Como transformei minha empresa em um ambiente colaborativo

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Muitas cabeças juntas pensam melhor do que uma. Dentro de uma corporação, um dos bens mais preciosos são as cabeças pensando em prol do sucesso da empresa, e para tirar maior proveito possível disso, é importante que a equipe tenha um espírito de colaborativismo.

O primeiro passo para que isso aconteça é que todos se sintam à vontade para compartilhar suas opiniões com colegas e superiores, sem medo de serem ridicularizados ou repreendidos por isso. O diálogo deve ser algo estimulado, inclusive entre setores diferentes da empresa, pois cada um possui uma maneira diferente de resolver problemas, e essa troca de experiências pode vir a trazer idéias reveladoras.

O empreendedor também deve investir em diferentes meios de comunicação na empresa, pois da mesma maneira que existem pessoas que possuem facilidade de expor suas idéias, existem também os introvertidos, que podem possuir idéias brilhantes, mas que não se sentem tranquilos ao se expor.

Encontros periódicos de fomento às idéias podem ser criados para estimular a participação de todos os colaboradores e fazê-los se sentirem com mais poder sobre a empresa, pois suas opiniões são muito valiosas.

Ao se exercer uma tarefa por um longo tempo, bons profissionais certamente buscam maneiras de tornar seu trabalho mais rápido e prático. E, é aí que surgem as melhores práticas que podem ser aplicadas por outros colegas e até mesmo em diferentes áreas da empresa. Toda idéia deve ser bem vinda, e o dono da idéia deve ser sempre reconhecido e valorizado perante a todos.

O colaborativismo não se resume aos funcionários da empresa. O mesmo conceito pode ser estendido a clientes e parceiros de negócio, pois cada um interage com os processos da empresa sob uma perspectiva diferente, oportunizando insights diferentes.

Hoje, o colaborativismo é um pilar de nossa empresa e que foi estendido inclusive à rede franqueada, por meio de grupos de discussão online e canais de comunicação diretos com a diretoria da rede para fomento de idéias. Nosso objetivo atual é trazer cada vez mais engajamento de clientes, buscando incentivar as idéias deles também sobre nossas decisões, como novos sabores e novas lojas.

Pretendemos também estreitar o diálogo com a rede franqueada ainda mais, a fim de fomentar mais idéias sobre os problemas e oportunidades do dia a dia da rede, por meio da criação de comissões de franqueados para debate de temas específicos.

Gean Chu é sócio-fundador da rede especializada em paletas mexicanas Los Paleteros.

8 coisas que você precisa saber antes de abrir um negócio

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Empreender exige muito mais do que coragem e ter uma ideia de negócio nas mãos. Para abrir uma pequena empresa ou startup, o empreendedor precisa ter em mente que a sua rotina não será fácil.

Administrar as finanças, gerenciar funcionários e lidar com problemas operacionais são algumas tarefas do dia a dia de um empresário. Veja oito coisas que você precisa saber antes de abrir uma empresa.

  1. Empreender não é para qualquer um

Antes de investir capital para abrir uma loja ou restaurante, é recomendável que oempreendedor reflita sobre suas habilidades e perfil comportamental. “Eu realmente identifiquei uma real oportunidade de negócio?”, “Qual é a minha tolerância ao risco?” e “Sou bom em tomar decisões?” são algumas perguntas essenciais que qualquer pessoa deve fazer antes de empreender.

  1. É preciso identificar o segmento correto

Escolher um setor para abrir uma empresa é um dos primeiros passos para quem deseja empreender. Tomar cuidado com barreiras regulatórias e saber se o seu perfil combina com o tipo de mercado são algumas questões que devem ser consideradas.

  1. Sócios devem ser escolhidos com critérios

É comum que empreendedores recorram a amigos e familiares para fazer uma sociedade. As consequências dependem do sócio que você escolher. Qual será o papel de cada um na sociedade, como dividir a participação na empresa e se ele tem um perfil que te complementa são alguns questionamentos que devem nortear a escolha de um sócio.

  1. É imprescindível ter um plano de ação

Para transformar objetivos em realidade, o empreendedor precisa ter um planejamento e definir as metas da empresa. A definição de metas e objetivos ajudará o empreendedor a refletir e a identificar os recursos, tempo e dinheiro que serão necessários para ter sucesso.

