Especialista comenta sobre os achismos no ambiente de trabalho

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Eu acho que devia ser assim porque… Porque eu acho.

Quando nos deparamos com os achistas perpetuando nos seus achismos em momentos de decisão muitos conflitos e dificuldades começam. No meio corporativo, essa atitude é extremamente perigosa, pois neste ambiente as decisões devem ser muito bem estudadas, levando-se em consideração fatos e evidências concretas do que realmente seja a melhor opção.

É natural e instintivo fundamentar ou reagir a partir de experiências passadas. Muitas vezes essas experiências nos ajudam, mas muitas outras nos atrapalham. Quantas vezes acabamos por repetir os mesmos erros mesmo já tendo obtido resultados desastrosos anteriormente?

Será que você já parou para pensar que talvez seja pelo “acho”? No lugar do “acho” deveria estar a certeza. “Acho que gosto dele, acho que pode dar certo, acho que vou ganhar, acho que está certo, acho que está errado”. São tantos “achos” e poucos fatos!

A história é baseada em fatos. Crimes são solucionados através de evidências. A ciência evolui através de teorias baseadas na observação de ações e reações. Porque não fazemos o mesmo no nosso dia a dia? Nas decisões que precisamos tomar?

Dentro das organizações muitos erros são cometidos pela falta de interesse em buscar as informações que estão ao redor e dentro da própria empresa. Todos os dias fatos e evidências na rotina do trabalho piscam sinais de alerta e preferimos ignorá-los a sair da zona de conforto. Sim, é bem mais fácil achar do que buscar evidências que deem sustentação, ou não, às nossas teorias.

Ouvir, explorar e refletir ainda é receita de sucesso. Gestores, busquem conhecer os problemas da sua empresa, ouvir seus funcionários, aceitar críticas, alimentem a curiosidade em saber como uma empresa de sucesso chegou lá, o que seu presidente fez, como é a agenda desse executivo. Explore todas as teorias, questione, converse com pessoas diferentes, estude outros mercados, saia da zona de conforto, exercite a arte de mudar de opinião e, principalmente, aprenda a sustentar suas decisões em fatos concretos que garantirão um resultado excelente ou muito próximo do esperado. Não existe sucesso no comodismo. Sucesso é fruto de muita transpiração. Transpire, inspire e brilhe.

Chega de acho. Busque os fatos.

Receita aperta cerco contra fraudes na declaração do IR

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A 14 dias do prazo final de entrega das declarações do Imposto de Renda, a Receita Federal está mais atenta contra tentativas de fraudes. Duas operações deflagradas pelo Fisco — na Bahia e no Paraná — reforçam que o órgão se mantém na cola de esquemas que visam burlar o acerto de contas anual de contribuintes com o governo federal. Na ação “Sorriso Amarelo”, o Serviço de Inteligência na Bahia detectou irregularidades no uso de recibos odontológicos. Os comprovantes foram emitidos em favor de pelo 400 pessoas em Salvador e Feira de Santana. Já em Curitiba, a Delegacia Regional do estado colocou na rua ontem a operação “Grande Prole” para coibir o incremento de restituições com informações falsas.

Nas atividades da Receita, as garras do Leão estão voltadas, principalmente para as despesas com saúde. Os gastos com médicos e dentistas, por não terem limites para dedução, são a grande tentação para quem pretende burlar o Fisco. A prática mais comum é declarar mais do que foi pago com essas despesas, usando comprovantes falsos, além de relacionar desembolsos de pessoas que não são dependentes.

Conforme a Receita, mais operações estão em andamento em outros estados, inclusive no Rio. No entanto, o órgão informou que não divulga detalhes de procedimentos para não atrapalhar as apurações.

O esquema de fraudes em Curitiba envolvia servidores estaduais do Paraná. Há três anos, os suspeitos receberiam restituições ilegais. A receita estima que os participantes tenham deixado de recolher aos cofres públicos cerca de R$ 18 milhões, levando em conta impostos, multas e juros.

