Direitos para doméstica avançam na Câmara

Posted by Clayton Teles das Merces on 8 novembro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

Comissão da Câmara aprovou ontem projeto que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos para incluir benefícios como a hora extra e o recolhimento obrigatório, pelo empregador, da contribuição ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Trata-se do primeiro avanço de uma proposta de emenda constitucional que ainda precisará passar pelo plenário da Câmara antes de ir para o Senado.
“Tem boas chances de aprovação neste ano. É uma PEC [proposta de emenda constitucional] meritória, tem apelo social, e por isso pode levar à votação”, disse o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS).

Ainda assim, apenas parte das mudanças propostas passaria a valer imediatamente após a aprovação do projeto, sendo absorvida na Consolidação das Leis do Trabalho.

Como exemplo está a limitação da carga horária a oito horas por dia e 44 horas semanais e a determinação de que o empregador não poderá reter salários em razão uma dívida do empregado.

Outra mudança que não demandaria regulamentação é a determinação de que os empregadores não poderão contratar para trabalho noturno ou para realizar atividades consideradas perigosas jovens menores de 18 anos. Menores de 16 anos só podem ser contratados na condição de aprendiz.

O projeto também veda ações discriminatórias, estabelecendo, por exemplo, que, no momento da contratação, o candidato portador de deficiência deverá ter o mesmo tratamento dos demais e que não poderão ser pagos salários diferentes para funcionários com as mesmas tarefas.

“Nem tudo dá na modalidade da CLT, mas houve grandes avanços e, na regulamentação, teremos uma equiparação de direito dos demais trabalhadores”, disse a relatora da proposta, deputada Benedita da Silva (PT-RJ).

Pendências
Entre os direitos que precisam de regulamentação por projeto de lei, estão os relacionados a benefícios previdenciários, como o seguro-desemprego e o FGTS, que passaria a ser obrigatório.

Os empregadores também teriam que passar a pagar um salário-família para empregados de baixa renda com dependentes e um seguro contra acidentes de trabalho.

A remuneração do trabalho noturno deve ser superior à do diurno. A proposta não aborda as diaristas.

A deputada descartou a possibilidade de as novas obrigações estimularem um aumento da informalidade no setor. “Quem não têm carteira assinada vai exigir. Caso contrário, vão procurar outro mercado para trabalhar como cozinheira, lavadeira, babá”, afirmou Benedita.

“Que adianta ter um Camaro sem poder manter?”

“O que adianta ter um Camaro amarelo [carro importado da Chevrolet] e não ter condições de mantê-lo?”, questiona Margareth Carbinato, presidente do sindicato das patroas, ao se referir à proposta de ampliação de direitos das domésticas aprovada ontem em Comissão Especial da Câmara.

“Não adianta conceder direitos trabalhistas se não houver empregador que sustente essa situação.”

Para ela, a proposta gerará desemprego e informalidade. “Uma empregada registrada por R$ 622 [salário mínimo] custará R$ 2.750 por mês se dormir no trabalho e considerarmos as horas extras que excedem a jornada de 44 horas semanais.”

Representantes da categoria não foram localizadas.

Subsecretário do Tesouro esclarece dúvidas sobre FCDF

Posted by Clayton Teles das Merces on 6 novembro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

(Notícias Secretaria da Fazenda do Distrito Federal)

Data: 06/11/2012
O subsecretário do Tesouro, da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (SEF/DF), Paulo Santos de Carvalho, esteve na Câmara Legislativa, nesta quinta-feira (1º/11), atendendo à convocação expedida há cerca de um mês. O objetivo foi esclarecer dúvidas dos parlamentares em relação à administração do Fundo Constitucional do DF, como a forma de repasse da União; a distribuição dos recursos pelo Governo local; o remanejamento da verba entre as áreas, e a política de aplicação do dinheiro.