  1. O empreendedor precisará de ajuda

Até os super-heróis precisam de ajuda. Fazer tudo sozinho é uma das principais características de pequenos empresários, mas não deveria ser. Abrir um negócio também demanda que o responsável aprenda a delegar e confiar na equipe. Caso contrário, o empreendedor nunca conseguirá deixar de fazer tarefas operacionais.

  1. A importância do ponto comercial

Dependendo do tipo de empresa, o ponto comercial é indispensável para montar a loja ou o restaurante. Muitos empreendedores cometem o erro de escolher o local do empreendimento usando apenas a intuição. A escolha correta de pontos comerciais, tanto para lojas de rua quanto para shoppings, pode fazer com que as chances de sucesso aumentem significativamente.

  1. O cliente é a chave do negócio

Descobrir quem é o seu cliente é essencial para quem quer ter sucesso como empreendedor. O que ele gosta, como ele pensa e se ele recomendaria seu negócio são algumas questões que o empresário precisa descobrir. Conhecer bem quem consome o seu produto ou serviço é uma maneira de estimular o crescimento da empresa.

  1. É possível ser um bom dono e chefe

Influenciar pessoas, tomar decisões, ter empatia, dominar bem as emoções e ter visão estratégica são algumas competências necessárias para quem desejar serdono do próprio negócio e ainda um bom chefe.

Avaliação de empresas sobre investimentos em 2014 piorou, diz FGV

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

RIO – As avaliações sobre a dinâmica dos investimentos em 2014 retratam a piora do ambiente de negócios neste ano, avaliou nesta terça-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV), que anunciou os resultados do quarto trimestre da Sondagem de Investimentos. Em todas as quatro atividades (indústria, serviços, comércio e construção), o número de empresas que declararam ter reduzido investimentos foi maior do que no ano passado.

Na indústria, 31% dos empresários disseram ter reduzido gastos com investimento produtivo no ano passado, enquanto 38% aumentaram. Em 2013, essas fatias foram de 25% e 40%, respectivamente.

Já na construção, o pior resultado segundo a FGV, 24% das empresas diminuíram investimentos, e outros 26% elevaram esse tipo de gasto. Os números mostram deterioração em relação a 2013, quando 17% investiram menos e 33% desembolsaram mais.

No comércio, 12% dos empresários disseram ter investido menos em 2014, e a parcela dos que ampliaram esse gasto ficou em 42%. Em 2013, 6% haviam reduzido os investimentos, enquanto 49% haviam ampliado.

No setor de serviços, 15% das empresas diminuíram investimentos ao longo deste ano, mas 36% elevaram os desembolsos. No ano passado, essas fatias eram de 10% e 41%, respectivamente.

A Sondagem de Investimentos é um levantamento estatístico trimestral que fornece sinalizações sobre o rumo dos investimentos produtivos no setor industrial. A coleta de dados para a sondagem divulgada hoje ocorreu entre 6 de outubro e 28 de novembro. Foram ouvidas 3.866 empresas.

Interior do Brasil oferece oportunidades de negócio para empresas

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

As cidades do interior do Brasil de pacatas não têm mais nada. Pelo menos no que se refere a crescimento e consumo. Se a soma das cidades do interior do país fosse classificada como uma nação, ela seria a 13º maior do mundo, segundo uma pesquisa feita este mês pelo Instituto Data Popular, em parceria com o Sebrae. De acordo com o mesmo levantamento, o consumo da população que vive nas pequenas e médias cidades fora das regiões metropolitanas chega a R$ 900 bilhões. Números que, afirma o presidente do Data Popular, Renato Meirelles, não podem ser desprezados nem pelo setor produtivo e muito menos pelo mercado publicitário.

“A pesquisa nos mostrou que estas são as cidades que mais estão crescendo. Com mais renda e com oportunidades de emprego, o consumo vem aumentando de forma significativa. Este é um bom termômetro, que mostra todas as oportunidades de negócios que empresas dos segmentos de comércio e serviços, por exemplo,podem buscar”, diz Meirelles.