De acordo com o Fisco, o acusado de ser o responsável pelas irregularidades nas declarações já respondeu por crime de uso de documento falso. As investigações apontam que ele inseria dados forjados de clientes no sistema da Receita para aumentar o valor das restituições ou reduzir o imposto a pagar. Foram encontradas irregularidades nas declarações deste ano.

Na Bahia, chamou a atenção do Serviço de Inteligência do Fisco diferença de R$3 milhões, entre 2009 e 2012, de rendimentos tributáveis declarados por dentistas e as despesas informadas como pagas por clientes. Pelo menos 400 contribuintes estariam envolvidos no suposto esquema de compra e venda de recibos de serviços odontológicos para abatimento de despesas na declaração. Assim, o contribuinte reduziria a mordida do Leão ou aumentaria a restituição.

Segundo a Receita Federal, os profissionais liberais envolvidos na emissão de recibos falsos vão responder a processo criminal. O órgão entrará com representação no conselho de classe.

Órgão aprimora capacidade de cruzar dados a cada ano

A capacidade da Receita Federal de detectar fraudes aumenta a cada ano. O alerta é do diretor da Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco) Luiz Antônio Benedito. Segundo o especialista, o órgão aprimora o cruzamento de informações para descobrir erros e inconsistências nas declarações de Imposto de Renda.

“O cruzamento de dados é contínuo. A Receita faz verificação extra caso detecte alguma distorção, por exemplo, nas despesas médicas. Se um contribuinte teve despesa muito alta no ano, ele será chamado, mesmo a declaração dele tendo passado sem problemas pelo sistema eletrônico. É praticamente impossível não ser pego pelo Fisco”, explica o auditor fiscal.

Para evitar problemas,a dentista Katyuscia Lurentt, 33 anos, confere se realmente o paciente que pede recibo foi atendido e os serviços foram mesmo prestados. Ela passou a usar o sistema de Nota Carioca, da Prefeitura do Rio, por considerar mais prático. “Acho totalmente errada essa prática (de recibos falsos). Com a Receita não se brinca”, ressalta.

CONHEÇA OS DEDOS-DUROS

CARTÃO DE CRÉDITO

Quando os gastos com cartão de crédito de um cliente passam de R$ 5 mil em um mês, a Receita recebe das operadoras do cartão a Declaração de Operações com o Cartão de Crédito (Decred). O documento serve para comprovar que o contribuinte pode estar gastando mais do que recebe. O Leão acaba desconfiando de fontes de renda não declaradas.

AÇÕES NA BOLSA

Quem investe na bolsa também corre risco de ser dedurado pela corretora. O investidor deve recolher o imposto sobre os ganhos, só que muitos não pagam, por achar que o Fisco não tem como detectar a operação. A corretora recolhe 0,005% de IR na fonte em operações comuns e de 1% nas demais. Se o investidor não informar a aplicação, haverá divergência de dados.

RENDIMENTOS

Se o contribuinte que trabalha com carteira assinada tenta informar menos rendimentos do que de fato recebeu na declaração emitida pelo empregador, a Receita terá como cruzar as informações e convocá-lo a prestar esclarecimentos. No caso dos trabalhadores autônomos, é preciso também ter declaração das empresas que foram fontes de rendimento ao longo do ano.

IMÓVEIS

Lucros na venda de imóveis e rendimentos com aluguéis podem ser tributados, mas é do contribuinte a responsabilidade de recolher o IR. Imobiliárias, construtoras, incorporadoras e administradoras de imóveis são obrigadas a entregar a Declaração de Informação sobre Atividades Imobiliárias. Cartórios também podem dedurar contribuintes com a Declaração sobre Operações Imobiliárias.

TRANSMISSÃO

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) pode mostrar ao Leão detalhes sobre esse tipo de transação.

Simplificação do eSocial gera dúvidas

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

“Utopia”e “jogar para a plateia”. Assim representantes das duas maiores entidades do setor de contabilidade no País – a Fenacon e o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) – reagiram ontem contra as declarações prestadas ao DCI pelo representante da Receita Federal no eSocial, Daniel Belmiro Fontes, sobre as facilidades atribuídas à versão simplificada do mecanismo digital que está sendo elaborado para micro e pequenas empresas.