Carvalho explicou que o repasse tem a finalidade de prover recursos adicionais aos do Tesouro do DF, necessários à organização e manutenção da folha de pagamento, em especial das polícias Civil, Militar, Bombeiros, e ainda prestar assistência financeira à execução de serviços públicos nas áreas da saúde e educação. Desde sua instituição em 2002, o repasse saltou de R$ 3,3 bilhões (2003), para R$ 9,9 bi em 2012.

Segundo o subsecretário, o Governo do DF teve aumento considerável no percentual destinado ao custeio (despesas com manutenção como água, luz, dentre outras) e nos investimentos (infraestrutura e compra de bens) aumentando de 0,39% para 3,72%, no período (2003-2012).

Durante a apresentação dos dados, demonstrou que, em 2011, do total de recursos disponíveis, mais de 53% foram destinados à segurança. Já para a educação e a saúde o percentual foi de aproximadamente 46%. Em 2012, a distribuição dos recursos para as mesmas áreas alcançou 52,1% e 47,9%, respectivamente. “Estamos quitando o passivo trabalhista, herdado de outros governos. Além disso, regularizamos a execução das despesas dentro do próprio exercício”, informou.

A previsão é de que o repasse do FCDF do exercício atual chegue a quase R$ 10 bilhões, de acordo com o orçamento anual do DF. Para 2013, o montante deverá ser 7,29% superior, conforme prevê a legislação. Entretanto, o reajuste será menor que o de 2012, que foi de 13,94%. O repasse é calculado com base na variação da Receita Corrente Líquida indicada na proposta orçamentária da União.

Atribuições do gestor

Além de apresentar os números, o subsecretário do Tesouro lembrou que as atribuições do gestor do Fundo Constitucional são apenas disponibilizar os recursos orçamentários para as unidades gestoras; consolidar a proposta anual; atender aos órgãos de controle interno e externo, elaborar a prestação anual de contas, e também emitir pareceres orçamentários e financeiros a exemplo de concursos, reajustes e da reestruturação de carreira.

“Na Fazenda somos apenas executores, ficando a política de recursos humanos a cargo da Secretaria de Administração Pública do DF, e a execução do orçamento com os ordenadores de despesa. Já a definição da distribuição do orçamento por grupo de despesa é decidida pelas Secretarias de Planejamento, Orçamento e Gestão, e a de Orçamento Federal, lotadas nos Ministérios do Planejamento e da Fazenda”.

Prazo para empresários optarem pelo Simples Nacional para 2013 vai até 28 de dezembro

Posted by Clayton Teles das Merces on 6 novembro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

(Notícias Agência Brasil – ABrl)

Data: 06/11/2012
Brasília – Já está aberto e vai até 28 de dezembro o prazo para empresários fazerem o agendamento da opção pelo Simples Nacional para o exercício de 2013. De acordo com nota divulgada pela Receita Federal, os interessados podem solicitar a adesão no portal do regime simplificado na internet.

De acordo com a Receita, por meio do agendamento, o contribuinte manifesta seu interesse para o ano subsequente e antecipa a verificação de pendências impeditivas ao ingresso no regime. Dessa forma, tem tempo para regularizá-las.

Nos casos em que não houver impeditivos, o cadastro para 2013 será confirmado e no dia 1° de janeiro do ano que vem será gerado o registro oficial da opção. Caso sejam identificadas pendências, o agendamento não será aceito. O contribuinte poderá regularizar essas pendências e fazer um novo agendamento até 28 de dezembro. Depois desse prazo, a empresa ainda poderá solicitar a opção pelo Simples Nacional até o último dia útil do mês de janeiro.

O cancelamento da opção pelo Simples Nacional está disponível no mesmo período do agendamento. A Receita informou que não será realizado agendamento para empresas em início de atividade.

