São Paulo, na semana passada, que o mercado precisa inovar com estratégias para alcançar essa população. “É preciso reinventar, inovar. São necessários novos padrões tecnológicos. O maior desafio para o mercado é conseguir que essa população compre o produto”, diz, ressaltando ainda que a principal porta de entrada deve ser a moeda eletrônica. “Não adianta entregar instrumento que ele vai usar para sacar, tem que ter um instrumento completo, que ele consiga gerenciar despesas e receitas no mesmo meio. E, se quiser sacar depois, saca. O cartão tem que ser a segunda ou terceira porta de entrada”, avalia.

Meirelles também concorda que o melhor é o indivíduo administrar o que tem. “Quanto mais calmo for o planejamento financeiro melhor. Isso não quer dizer que o crédito não é uma opção, sim, é, se ele precisar”, diz.

O presidente do Data Popular explica que hoje existem três grandes perfis de pessoas não-bancarizadas. O primeiro é formado pelos que estão fora do sistema financeiro por opção. “O banco não resolve o problema dele. Não tem e não quer ter. Por exemplo, num casal, apenas um tem conta o outro se utiliza de dinheiro”, diz. O segundo perfil é dos indivíduos que estão em lugares de difícil acesso, em zona rural e locais bem distantes. “Operacionalmente, não faz sentido ter uma agência bancária nesses lugares”. Já o terceiro perfil pode estar em qualquer lugar, é aquele indivíduo que tem o nome sujo e foi excluído do sistema.

A maior parte dos não-bancarizados são do sexo feminino e com idade entre 25 e 59 anos. Seis em cada 10 pessoas são negros, e 68% tem ensino fundamental ou menos.

O executivo observa ainda que a curva de inclusão financeira é ascendente e que todo ano o número de não-bancarizados cai, mas avalia que ainda vai demorar “bons anos” para zerar este segmento. “Os bancos têm interesse neste pessoal, mas estão perdidos, não sabem como atingir esse público”, diz. Segundo ele, o maior avanço na bancarização foi verificado com o aumento do emprego formal. “À medida que as pessoas são contratadas passam a receber salário em banco e vão entrando para este mundo”, diz. O executivo lembra ainda que o microcrédito é um importante instrumento de financiamento para este segmento, pois a maioria não trabalha com carteira assinada.

Sobre o cadastro positivo, Meirelles avalia que é importante, no entanto, pondera que precisa ser mais amplo. No modelo que foi concebido ele deixa de fora os entrantes e prejudica os mesmos com taxas de juros mais altas. “Só entram com meia verdade. Não é justo que bons pagadores paguem por maus pagadores e também não é justo que quem entra no sistema pague um juro mais alto. A ausência de memória financeira não pode prejudicar este cliente. Tem que haver mecanismos para proteger este consumidor”, diz, sugerindo, por exemplo, que o histórico do não-bancarizado seja feito a partir da conta do pré-pago, contas de água, luz, entre outras.

Vem aí o eSocial: tudo o que você precisa saber sobre esta novidade

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Depois de sucessivos adiamentos, finalmente o eSocial deve sair do papel e levar empresários de todo o País para a frente do computador. A nova plataforma do governo federal exigirá que empregadores mantenham atualizados e digitalizados todos os dados referentes aos seus funcionários – desde contratações e demissões a férias, licenças médicas, entre outros. Pelo novo cronograma, a adaptação deve ser obrigatória já em março de 2015.

São 44 obrigações sociais – como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), e a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) – que passarão a ser inseridas em um único sistema, o que, no longo prazo, vai facilitar a vida do empresário. Segundo cálculos da Receita Federal, 2,6 mil horas são desperdiçadas por ano com o pagamento e organização de impostos.

“Hoje, empresas têm de preencher diversos formulários independentes. Como uma obrigação não conversa com a outra, tantos documentos exigem muito trabalho das equipes de recursos humanos”, diz Renato Coelho, sócio do setor tributário do escritório de advocacia Stocche Forbes. “No longo prazo, o resultado é redução de burocracia, o difícil é chegar até lá.”