O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, um projeto do governo federal que vai unificar o envio de todas as informações pelo empregador sobre suas relações com os empregados, a exemplo de admissão, demissão, contribuições previdenciárias e o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) .

De acordo o representante da Receita, a versão simplificada que está sendo construída para micro e pequenas empresas será tão fácil a ponto de permitir ao empresário fazer o serviço e avaliar a redução de despesas atualmente contraídas com essa finalidade.

“Isso é utopia e nem há como capacitar tantas empresas em tão pouco tempo”, classificou o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa (Fenacon), Mario Elmir Berti. Na avaliação dele, o início da exigência deveria ser transferida de janeiro para maio ou junho de 2015.

“Está jogando para a plateia”, apontou o consultor do CFC, Cássio Coelho. “Torço para que produzam uma versão simplificada capaz de ajudar a vida dos empreendedores de pequenas empresas. Mas isso só vai acontecer, se simplificarem a complexa legislação trabalhista.”

O presidente da Fenacon tem dúvidas se a versão simplificada da Receita conseguirá reduzir a quantidade de informações que os empresários vão ter que passar a fornecer sobre seus empregados. “São 130 informações para cada empregado”, apontou, lembrando que as micro e pequenas empresas representam 52% da mão de obra empregada no País.

Na opinião do consultor da CFC, as declarações do representante da Receita indispõe o empresário contra os contadores, que terão aumento da demanda de serviços com o provável aumento do custo da contratação.

De acordo o executivo da Fenacon, “a classe contábil não pode pagar a conta de uma despesa que não criou”. Ele espera que essas questões sejam resolvidas em reunião que será realizada no dia 21 de maio com representantes das entidades e dos órgãos envolvidos com o eSocial – além da Receita, participam do Comitê Gestor a Previdência Social, o Ministério do Trabalho, a Caixa Econômica Federal e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), da Presidência da República.

Cássio Coelho também duvida dos efeitos práticos da criação de um canal do eSocial um canal no YouTube com vídeos de orientação para auxiliar empreendedores e seus empregados na assimilação das mudanças.

Receita deflagra operação contra fraude no IR

Posted by Clayton Teles das Merces on 17 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Curitiba – A Receita Federal (RF) e a Polícia Federal (PF) deflagraram ontem no Paraná uma operação de combate a um suposto esquema de fraudes em restituições do Imposto de Renda de pessoas físicas que teria causado um prejuízo estimado aos cofres públicos de R$ 18 milhões. A suspeita é de que 400 pessoas estejam envolvidas, sendo a maioria funcionários públicos estaduais.

A operação foi batizada de “Grande Prole” e teve dois mandados de busca e apreensão cumpridos em Curitiba e na cidade de Capanema, no Sudoeste do Estado. De acordo com o delegado da Receita em Curitiba, Arthur Cazella, o esquema funcionava havia três anos e já estava sendo utilizado para as declarações deste ano. Ninguém foi preso.

O delegado explicou que os suspeitos são de todo o Paraná e prestavam informações falsas para reduzir o valor a ser pago ou aumentar o montante a ser recebido nas restituições do Imposto de Renda. Ele esclareceu que todos os envolvidos tinham um único contador, que mora em Capanema, mas também atua na Capital. De acordo com Cazella, o contador já respondeu criminalmente por uso de documento falso. Ele era o responsável por inserir as informações falsas nas declarações de seus clientes.

Entre essas informações, estão dependentes que não existem, dependentes reais que não podem ser mais considerados desta forma por terem mais de 18 anos, dados falsos de planos de saúde, de despesas médicas e de previdência privada. Segundo ele, há casos “bizarros” como de um contribuinte que declarou a mãe com 80 anos como estudante do ensino fundamental. Há outra pessoa que inseriu o pai falecido como dependente.