O estudo mostra ainda que as cidades com população entre 50 mil e 200 mil habitantes são as que se destacam como potenciais para a entrada de grandes redes. Um dos motivos: a estabilidade no emprego.

“No interior destas cidades, o número de funcionários públicos, aposentados e pessoas que são beneficiadas por algum programa governamental de transferência de renda ainda é grande. Fora isso, há iniciativas empreendedoras nestes locais. Mas ainda falta a entrada das grandes redes varejistas e de serviços nestes locais de uma forma mais abrangente”, avalia Meirelles.

A criação de polos regionais de empresas em vários estados, principalmente no eixo do Sudeste, também é mais um incentivo para quem ainda não se convenceu de que abrir a filial de uma grande empresa no interior do estado é um bom negócio, acrescenta o executivo do Data Popular.

“Com mais empresas se instalando no interior, a migração para as capitais obviamente é menor. E com renda concentrada nestes lugares, o potencial de consumo aumenta. Por isso, hoje, as redes varejistas regionais seguem nadando de braçada, com pouca concorrência dos principais players do mercado. O que as grandes empresas devem olhar com mais profundidade não é o dinheiro, mas a demanda”, diz Meirelles.

Ele cita alguns pontos da pesquisa como sinais para que varejistas, empresas de turismo e de educação não descartem a entrada em cidades menores. A compra de uma geladeira, por exemplo, é uma das intenções de consumo de 38% das pessoas que moram em cidades do interior no Brasil. Outros 36% do total de habitantes que residem em municípios de pequeno porte querem comprar móveis para casa e 57% elegem o smartphone como um sonho de consumo a ser realizado.

“A demanda por produtos como eletrônicos e linha branca é destaque na pesquisa. Mas há outros itens que também merecem atenção. Um deles é o turismo. O desejo de viajar dentro e fora do Brasil ultrapassa os 40% nas intenções de consumo desta população. E aí entra não só a iniciativa de se ter mais agências de viagens proporcionando a compra de pacotes, como a entrada em operação do plano de aviação regional, proposto pelo governo. É visível pela pesquisa que há demanda para transporte nestas cidades”, conclui o presidente do Data Popular.

A busca por cursos profissionalizantes e pelo ensino superior também é espelhada na pesquisa, o que, para Meirelles, mostra claramente que há um campo extenso para que as universidades entrem e conquistem espaço nestas cidades.

Para Meirelles, o que a pesquisa aponta de mais importante é a redução da desigualdade, a partir do crescimento no interior. Segundo ele, este é um mercado a ser desbravado para empresas que querem se tornar genuinamente nacionais. O interior do Nordeste e do Norte do país serão destaque em breve, sentencia Meirelles.

“Estas regiões estão crescendo e, com as capitais se destacando, o interior vai junto. Basta avaliar as melhores oportunidades”, diz.

Declaração do IR já começou para contribuintes que destinarão parte do imposto a projetos sociais

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O período de declaração do Imposto de Renda já começou para os contribuintes que optaram por destinar parte do IR a projetos sociais. Isso por que o prazo para fazer a destinação vai até 30 de dezembro de 2014 *.

Pessoas físicas, que preenchem a declaração completa, podem destinar até 6% do Imposto de Renda devido aos fundos municipal, estadual ou nacional de apoio à criança e ao adolescente, ao Fundo do Idoso, como o (FEI-SP) ou a outros programas sociais voltados a idosos, crianças e adolescentes. Pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real podem destinar até 1% do Imposto de Renda devido.

Se não der tempo – Uma brecha na legislação permite que, caso não consiga contribuir em dezembro, a pessoa física poderá fazer a destinação durante o período da declaração, ou seja, de janeiro de 2015 até o último dia da entrega. A diferença é que, durante este novo período, a destinação só poderá ser feita em menor porcentagem – 3% – e para somente para fundos e projetos de apoio a criança e ao adolescente.

O Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP) é um órgão apoiador e disseminador dessas informações, já que o profissional da Contabilidade pode orientar seus clientes sobre como praticar esta boa ação. “O profissional contábil possui o conhecimento técnico necessário para orientar pessoas físicas e jurídicas quanto à forma, valor e segurança do procedimento na destinação de parte do Imposto de Renda devido e utilização do Incentivo Fiscal”, explica o conselheiro do CRCSP e especialista em Terceiro Setor, Marcelo Roberto Monello.