Todas as empresas brasileiras terão de se adaptar. Empresas com faturamento maior de R$ 3,6 milhões em 2014 serão as primeiras. O cronograma para as micro e pequenas ainda está sendo negocioado. Nicholas Weiser, presidente da VIS Corretora, em São Paulo, não quis esperar a última hora para começar a digitalizar seus arquivos de funcionários. Mesmo sem a publicação do manual definitivo do eSocial, Weiser tratou de ir consolidando todos os dados de sua empresa. “Nós procuramos sempre nos adiantar com relação a estas exigências”, comenta.

Por ora, o executivo não viu grandes dificuldades na adequação destes dados – o fato de ter apenas 30 funcionários também facilita o trabalho. “Ainda estamos testando e, aparentemente, o sistema é amigável”, explica. No entanto, sair na frente nesse momento confere uma vantagem financeira significativa: a VIS Corretora não precisou terceirizar o trabalho nem contratar novos funcionários para dar conta desta demanda. “Esse é um tipo de sistema que força a empresa a se organizar”, explica.

O registro também servirá de base de dados para as próprias empresas, que eliminarão a necessidade de manter os seus arquivos por até 30 anos.

Não é só para reduzir a burocracia que o governo está investindo na criação desta plataforma. Há também uma finalidade fiscalizadora embutida na nova ferramenta. Com os dados das empresas centralizados, será mais fácil cruzar informações e identificar possíveis fraudes.

Segundo a Receita Federal, as informações prestadas atualmente são de baixa qualidade. A diferença entre o total apurado e o total declarado na Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) chega a R$ 4 bilhões.

Não é só o governo que vai fiscalizar mais e melhor. O trabalhador também poderá ficar de olho nas contribuições, bem como os depósitos feitos pela empresa no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“O Fisco terá maior poder para agir”, diz Victória Sanchez, especialista da Thomson Reuters para o tema do eSocial. Para ela, o objetivo da iniciativa é dar transparências aos dados das empresas nacionais. “Diversas áreas precisarão estar envolvidas, o jurídico, o financeiro, os recursos humanos, entre outros”, afirma.

Não se trata apenas de dinheiro. Haverá controle também de prazos para exames admissionais e demissionais, para férias de funcionários, acidentes de trabalho, entre outros. “O jeitinho brasileiro vai perder espaço”, afirma Victória. “No início é sofrido, mas depois haverá benefícios para todos.”

QUANTO ANTES ESTIVER PRONTO, MELHOR

Naturalmente, a tecnologia deverá exigir um esforço por parte das empresas neste momento de adequação. “O que muda é a forma como são controladas as informações da empresa, as questões trabalhistas e fiscais”, diz Milton Epelboin, sócio da Innovative, prestadora de serviços de tecnologia para empresas. Quem já acompanha de perto essa documentação, já está em vantagem. No entanto, a maior parte dos micro e pequenos negócios no Brasil ainda passam longe desse nível de profissionalismo de gestão. “As empresas brasileiras ainda não estão empenhadas em corrigir processos”, lamenta. Epelboin.

É neste ponto que mora o perigo. O costume do brasileiro de deixar tudo para a última hora se repete também quando o assunto é a própria empresa. Quando foi anunciada a mudança dessa obrigação, muitos correram para buscar empresas e softwares que fossem capazes de realizar esse trabalho de forma mais simples. Porém, tão logo veio o primeiro adiamento, a preocupação mostrou-se fogo de palha. E, muito provavelmente, as empresas não estão fazendo esse controle de forma independente, como a VIS Corretora. “Entre todas as empresas que visitamos, não vi nenhuma tocando a adequação sozinha”, diz Anderson Usseda, gerente de projetos Mastersaf, desenvolvedora de aplicações para empresas.

Mesmo quem já utiliza um sistema para controle dessas obrigações, terá de se encaixar nos padrões previstos pela Receita Federal. Até porque as atualizações deverão ser feitas praticamente em tempo real – no final do dia, o gestor é obrigado a enviar todos eventos daquela data.