Avanço da economia trará forte alta nos salários, prevê a Quest

Posted by Clayton Teles das Merces on 26 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

Em um mercado de trabalho apertado e com crescimento moderado da população economicamente ativa (PEA), qualquer pequena variação positiva da atividade resultará em grande oscilação nos salários, de acordo com Fabio Ramos, economista da Quest Investimentos. Ele diz que o estoque de trabalhadores desocupados é baixo — o que é refletido na baixa taxa de desemprego, que ficou em 5,4% em setembro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira. Por isso, pequenas oscilações na demanda por trabalhadores têm forte impacto nos salários.
No entanto, o economista pondera o crescimento de 4,3% do rendimento médio real dos ocupados na comparação entre setembro deste ano com igual mês de 2011. “Apesar do crescimento do emprego, os salários estão fracos. Como a atividade hoje ainda está fraca, o poder de barganha do trabalhador diminuiu. E a própria inflação [mais baixa que em setembro do ano passado] ajuda a poluir esse índice [4,3%], indicando salários reais maiores”, afirma.

De acordo com dados dessazonalizados pela Quest, o rendimento caiu 0,2% na passagem de agosto para setembro, e a queda na média móvel trimestral foi ainda maior: 0,5%. “O salário é muito volátil. Esperamos que o rendimento acelere nos próximos meses na comparação com os meses anteriores, mas desacelere na comparação interanual, porque os salários estavam altos no fim do ano passado, num momento em que o PIB não crescia.”

Negociação deve substituir leis

Posted by Clayton Teles das Merces on 25 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

O avanço nas relações trabalhistas no Brasil esbarra, quase sempre, na morosidade dos processos legislativos e nas amarras da Justiça do Trabalho para uma atuação mais objetiva. Representantes sindicais, empresários, juristas e governo concordam que o ponto de harmonia está em negociações coletivas eficientes. Porém, até um simples acordo entre as partes no contexto da legislação brasileira é tarefa difícil.
O ex-ministro do Trabalho Almir Pazzianotto acredita que as leis trabalhistas no Brasil têm um grau de insegurança jurídica tão alto que embaça um entendimento claro das normas. “A relação de trabalho deve ser norteada por uma legislação simples, que os dois lados possam compreender. Porque isso se transforma em um grande entrave para a economia do país, uma vez que se converte em desestímulo à geração de empregos”, diz.

Na maioria das vezes, segundo Pazzianotto, vai parar na Justiça, que acumula, só nos últimos 12 anos mais de 30 milhões de processos, em apenas 1.418 varas. “O conflito deve ser uma exceção e não a regra. E quando houver, deveria ser por uma via não judicial. Portanto, o governo deve fomentar a negociação coletiva, procurar fazer com que empresas e sindicatos negociem formas de conciliação evitando ir à Justiça”, avalia o jurista.

O presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Antônio Carlos Mendes Gomes, aponta que diante da numerosa coleção de artigos e dispositivos reguladores das leis trabalhistas sobra pouco espaço para acordos mais flexíveis entre empregado e empregador. “Muitas delas são inaplicáveis e outras inibidoras, que impedem que a gente evolua para um cenário novo de relações trabalhistas. E a negociação coletiva é inviabilizada por conta da regulamentação existente e da postura dos tribunais”, critica.

Medo de prejuízos
Representantes sindicais também apoiam acordos não judiciais, mas teme que uma flexibilização traga prejuízos aos trabalhadores. “O que precisa ser feito é aprimorar as negociações”, aponta João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical. “Os acordos coletivos locais e a data-base, nesse contexto, representam um avanço importante. Mas deve-se incentivar cada vez mais normas gerais para não haver pressões externas para a diminuição de direitos”, propõe.

Pazzianotto defende que os sindicatos tenham liberdade de negociação, desde que eles sejam representativos, para dar mais hegemonia ao trabalhador. “Mas o Estado fica intervindo quando deveria respeitar os direitos dos protagonistas. O trabalhador tem que adquirir cidadania plena, o que não terá enquanto não sair desta tutela do governo e das leis trabalhistas”, diz.