Antes de destinar, o profissional da Contabilidade ajudará o contribuinte a analisar se o Fundo que receberá o recurso está regular perante a Receita Federal.

*Por lei, o prazo para destinaãço é 31/12. No entanto, o profissional contábil orienta que ela seja feita até 30/12, devido aos horários de experiente diferenciados das instituições bancárias no último dia do ano.

Manual do eSocial deve ser publicado nesta semana

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Com a publicação do Decreto nº 8.373, na sexta-feira, que institui o sistema, a Receita Federal prometeu a divulgação do manual até quarta-feira. Ele trará os novos leiautes para o início da fase de testes.

Até então, o sistema estava apenas previsto em circulares da Caixa Econômica Federal. O primeiro prazo estimado para entrar em vigor era 14 de janeiro. Contudo, após pressão do empresariado, a exigência foi adiada diversas vezes extraoficialmente.

O marco para o eSocial começar a valer de verdade, entretanto, depende da publicação do manual. A partir disso, as companhias no sistema de lucro real, com receita anual acima de R$ 78 milhões, as primeiras a entrar no sistema, terão seis meses para iniciar a transmissão dos dados em fase de testes. Depois, terão que substituir as guias de recolhimento. Uma resolução conjunta do Comitê Gestor deve trazer um cronograma de adesão das demais empresas.

Na sexta-feira, as empresas do projeto-piloto e o representante da Receita Federal no eSocial, Daniel Belmiro Fontes, realizaram uma reunião sobre o tema. Segundo Angela Rachid, gerente de produtos da divisão brasileira da ADP, empresa especializada em soluções de RH e folha de pagamentos, que participa do projeto-piloto da Receita, o empresariado participou da elaboração do manual.

Um dos pleitos atendidos pela Receita, segundo Angela, foi de retirar do sistema a obrigação de registro das notas fiscais de prestadores de serviço. “Isso facilitará a vida do empresariado, ao separar a área fiscal, que é mais abrangente, e manter apenas a trabalhista e previdenciária”, diz.

Os contabilistas também afirmam ter participado ativamente da elaboração do manual. Segundo Valdir Pietrobon, diretor político-parlamentar da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), “o estresse inicial das empresas já passou”. De acordo com ele, os adiamentos obtidos para que houvesse uma maior discussão sobre o sistema foram necessários. “Agora temos que preparar as empresas para aplicar esse projeto, que conseguimos pautar de forma mais amena”, diz.

O eSocial, que faz parte do chamado Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) , obriga as empresas a enviar aos órgãos do governo federal, praticamente em tempo real, inúmeros dados da folha de salários, impostos, previdência e informações relacionadas aos trabalhadores, que vão desde admissões, a questões como a exposição a agentes nocivos à saúde. Essas informações prestadas ao eSocial substituirá a obrigação de entrega de outros formulários e declarações.

Segundo o decreto publicado na sexta-feira, as microempresas, pequenas empresas e o microempreendedor individual (MEI) terão um sistema simplificado, mais compatível com suas especificidades.

O decreto também criou formalmente o Comitê Diretivo do eSocial, formado pelos secretários-executivos dos ministérios da Fazenda, Previdência Social, Trabalho e Emprego, Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República. O comitê deve estabelecer o prazo máximo para que a prestação de informações migre para o eSocial. Além disso, estabelecer as diretrizes gerais e acompanhar a implementação.

A contabilidade das cooperativas é especial?

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

As Sociedades Cooperativas estão reguladas pela Lei 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que definiu a Política Nacional de Cooperativismo e instituiu o regime jurídico das Cooperativas.

Cooperativa é uma associação de pessoas com interesses comuns, economicamente organizada de forma democrática, isto é, contando com a participação livre de todos e respeitando direitos e deveres de cada um de seus cooperados, aos quais presta serviços, sem fins lucrativos.

A escrituração contábil é obrigatória, para qualquer tipo de cooperativa. Portanto, mesmo uma pequena cooperativa (por exemplo, uma cooperativa de artesanato), deve escriturar seu movimento econômico e financeiro. Este esclarecimento é necessário, pois a lei não dispensa para as cooperativas qualquer isenção de escrita contábil. Especificamente, o artigo 22 da Lei Cooperativista, no seu inciso VI, determina que a sociedade cooperativa deverá possuir os livros fiscais e contábeis, obrigatórios.