Pequenas empresas têm dificuldade para contratar serviços tecnológicos

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apresentou ontem (10) os primeiros resultados da implantação da Rede de Serviços Tecnológicos (RST) – uma cooperação internacional iniciada em 2013 visando a incentivar o aumento da competitividade das pequenas empresas, por meio da promoção de serviços tecnológicos, com foco na inovação.

Ao todo, 763 empresas dos setores de móveis e calçados instaladas em cinco estados (Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) fazem parte do projeto. Segundo o diretor técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, o RST cruza os serviços tecnológicos oferecidos por universidades, centros de pesquisa e laboratórios com a demanda apresentada pelas empresas.

“Muitas vezes a demanda não está clara, não está articulada, e a oferta não surge como resposta à demanda. O que nós fazemos é articular isso, para que a oferta de tecnologia possa atender à demanda por inovação”, explicou.

Para o diretor, investir em inovação é fundamental para a inserção das empresas em novos mercados, para o aumento da produtividade, do emprego e da renda. Ele disse que “no Brasil, o mercado tecnológico é incipiente para pequenas empresas industriais. Enquanto as grandes empresas podem contratar serviços, criar laboratórios de desenvolvimento de tecnologia. Por isso, para que as pequenas empresas possam ter competitividade, é necessário incentivos como este”.

O empresário Carlos Pacheco Campos, produtor de estofados em Minas Gerais, diz que a produtividade de sua empresa aumentou em torno de 5% após participar do projeto. Para ele, a falta de investimento em tecnologia é um problema frequente nos pequenos negócios. “Nós queremos ter o mesmo nível de conhecimento de uma grande empresa e, sozinhos, não conseguimos. O mais beneficiado com a melhoria na produção é o consumidor, que ganha com mais qualidade nos produtos e maior concorrência”, acrescentou.

Adílson José Caetano, de uma empresa catarinense de calçados, diz que é difícil para os pequenos industriais detectar os problemas na produção, e por isso é necessário recorrer a especialistas. “Para os pequenos produtores esse é um serviço muito caro. Por isso precisamos de incentivos. Quando o consultor do Sebrae entrou na empresa, identificou uma série de pontos a serem corrigidos para melhorar a cadeia produtiva e diminuir o custo de produção”, disse ele.

De acordo com o Sebrae, as empresas participantes do projeto devem ser acompanhadas por três anos, e não é mais possível que outros produtores façam parte da primeira fase do RST.

Aplicativos reforçam a interação da sociedade com o Governo

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Criar canais para facilitar a interação entre a sociedade e os órgãos estaduais e, assim, melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados à população. Este o principal objetivo do Governo Digital, ferramenta que vem sendo desenvolvida pela Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa), em parceria com as secretarias e órgãos da administração estadual. Dois aplicativos, um da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e outro da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), em que a população poderá denunciar pelos seus smartphones problemas do dia a dia na prestação de serviços, deverão dar o pontapé inicial do projeto.

Os aplicativos, segundo o presidente da Prodepa, Théo Pires, estarão disponíveis para as plataformas Android e iOS. Eles estão prontos e em fase final de testes na Segup e na Cosanpa. “Ambas as ferramentas são focadas diretamente na sociedade e são mais um canal para que o cidadão possa interagir com o Governo e colaborar na melhoria dos serviços públicos. Uma das principais características é que eles irão permitir que os usuários acompanhem o andamento das suas queixas e tenham respostas sobre elas. Além disso, também ambos trabalham com o georreferenciamento. Com isso, a localização é obtida automaticamente quando a pessoa realizar o cadastro no aplicativo”, destaca.

A previsão é de que o aplicativo “Cosanpa” seja disponibilizado no final deste mês. Nele, ao fazer a queixa, três cores irão indicar o andamento do processo para o usuário: a vermelha, que significa que a queixa foi registrada no sistema; a amarela, quando a situação for encaminhada à unidade responsável pela área; e a verde, que indica ao cidadão que o problema foi solucionado pelo órgão. Nos casos em que, para ser resolvido, o problema levará um pouco mais de tempo, a cor azul indicará esta situação ao usuário. Além disso, o usuário também será informado do andamento através do email cadastrado no aplicativo.