A fraude foi descoberta a partir do cruzamento de informações e análises de risco. O esquema era monitorado havia mais de um ano pelo setor de inteligência da Receita, quando algumas declarações do exercício de 2013 passaram a ser investigadas.

Os contribuintes envolvidos nesta fraude, solidariamente com o suposto mentor identificado, responderão criminalmente por prática de crimes contra a ordem tributária. Os contribuintes que fazem parte do esquema ainda terão que pagar o imposto devido mais 150% de multa. Caso ainda não tenha sido intimado pela Receita, o contribuinte pode retificar a declaração e ficar livre da multa de 150%.

A Receita prepara outras ações semelhantes. A Delegacia de Curitiba pretende ainda este ano deflagrar operações contra esquemas similares que envolvem quantidade expressiva de contribuintes que fazem parte de fraudes de restituições do Imposto de Renda.

Dois casos semelhantes já foram detectados e estão prestes a sofrerem ações fiscais diretas. Um deles é relativo a empregados de uma grande empresa do setor de alimentos e outro envolvendo empregados de indústrias automobilísticas da região. Cada um teria 300 a 400 contribuintes envolvidos. O prejuízo estimado no primeiro caso é de R$ 16 milhões e, no segundo, de R$ 14 milhões.

Planejamento tributário exige cautela

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Contribuintes pessoa jurídica devem estar atentos a algumas decisões empresariais que podem impactar também a pessoa física. A Receita Federal poderá desconsiderar uma série de operações realizadas como planejamento tributário por julgar que se tratam de mera simulação. Na prática, o alvo é a tentativa de sonegação, o que pode resultar em processo administrativo que poderá até terminar no Supremo Tribunal Federal e posteriormente motivar ação penal movida pelo Ministério Público. Isso sem contar o pagamento do imposto com multa e correção do valor pela taxa Selic retroativo.

“O momento da elaboração da declaração pessoa física é uma oportunidade de agir preventivamente, declarar e tributar na forma que a Receita Federal entenda como correta”, diz a tributarista Mary Elbe Queiroz, especialista em planejamento tributário.

Em muitos casos o planejamento tributário gera vantagens significativas e muitos preferem arriscar. “O mercado vem percebendo que nem todos os planejamentos considerados abusivos pela Receita o são, tanto que julgamentos dos dois últimos anos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) têm convalidado uma série de estruturas tributárias”, diz o advogado Eduardo Diamantino.

Especialistas pedem uma lei mais específica que coíba os excessos. Mas a Receita Federal entende que uma legislação assim não é necessária. “Está muito claro. O planejamento tributário abusivo é uma operação estruturada sem propósito negocial, na qual os fatos não correspondem à realidade da negociação, com o objetivo de reduzir tributo”, diz Iágoro Martins, coordenador-geral de fiscalização da Receita.

“Por trás dessa queda de braços eterna está a mudança na interpretação sobre a validade do planejamento tributário”, diz José Henrique Longo, do PLKC Advogados.
Para não serem considerados abusivos, os atos realizados precisam ser verdadeiros e ter um “propósito negocial” que seja indiscutível. “Essa intenção, explicitada por meio de laudo de empresas de consultoria, deve ter razões técnicas, comerciais, societárias e mercadológicas sólidas o suficiente para justificar a adoção do planejamento”, diz Gilberto Luiz do Amaral, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Um tema que tem gerado muita discussão é o ágio na compra de empresas. A medida provisória 627 proibiu o ágio interno, aplicado em operações de compra e venda de empresas dentro do mesmo grupo empresarial. A Receita autua esse tipo de operação. “Os auditores especializados têm a tarefa de dissecar um ágio válido de outro não autorizado pela lei, mas que tenha a aparência de ágio legítimo”, diz o coordenador da Receita Federal. Situações frequentes de planejamento tributário que podem despertar a desconfiança da Receita estão relacionadas às contribuições para o PIS e o Cofins sobre o spread bancário; depreciação no preço dos ativos das empresas para fins de dedução no IR; fusão, cisão e incorporação de empresas; além de operações que envolvam o pagamento de IOF.