Os resultados das operações das cooperativas com não associados serão levados à conta do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social e serão contabilizados em separado, de modo a permitir cálculo para incidência de tributos.

As cooperativas de crédito e de secções de crédito de cooperativas mistas, em virtude de serem consideradas instituições financeiras, tem normas contábeis específicas ditadas pelo Banco Central do Brasil.

Além dos livros para controle e escrituração contábil e fiscal exigidos pela legislação, a cooperativa deverá ter os seguintes livros:

de Matrícula;

de Presença de associados às Assembleias Gerais;

de Atas das Assembleias Gerais;

de Atas do Conselho de Administração;

de Atas do Conselho Fiscal.

Os resultados apurados pelas cooperativas são denomi­nados “sobras líquidas”.

Os resultados positivos, apurados por setor de ativi­dade, serão distribuídos da seguinte forma:

1 – Fundo de Reserva, destinado a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas atividades, constituído com 10% pelo menos das sobras líquidas do exercício;

2 – Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social, destinado à prestação de assistência aos associados, seus familiares e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa, constituído de 5% pelo menos das sobras líquidas apuradas no exercício.

Além dos fundos mencionados, a assembleia geral poderá criar outros fundos, inclusive rotativos, com re­cursos destinados a fins específicos fixando o modo de formação, aplicação e liquidação nos estatutos.

Os resultados negativos serão rateados entre os associados na proporção das operações de cada um realizadas com a cooperativa, se o Fundo de Reserva não for suficiente para cobri-los.

Mais obrigatoriedades no Sped

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A mais nova obrigatoriedade do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), conhecida como ECF (Escrituração Contábil Fiscal), acaba de se tornar uma realidade para grande parte das empresas brasileiras. Trata-se de uma nova Escrituração no formato digital com rastreabilidade das informações contábeis e fiscais para apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o lucro líquido das empresas.

São obrigadas a preencher a ECF todas as pessoas jurídicas – incluindo as imunes e isentas – sejam elas tributadas pelo lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido. Em contrapartida, as pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional ficam desobrigadas de cumprir a nova exigência da ECF. O projeto – que tem entrega prevista para o último dia útil do mês de julho de 2015 – substitui a DIPJ (Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica). A ECF será então constituída por informações relativas ao IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), ajustes de adições e exclusões, inclusive relativas ao RTT (Regime Tributário de Transição), compensações de Prejuízos Fiscais e demais controles.

O planejamento inicial é determinante para uma implementação correta da ECF. É preciso destacar alguns pontos: – Identificar lançamentos com códigos próprios do governo e seus eventuais processos judiciais e administrativos vinculados aos lançamentos; – Detalhar os ajustes do lucro líquido na apuração do Lucro Real, mediante tabela de adições e exclusões definida pela COFIS (Conselho Fiscal); – Mapear fichas da DIPJ geradas atualmente versus impacto da ECF; – Auditar previamente o conteúdo das informações para envio ao Fisco.

O cenário indica a necessidade de incorporação e utilização de novas ferramentas de trabalho que permitam a correta apuração, processamento, geração e entrega da nova obrigação.

Comissão aprova retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (10) proposta que exclui o valor do ICMS da base de cálculo da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. O texto aprovado é o substitutivo do deputado Osmar Terra (PMDB-RS) ao Projeto de Lei 7140/14, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG).

O relator lembrou que o custo de um tributo estadual, como o ICMS, não pode entrar como base para calcular um imposto federal para não ferir o princípio da não-cumulatividade. “Prevalece aqui, mais uma vez, a visão fiscalista, arrecadatória, em detrimento da visão racional e de eficiência econômica”, afirmou Terra.

Esse princípio garante ao contribuinte o direito de compensar em cada operação o montante deIPI e de ICMS relativo às operações anteriores. Assim, a não-cumulatividade assegura que esses impostos incidam apenas sobre o valor agregado a mercadorias e produtos ao longo das várias etapas da cadeia econômica.