No aplicativo da Segup, pelo o smartphone, qualquer pessoa poderá também informar a respeito do registro de boletins de ocorrência, nas delegacias, e sobre o atendimento recebido na unidade policial. Também será possível fazer o envio de fotos, reclamações e sugestões. Todo o material será encaminhado à Corregedoria e terá o constante monitoramento da Secretaria de Segurança Pública. Caso haja alguma informação relevante a comunicar, basta acionar o aplicativo, escolher entre as opções disponíveis e encaminhar as informações.

Tecnologia

Além deles, o Governo do Estado já disponibiliza dois aplicativos desenvolvidos pela Prodepa. Um deles, o “Walking Tour”, disponível para Android, disponibiliza uma visita guiada pelo Centro Histórico da Cidade Velha. Com ele, o usuário pode fazer um tour em 18 pontos do centro histórico da capital via GPS, ou através de uma lista previamente gerada desses pontos. Com o GPS, o usuário pode visualizar o mapa do local com os pontos marcados para melhor orientação. Já a lista disponibiliza os pontos com imagens e descrição dos locais, através de texto e locução em áudio, contando um pouco da história e contextualizando o turista em sua visita.

Outro aplicativo é o “Kd a Berlinda”, específico para o período do Círio. No site www.kdaberlinda.pa.gov.br, acessível por qualquer dispositivo móvel ou computador, é possível acompanhar o trajeto percorrido e o tempo. As coordenadas da berlinda são capturadas por GPS em tempo real e transmitidas pela rede 3G para um servidor. Durante a quadra nazarena, a ferramenta é uma das mais utilizadas por profissionais de órgãos de saúde e segurança, imprensa e ainda por internautas.

Facilidade

Outros órgãos, como o Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) e a Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa), também já disponibilizam aplicativos para smartphones e tablets que facilitam a vida dos interessados nos serviços oferecidos pelos órgãos.

Pelo “Junta Móvel”, aplicativo apresentado em outubro pela Jucepa, durante a SuperNorter2014, é possível consultas de processos, prazos e tabela de preços. Ainda este ano, deverão ser disponibilizadas no aplicativo novas ferramentas à distância, que permitirão efetuar consultas, de forma ágil e segura, além de tomar uma série de providências sem a necessidade de ir à sede do órgão ou às Unidades Desconcentradas, viabilizando o uso de certificação digital e garantindo a conclusão de todo o processo pela internet.

No “Hemoliga”, disponível para smartphones, tablets e computador, por meio do site www.hemoliga.com.br, é possível ter acesso a diversas informações, como agendamento da nova doação, estoque de sangue, endereços, campanhas e outros locais de coleta, que podem ser acessadas a qualquer hora. “Além de diminuir a distância entre o Hemopa e a população, o aplicativo ajuda a fidelizar nossos doadores”, avalia a assistente social Lilian Bouth, da Gerência de Captação de Doadores do Hemopa.

As 5 principais causas de demissão no Brasil

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

As cinco principais causas de demissão no país que são: baixo desempenho, falta de aderência à cultura da organização, relacionamento ruim com a equipe, atrasos e faltas e baixa empatia com o superior, respectivamente.

Nota-se que todas as causas estão relacionadas ao comportamento e seriam facilmente controladas com pequenas atitudes profissionais que são sempre bem vindas em toda e qualquer organização.

É importante salientar que o comportamento de um profissional tem tanta importância quanto as suas competências, por isso, ser bom no que faz não significa estabilidade, a sua maneira de agir pode ser decisiva para sua jornada profissional.

Baseado nas principais causas para demissão nas empresas brasileiras, Claiton Fernandez, especialista na formação de equipes de alta performance, consultor e educador formulou algumas dicas para que os profissionais consigam se desviar destes comportamentos. Confira!