O governo, segundo o ministro do Trabalho, Brizola Neto, não deve interferir nas relações entre empregados e empregadores. “As lideranças sindicais, tanto dos empregados quanto dos empregadores, já amadureceram o suficiente para entender que o governo não pode interferir nas relações entre capital e trabalho. Estamos estimulando e fortalecendo os espaços que busquem aperfeiçoar as relações de trabalho por meio de negociações coletivas mais amplas”, defende Brizola Neto.

No Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª região, que abrange o Distrito Federal e o estado do Tocantins, há vários casos de tentativa de acordos coletivos entre trabalhadores e empresas, mas na maioria não há sucesso nos processos de negociação. O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Oreste Dalazen, diagnostica que essa deficiência é devida a uma legislação extremamente intervencionista. “Por ser (a lei) muito rígida, quase não há espaço para negociações. Se ela, portanto, é inadequada e desatualizada, isso vai refletir nas decisões judiciais”, justifica.

Para o advogado Luiz Felipe Buaiz, para se chegar a uma conciliação é preciso haver flexibilidade. “Tem que pedir e também abrir mão, pois o acordo é bilateral e precisa da consonância de vontade entre as partes”, elucida. “Um grande problema que hoje existe no Brasil é que o sindicato abre mão de algumas exigências para acontecer o acordo, mas acaba que o associado não gosta e protesta”, exemplifica.

Neste ano, o TRT registrou apenas dois casos cuja negociações foram bem-sucedidas. O primeiro deles, protocolado em maio, envolveu o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e os trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Empregados em Entidades de Assistência social e de Formação Profissional do DF (Sindaf-DF).

A negociação coletiva teve início com uma proposta de reajuste salarial de 14% apresentada pelo sindicato. Em contrapartida, o Senac-DF ofereceu 4,9%, referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de abril, além de outros benefícios para os empregados, como reajuste do vale-alimentação, que passou para R$ 14.

Como o sindicato não aceitou o reajuste proposto pelo Senac-DF, suscitou a solução do impasse por meio de dissídio coletivo e firmou-se um acordo para manutenção da contraproposta feita pelo Senac, com o reajuste salarial de 5,5%.

O segundo caso, aberto em agosto, foi uma negociação entre a Horizonte Logística e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias, Transportes, Armazenamento, Distribuição, Venda, Exportação e Importação de Álcool, Bebidas e Derivados no Distrito Federal e Municípios do Entorno (Sintrabe).

Os empregados da empresa de transporte e distribuição queriam um aumento de 15% no salário e mais uma comissão com valor fixo por cada volume entregue. Houve uma contraproposta oferecida de 5% e que não foi aceita pelos prestadores de serviço, que decidiram entrar em greve no período de quatro dias e meio até chegar ao acordo que foi fechado em 10% de aumento mais a comissão.

Sentados à mesa

2,23%
percentual médio dos reajustes salariais, em 2012, ganho real de acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, calculado pelo IBG. Trata-se do melhor resultado das negociações salariais acompanhadas pelo Dieese desde 1996

97%
dos 370 reajustes salariais analisados em 2012 tiveram ganho real no primeiro semestre deste ano (ficaram acima da inflação aferida pelo IBGE)

80%
das negociações coletivas entre 1993 e 2005 terminaram em acordo homologado, em acerto entre empregados e patrões, com ou sem mediação efetiva do judiciário

Negociar ou não / O que eles pensam

“O conflito deve ser uma exceção, não a regra. E quando houver, deveria ser por uma via não judicial. Portanto, o governo deve fomentar a negociação coletiva, procurar fazer com que empresas e sindicatos negociem formas de conciliação”

Almir Pazzianotto,
ex-ministro do Trabalho

“As lideranças sindicais, patronais ou não, já amadureceram o suficiente para entender que o governo não pode interferir nas relações entre capital e trabalho. Por isso, estamos as relações por meio de negociações coletivas mais amplas”

Brizola Neto,
ministro do Trabalho

“Os acordos coletivos locais e a data-base representam um avanço importante. Mas deve-se incentivar cada vez mais normas gerais para não haver pressões externas para a diminuição de direitos”