As leis 10.637/02, 10.833/03 e 10.865/04 já reestruturaram a contribuição ao PIS/Pasep e a Cofins para privilegiar o princípio da não-cumulatividade e favorecer o desenvolvimento da atividade econômica de mais alto valor agregado. Segundo o relator, as contribuições incidentes sobre faturamento bruto distorcem o sistema de preços a partir de um efeito cascata. Quanto mais complexa a cadeia, maiores serão os custos.

Joias

Terra tirou os valores da folha de pagamento e tributos relacionados da base de cálculo do PIS/Pasep e da Cofins para empresas de fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes. O texto inicial previa a mudança da base de cálculo apenas para empresas de cadeia produtiva de pedras preciosas e joias.

“Essas medidas são fundamentais para que o setor corresponda em resultado a seu enorme potencial e vantagens comparativas, hoje obstadas pela tributação excessiva”, afirmou. De acordo com Osmar Terra, o setor de joias e gemas é formado quase que exclusivamente por empresas de pequeno porte e microempresas com uso de mão de obra.

Tramitação

O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Contribuintes devem ficar atentos para novidades em 2015

Posted by Clayton Teles das Merces on 12 dezembro 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O Sescon-SP listou algumas das principais mudanças fiscais e tributárias para o próximo ano, que requerem atenção e capacitação de contribuintes, empresários e profissionais contábeis. As micros e pequenas empresas já ingressam 2015 com novidades, tendo em vista a vigência da Lei Complementar 147/2014, que traz, a partir de 1° de janeiro, mudanças significativas nas regras do Simples Nacional, entre elas a mudança do critério de adesão, que passa a ser por limite de faturamento e não mais por segmentos de atuação.

Apesar do expressivo avanço na legislação das MPEs, o presidente do Sescon-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, alerta para a necessidade de análises, simulações e projeções antes da opção pelo sistema simplificado de tributos, que deve ser feita até 31 de janeiro. “Em algumas situações, o Simples Nacional traz aumento de carga tributária, por isso é preciso fazer uma escolha acertada, embasada no perfil do negócio”, destaca o líder setorial.

Outra novidade decisiva para o segmento empresarial é a extinção da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da necessidade de impressão do Livro de Apuração do Lucro Real. Estas exigências serão supridas com a entrega da Escrituração Contábil Fiscal, a ECF, que deverá ser transmitida de forma centralizada pela matriz a partir do ano-calendário 2014, exercício 2015. A primeira entrega está prevista para o último dia útil do mês de setembro do ano que vem, dois meses após a entrega da Escrituração Contábil Digital, a ECD, que deve ser feita até 30 de junho.

Ao participar da última reunião da Câmara Setorial de Contabilidade do Sescon-SP, no dia 4, o supervisor do projeto da EFD-Contribuições da Receita Federal do Brasil, Jonathan José Formiga, falou da relevância desta novidade. “Esta é uma mudança estruturante. O modelo que será implantado é totalmente digital e requer atualização e capacitação dos contribuintes e do segmento contábil”, destacou o auditor fiscal, que na ocasião ministrou a palestra “A importância do conteúdo nas escriturações fiscais digitais, Riscos, responsabilidade e prevenções”.

O Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, o eSocial, também entra em uma fase decisiva em 2015. Está prevista para os próximos dias a publicação da portaria e disponibilização do manual, que darão início ao cronograma de adesão ao sistema. Seis meses após haverá a liberação do ambiente para testes, em um ano a obrigatoriedade de envio pelas empresas com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões e em um ano e meio a entrada das organizações com faturamento igual ou acima de 3,6 milhões. “O eSocial vem exigindo uma grande mudança cultural e as empresas devem se preparar para esta obrigação, que abrangerá empregados e empregadores em todo o país”, explica Sérgio Approbato.

Em âmbito estadual, os empresários devem atentar para o prazo de implantação obrigatória do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos, o CF-e-SAT, cujo objetivo é documentar, eletronicamente, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo e passará a ser exigido em julho. Já na esfera municipal, destaque para o Sistema Autenticador e Transmissor de Documentos Fiscais Eletrônicos, SAT-ISS, que se destina à emissão e transmissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e. A utilização do equipamento será obrigatória, na cidade de São Paulo, a partir de 1º de março.

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