Baixo desempenho profissional

Avalie sua atuação na função que ocupa na empresa, identificando os pontos fracos que precisam ser trabalhados. Apure também os principais fatos que ocorreram nos últimos meses na empresa e o que pode ter influenciado na queda de seu desempenho.

Não espere chegar aos 45 minutos do segundo tempo para então entender que é preciso tomar decisões para reverter situações. Analise com o superior imediato os resultados obtidos e quais são os esperados. Reavalie as estratégias e, se necessário, adote novas ações para a obtenção de resultados mais expressivos.

Falta de aderência à cultura da empresa

Infelizmente, o foco dos profissionais ainda está no curto prazo fazendo com que a cultura organizacional seja subestimada. Um erro comum ao escolher uma empresa para trabalhar é analisar apenas o cargo e os benefícios, quando um ponto relevante é conferir se na empresa há aderência entre valores pessoais e a cultura.

Na velocidade atual do mercado, é importante compreender como a cultura organizacional poderá maximizar e gerar resultados mais rapidamente, permitindo sobreviver na empresa.

Relacionamento ruim com a equipe

Como os aspectos comportamentais geram reflexos positivos e negativos na equipe, algumas atitudes são fundamentais para o convívio, entre elas destacam-se: manter o equilíbrio emocional, evitar concentração de poder, solucionar rapidamente dúvidas e problemas, evitar o mau humor e a antipatia.

Vale ressaltar que procurar o superior imediato para uma conversa e saber o que ele espera no exercício de suas funções em termos de resultados em equipe é aconselhável.

Atrasos e faltas

É preciso ter consciência de que atrasos e faltas poderão prejudicar a equipe e a corporação causando transtornos como o não cumprimento das metas e alcance dos resultados, a queda de motivação e a geração de um péssimo ambiente de trabalho.

Se necessário busque ajuda superior na empresa, conversando sobre as principais razões dos atrasos e faltas, estes esclarecimentos poderão ser decisivos no recebimento de feedback apropriado para solucionar os seus problemas.

Baixa empatia com o superior

O exercício da comunicação é uma das ferramentas básicas para a prática da empatia. É importante conseguir se posicionar no lugar do superior para entender suas atitudes e o seu posicionamento.

Manter um comportamento com o superior de acordo com o que gostaríamos que fosse feito conosco, é um passo muito grande para a busca de um relacionamento fundamentado na empatia.

Vale lembrar que o seu comportamento é a chave do seu sucesso, por isso, outra dica primordial é ter autoconhecimento, somente desta forma você terá competências para avaliar o seu próprio desempenho e identificar os pontos a melhorar.

Alterados Procedimentos Relativos ao CNPJ

Posted by Clayton Teles das Merces on 10 novembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Através da Instrução Normativa RFB 1.511/2014 a Receita Federal alterou normas sobre baixa e outras situações do CNPJ.

As disposições sobre a solicitação de atos cadastrais, o Documento Básico de Entrada (DBE) e o protocolo de transmissão e formalização da solicitação não se aplicam:

  • ao microempreendedor individual (MEI), tendo em vista o trâmite especial e simplificado do seu processo de registro; e

– ao processo de baixa realizado mediante uso do sistema de Registro e Licenciamento de Empresas (RLE), disciplinado pela Instrução Normativa Drei nº 29/2014;

No caso de solicitação de baixa no CNPJ de microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP), optante ou não pelo Simples Nacional, a análise da solicitação deve ocorrer no prazo de 60 dias contado do recebimento dos documentos pela RFB. Ultrapassado esse prazo sem manifestação da RFB, efetiva-se a baixa da inscrição no CNPJ.

Pode ser declarada inapta a inscrição no CNPJ da pessoa jurídica, entre outras, a omissa de declarações e demonstrativos, ou seja, a que, estando obrigada, deixar de apresentar, em 2 exercícios consecutivos, as declarações e os demonstrativos fiscais devidos à Receita Federal.

A inscrição no CNPJ é enquadrada na situação cadastral sus.

Copyright © 2011-2026 Escrita Contabilidade All rights reserved.
This site is using the Desk Mess Mirrored theme, v2.5, from BuyNowShop.com.