João Carlos Gonçalves,
o Juruna, secretário-geral
da Força Sindical

“Pelo fato de a lei ser muito rígida, quase não há espaço para negociações. Se ela, portanto, é inadequada e desatualizada, isso vai refletir nas decisões judiciais”

João Oreste Dalazen,
presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST)

Pequenas empresas têm pontualidade de pagamentos recorde

Posted by Clayton Teles das Merces on 25 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas (MPEs) atingiu em setembro o maior patamar desde o início da divulgação do índice da Serasa Experian, em janeiro de 2006.

No mês passado, o indicador chegou a 95,9%. Isso significa que, a cada 1.000 pagamentos realizados por essas empresas, 959 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a pontualidade de pagamentos das MPEs avançou 0,6 ponto percentual.

De acordo com a Serasa, setembro costuma ser o mês de maior pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas no ano.

O valor médio dos pagamentos pontuais cresceu 11,6% na comparação com setembro de 2011.

A pesquisa é feita pela Serasa Experian com base nos pagamentos efetuados, mensalmente, por amostra de cerca de 600 mil micro e pequenas empresas.

CONSCIENTIZAÇÃO

Para Paulo Feldmann, presidente do Conselho da Pequena Empresa da Fecomercio SP, o aquecimento da economia e a queda dos juros são os principais fatores da maior pontualidade das empresas.

“A inadimplência sobe quando as vendas caem”, diz.

Ele também observa uma maior conscientização do empresário sobre os riscos do endividamento.

“Os anos de taxas de juros muito altas ensinaram ao pequeno empresário que ele deve fugir de banco, só recorrer a eles em último caso”, diz.

Além disso, Feldmann diz que, em geral, os bancos consideram que as pequenas empresas têm um risco maior. Por essa razão, acabam oferecendo serviços menos atrativos para as MPEs.

BONS PAGADORES

O presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, destaca que a pontualidade está acima de 90% desde 2006, o que demonstram um perfil de bons pagadores das empresas do segmento.

Ele destaca que as firmas que estão em dia com seus pagamentos têm melhores condições de planejar seu crescimento.

“Com a previsão do cadastro positivo de entrar em vigor em janeiro de 2013, o histórico de adimplência será considerado na avaliação de riscos, o que deve reduzir os juros dos financiamentos bancários”, afirma Barretto.

Horas extras e folgas

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

Com o surgimento de oportunidades criadas a partir dos novos trabalhos e as diversas formas de exercê-los, a flexibilização dos regimes trabalhistas entra em pauta até na rua, nas mesas de bares. Os trabalhadores — alguns culpam a CLT pelo próprio aumento do desemprego —enxergam um ponto positivo nesses possíveis atalhos que surgem do simples questionamento da formalidade celetista.
Para Daniel Reis (D), 30 anos, auxiliar de documentação, a terceirização é um dos pontos de maior divergência no debate de flexibilização das normas laborais. Segundo ele, isso causa muita insegurança e é um assunto que deveria ser prioridade para o movimento sindical. “Eu posso ser demitido sem nenhum motivo ou ser mudado de local de trabalho”, reclama. No entanto, reconhece que há vantagem no setor informal. “É na questão da mobilidade das horas trabalhadas: posso, por exemplo, chegar mais tarde ou sair mais cedo”, pondera.

O assistente em vendas Halyson Pinheiro (E), de 23 anos, conta que seu local de trabalho já está um pouco “flexibilizado” por meio do banco de horas. Isso, segundo ele, traz uma liberdade maior para acordos. “Cria-se opções que podem beneficiar ambos os lados. Algumas vezes, a empresa precisa de horas extras e elas são recompensadas não somente com o pagamento, mas com folga”, entende.

O mestre de obras Mario Ribeiro, 57, por exemplo, critica a falta de representatividade de algumas instituições sindicais. “As escolas de formação deveria ser obrigação dos sindicatos, mas quem cuida delas são as empresas.” Ele também acredita na reforma da legislação trabalhista, principalmente em relação à quantidade de horas mensais trabalhadas.