A variedade de planejamentos tributários é imensa. O pagamento de executivos e diretores com ações (stock options) e por meio de participação nos resultados e lucros (PRL) pode ser uma opção. Mas a prestação de serviços por sociedades profissionais, em lugar da contratação de um funcionário, pode ser considerado um caminho para o não pagamento de impostos se a atividade não for condizente com essa modalidade.

O juro sobre capital próprio oferece a possibilidade de a empresa distribuir o lucro entre seus acionistas, titulares ou sócios. O valor é calculado sobre o patrimônio líquido. O acionista pode receber até o limite de 50% do lucro acumulado no exercício e pagar, na pessoa física, menos imposto. A constituição de uma empresa imobiliária para a operação com imóveis pode representar para a pessoa física uma redução no imposto de 15% para 6,75%.

Para as pequenas e micro empresas, a escolha entre o Simples, o lucro presumido e o lucro real é uma opção de planejamento tributário importante. Sandra Fiorentini, consultora do Sebrae, que atua em São Paulo, explica que, por desinformação, esse grupo de empresários muitas vezes faz uma opção de registro sem verificar qual é a opção mais conveniente. Ser do Simples significa recolher em única guia oito tipos de impostos. Mas a simplificação pode não ser o melhor caminho se a produção for destinada a um cliente que trabalha com créditos de tributo, principalmente ICMS. Neste caso, o planejamento ajudará a empresa a verificar a tributação que incide sobre o produto e se o comprador prefere operar com crédito.

A opção pelo enquadramento na modalidade lucro presumido, por exemplo, é mais indicada para empresas que têm poucos custos na cadeia produtiva. Outro ponto a ser considerado: as vantagens de adotar uma ou outra forma de tributação de acordo com o anexo no qual a empresas está enquadrada.

Receita vai simplificar eSocial para pequenas empresas

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A Receita Federal vai criar um módulo simplificado do eSocial para micro e pequenas empresas (MPEs), um canal no YouTube com vídeos de orientação e assegura que o mecanismo digital poderá servir para os empresários avaliarem a redução do curso das despesas atualmente contraídas para o envio de informações previdenciárias e trabalhistas.

As novidades foram antecipadas ao DCI pelo representante da Receita Federal no Comitê Gestor do eSocial, Daniel Belmiro Fontes, em relação aos preparativos à obrigatoriedade do mecanismo a partir de janeiro de 2015 para as micro e pequenas empresas.

O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, em relação às contribuições previdenciárias e ao recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“É um sistema mais fácil que vai diminuir a quantidade de serviços que o empresário já paga. Por isso, ele também reduzir o custo de suas despesas com o envio dessas obrigações de informações previdenciárias e trabalhistas”, disse.

Na avaliação de Fontes, o sistema poderá ser preenchido e processado pelo próprio empresário, no caso de MPEs, sem a necessidade de contratação de pessoal ou de serviços adicionais para efetuar o processo.

“Na maioria dos casos, será necessário preencher apenas a remuneração do empregado. O cálculo do FGTS e da Previdência, por exemplo, será feito automaticamente. Será algo parecido com o sistema do Simples Nacional”, explicou o representante do fisco.

Além disso, apontou que a versão simplificada para MPEs será elaborado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

De acordo com o representante da Receita Federal, apenas 700 mil micro e pequenas empresas terão de comprar certificado digital para transmitir essas informações. Esse instrumento é exigido das empresas que possuem mais de sete empregados.

Fontes atribuiu à falta de troca de informações entre os órgãos a reclamação feita pelo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (Semp), Guilherme Afif Domingos, de que o eSocial era em verdade o e-Fiscal por exigir a digitalização de uma série de informações, inviável para empreendimentos de menor porte.

Além disso, Afif atacou que a criação do eSocial não diminuiu em nada a burocracia exigida das m micro e pequenas empresas. “Digitalizaram a burocracia, sem diminuí-la”, acusou. O ministro criticou ainda o fato de que a SMPE não ter sido convidada para o Comitê Gestor do eSocial e ter sido elaborado um manual de 200 páginas com orientações sobre o mecanismo.