Meritocracia ganha espaço nas empresas brasileiras

Posted by Clayton Teles das Merces on 24 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

As empresas brasileiras estão cada vez mais atentas às diversas formas demotivar seus funcionários. E um dos modelos de gestão adotados por algumas delas é a meritocracia,que remunera financeiramente os funcionários por meio da análise de desempenho. Especialista no assunto, Josué Bressane Junior, consultor da Gemte Consulting, conta que teve contato com esse modelo de gestão há mais de 20 anos, quando trabalhava na Ambev. “Lá fora o conceito já estava consolidado, principalmente em bancos.

A Ambev foi uma das pioneiras na implantação desse modelo no Brasil.” De acordo com o consultor, o país tem grandes oportunidades para implantar esse modelo de gestão. “Quando a empresa implanta a meritocracia é necessário uma mudanças de cultura interna. Ela se torna um valor da empresa, e valor não se discute”, destaca. Josué que participou do processo de implantação da meritocracia em companhias como Ambev, Sonyena Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) revela que muitas vezes viu profissionais saírem das empresas por não acreditarem nesse tipo de gestão. “A meritocracia é um modelo que remunera de acordo com a performance do profissional. E, nesse caso, se o profissional trabalha menos acaba tendo uma remuneração menor do que os outros, o que nem sempre agrada as pessoas.”

O consultor explica também que a análise de desempenho tem como objetivo engajar as pessoas e pode ser utilizada em todos os níveis da empresa. “Quando você compartilha metas com todos os setores você gera uma cumplicidade entre os profissionais.A área de venda depende da produção e finanças precisa do setor de vendas.” Segundo o especialista em meritocracia, engana-se quem pensa que o modelo de gestão pode ser utilizado apenas nas grandes corporações. O consultor conta que já realizou a inserção do modelo em uma escola.Questionado sobre as metas estabelecidas, Bressane é rápido: “Pode ser um índice de classificação, alunos que permanecem na unidade. São várias as possibilidades que a empresa pode explorar, basta identificar qual a meta que companhia espera atingir.”Outro mito que Bressane desmitifica é o porte das empresas que podem receber a meritocracia. “Recentemente fizemos a implantação em um escritório de advocacia composto por 13 funcionários.” A meritocracia, segundo explica o consultor, é um modelo que pode variar de empresa para empresa, mas ressalta que o princípio é o mesmo: dividir o lucro com as pessoas. “O executivo precisa acreditar que isso vai gerar mais valor para a companhia.”Porém, o consultor argumenta que o processo ainda tem sido lento no Brasil, tendo se tornado um pouco mais forte a partir dos anos 2000, influenciado pelas companhias multinacionais. “Hoje a meritocracia já é mais pulverizada nas grandes organizações. Mesmo assim alguns mercados ainda são mais conservadores, como o químico e petroquímico.”

Saiba por quanto tempo guardar os documentos de RH

Posted by Clayton Teles das Merces on 23 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

O que fazer com grande quantidade de papéis acumulada na empresa durante o ano? Trinta anos atrás, quando a Revolução da Informática ainda estava engatinhando, os visionários previam que os computadores iriam limpar as mesas dos escritórios. Chegou-se a acreditar que o desenvolvimento de arquivos magnéticos e planilhas eletrônicas acabariam com as pilhas de papel. Mais recentemente a explosão do e-mail e da internet deu a alguns a ilusão de que o papel se tornaria um artigo quase invisível no escritório.
Nos últimos 50 anos, o consumo de papel cresceu seis vezes, Na próxima década, a estimativa é de que ele aumente em tono de 32%, alimentado principalmente pelo apetite das máquinas de fax, impressoras e copiadoras que se multiplicaram nos escritórios do mundo todo. Máquinas mais baratas e mais rápidas incentivam o uso do produto originado da celulose.

Assim como eu, nenhuma outra pessoa vive sem papel. Tantas vezes prevista a sociedade sem papel não aconteceu e nunca vai surgirá

Então, o que fazer com a grande quantidade de papéis acumulada durante o ano? Antes de tomar decisão procure a orientação especializada para saber o que deve ser arquivado e o que pode ser eliminado. Um procedimento incorreto pode resultar em multas e na perda de informações estratégicas.

A mesma lei que cria um mar de burocracia, também “brinda” com possibilidades de, em determinado período, se ver livre de uma pilha de documentos que, então, nada mais serve do que ocupar preciosos espaços.

Portanto, é de fundamental importância que as empresas implantem a Tabela de Temporalidade Documental / TTD, que é uma relação de itens documentais, separada por departamento, com a definição do tempo de arquivamento, avaliando para cada item documental, o seu valor administrativo, técnico, legal e histórico.

Com o acompanhamento do vai e vem da Legislação Brasileira, esta tabela representa para cada departamento da empresa, uma ordenação de sua produção documental, com a identificação de documentos que devem ter tempo de guarda específico, possibilitando a distinção entre os documentos de guarda temporária dos de guarda permanente, originando-se a eliminação da papelada inútil com a consequente liberação de espaços.

A TTD permite um armazenamento disciplinado, possibilitando um critério na seleção de documentos, evitando o desconhecimento das potencialidades que um acervo arquivístico apresenta enquanto fonte de informação gerencial e fonte de informação sobre a história da organização.

Este importante instrumento, a TTD, para que continuamente gere maior agilidade nas empresas, deve ser sistematicamente atualizada. Desta maneira, para uma melhor análise, relacionamos alguns itens documentais, da área de Recursos Humanos, com os respectivos prazos, de acordo com a legislação.

Pequenos negócios vivem momento de oportunidades

Posted by Clayton Teles das Merces on 22 outubro 2012 in Sem categoria with Comments closed |

As micro e pequenas empresas (MPE) brasileiras vivem um momento de oportunidades com a realização no país de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo da FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, além da descoberta de reservas de petróleo na camada pré-sal. Com isso, existe uma expectativa de geração significativa de recursos para investimentos industriais e infraestrutura, beneficiando as empresas de pequeno porte e os empreendedores rurais. É o que revela o estudo feito, em setembro deste ano, pelo Atendimento Coletivo e Indústria, do Sebrae.
Segundo o levantamento, o perfil do cliente da instituição está segmentado. Em todo o Brasil, existem cerca de 6,8 milhões de pequenos negócios no Simples Nacional, sendo que deste total 1,3 milhão são negócios industriais, o que representa 19,5% no cenário empresarial nacional.

O setor de metal mecânica, seguido do couro e calçados, tiveram destaque nos atendimentos do Sebrae até dezembro de 2011, com 6.552 consultorias. Com os ramos de madeira e móveis, gemas e joias, têxtil e confecção, eletroeletrônico, indústria alimentícia e bebidas, equipamentos médicos, odontológicos e hospital, construção civil, química e PVC e cosméticos somam 17.403 atendimentos feitos pela instituição entre micro empresas, empresas de pequenos porte e microempreendedores individuais (MEI).

De acordo com a gerente da área, Kelly Cristina Sanches, o mapeamento dos clientes da indústria em todo o país é de fundamental importância para o trabalho do Sebrae, pois cada setor está em um estágio e apresenta necessidades diferentes. “Hoje, nós trabalhamos com 21 setores e precisamos conhecer o cliente de cada segmento. Queremos expandir nosso atendimento, além de melhorá-lo e qualificá-lo para prestar consultorias”, destaca.

A gerente completa: “O Sebrae terá condições de ter informações privilegiadas para ampliar o atendimento dos segmentos industriais brasileiros”.

Copyright © 2011-2026 Escrita Contabilidade All rights reserved.
This site is using the Desk Mess Mirrored theme, v2.5, from BuyNowShop.com.