A respeito das colocações do ministro, o representante da Receita afirmou que “O eSocial tem realmente um aspecto fiscal, mas trata principalmente de informações de interesse social dos trabalhadores, como informações trabalhistas e previdenciárias”. E acrescentou: “Sempre houve uma versão simplificada para as micro e pequenas empresas. Faltou comunicação entre os órgãos”.

Obrigações

O projeto visa centralizar e servir de base única das informações do empregado e empregador, integrando e compartilhando informações com todos os órgãos competentes como Secretaria da Receita Federal (RFB), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), bem como a Justiça do Trabalho, em especial no módulo relativo ao tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas.

Fontes esclareceu que o eSocial não representará aumento de custos para as micro e pequenas empresas e também para os microempreendedores individuais. Isso porque, segundo o representante da Receita, o mecanismo mantém as atuais obrigações acessórias enviadas aos órgãos públicos geralmente pelo contador contratado pela empresa.

O eSocial dará mais trabalho para médias e grandes empresas. Segundo contadores, para suprir o eSocial com mais de 1.600 informações ou campos diferentes, distribuídos em 44 tipos de arquivos XML, é necessário orquestrar o trabalho de várias áreas como RH, segurança e medicina do trabalho, gestão de contratos, assuntos jurídicos e administração financeira, incluindo a contabilidade e a área fiscal.

NFe-C pode pôr fim à Substituição Tributária

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi, não descartou completamente o fim da substituição tributária para as empresas do Simples Nacional durante palestra, realizada ontem, na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Provocado pelo vice presidente entidade, Roberto Mateus Ordine, e pelo economista Marcel Solimeo, Calabi afirmou que o uso disseminado da NFe-C, nota fiscal ao consumidor, que começou a ser usada em vários estados como forma de aumentar o controle da arrecadação, poderá levar ao fim da substituição tributária para o segmento no futuro.

No momento, entretanto, a sistemática de cobrar o imposto estadual de forma antecipada de apenas um elo da cadeia produtiva é um instrumento eficaz no recolhimento do ICMS, embora ele reconheça o aumento da carga tributária para as micro e pequenas empresas. “É verdade que a substituição tributária retirou uma boa parte dos benefícios das empresas optantes do Simples Nacional. Para os fiscos, entretanto, é muito importante manter o instituto e não fazer exceções porque seria uma situação difícil de organizar”, ponderou.

Na sua opinião, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 323, aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), relatado pelo senador Armando Monteiro, é um ponto de partida para a discussão do tema. Isso porque o projeto propõe identificar quais são os setores relevantes para o fisco, dispensando um grupo de optantes do recolhimento do imposto por meio da substituição tributária. “É um caminho razoável que está sendo negociado”, disse.

Quanto aos impactos do fim do mecanismo para os Estados, de R$ 10 bilhões para os fiscos estaduais e de R$ 10 bilhões para o governo federal, os números, segundo Calabi, não estão superestimados. De acordo com ele, a possibilidade de acabar com a substituição tributária acendeu a luz amarela do Confaz. “Não há como enfrentar essa questão sem discutir o papel do estado na economia e como se organiza esse papel entre as esferas da federação. É uma discussão que está solta”, concluiu.

Universo digital se multiplicará por 10 até 2020

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

A maioria dos dados que circula pela internet todos os dias tem como origem uma interação humana. É o usuário que faz uma foto ou vídeo e publica no Instagram, ou um colaborador de uma empresa que envia um correio eletrônico para um cliente. O crescimento do poder de processamento dos dispositivos móveis e adoção de câmeras e apps estimula esse tipo de atividade.

Hoje, uma família média cria dados suficientes para preencher 65 iPhones por ano. Em 2020, esse número crescerá para 318. Se um byte de dados fosse um galão de água — cerca de 4,5 litros —, em apenas 10 segundos, haveria dados suficientes para encher uma casa de tamanho médio. Em 2020, bastarão 2 segundos.

Para as empresas, isso é sinônimo de alerta: 85% dessa informação gerada por seres humanos têm alguma implicação legal para as corporações, segundo conclusão do estudo “O Universo Digital das Oportunidades: riquezas de dados e valor crescente da Internet das Coisas”, apresentado pela EMC e com pesquisa e análise da IDC. “Se por um lado todos esses dados representam um oceano de oportunidades, geram também muita responsabilidade para as empresas, que precisam manter e proteger esses dados”, alerta o gerente do Executive Briefing Center da EMC, Rodrigo Gazzaneo.

O levantamento mostra que o universo digital está dobrando a cada dois anos e se multiplicará por dez entre 2013 e 2020 – de 4,4 trilhões de gigabytes para 44 trilhões de gigabytes no mercado global. Atualmente, 60% desses dados são atribuídos a mercados maduros, como Alemanha, Japão e Estados Unidos. Mas, até 2020, a porcentagem vai mudar, e os mercados emergentes serão responsáveis pela maioria.

Nesse cenário, o Brasil representará 4% do universo digital global nesse período, passando de 212 exabytes para 1.600 exabytes gerados. Gazzaneo relata que o levantamento deste ano mostrou que o País está crescendo mais rápido que o mundo em geral. Entre os motivos está o aumento contínuo do uso de smartphones, internet e redes sociais; investimento agressivo em TI por parte das empresas latino-americanas; e redução no custo da tecnologia que captura, gerencia, protege e armazena informações. Outro motivo é a perspectiva de realização de grandes eventos, como a Copa do Mundo, e o início da implantação das redes 4G, que trazem a possibilidade de uma velocidade mais alta na transmissão dos dados.

“O momento é positivo, mas é preciso investir mais na preparação desse ambiente voltado para a comunicação mais ágil através dos dispositivos móveis. A infraestrutura digital é fundamental para o desenvolvimento no Brasil”, alerta.

O estudo realizado pela EMC mostrou ainda que os dados gerados por coisas habilitadas por sensores representarão 10% do volume total dos dados transmitidos até 2020. A comunicação sem interação humana envolve equipamentos como GPS, sensores e comunicação máquina a máquina.

A Internet das Coisas, como é chamado esse movimento, abrange bilhões de objetos do dia a dia que estão equipados com identificadores únicos e capacidade de gravar, relatar e receber dados automaticamente — um sensor no sapato controlando a velocidade de sua corrida ou uma ponte controlando os padrões de tráfego.

Segundo o IDC, o número de dispositivos ou coisas que podem ser conectados à internet está se aproximando de 200 bilhões, com 7% já conectados à web e se comunicando por meio dela. De acordo com Gazzaneo, essa categoria de dados autônomos passou a ser mais significante este ano e será ainda mais nos próximos anos. “São pequeníssimos arquivos de dados, mas que vão corresponder a grande parte do total transacionado, porque é tráfego não humano. Isso vai impactar muito a maneira como várias indústrias vão incorporar a inovação nas suas operações”, projeta.

Está difícil encontrar o profissional certo?

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

Mesmo em cidades de pequeno e médio porte, a concorrência é cada vez maior, em decorrência da saturação de alguns setores nas metrópoles e da consequente migração de grandes e médias redes para o interior. Em função disso e do crescimento de muitas empresas locais, os preços se reduziram e as margens acabaram achatadas, levando muitos negócios à falência.

Alternativamente, uma adequada estratégia para a sobrevivência e crescimento dessas empresas é a diferenciação pelo alto nível de serviço oferecido aos seus clientes.

Aí cabem ações como a implantação de um atendimento diferenciado, baseado na implantação de um relacionamento duradouro e rentável entre empresa e consumidor. O objetivo deve ser o oferecimento de soluções que realmente atendam as necessidades dos clientes, sem “empurrar” produtos ou serviços desnecessários.

No entanto, um atendimento diferenciado somente é possível se a empresa contar com colaboradores preparados, o que não é fácil de conseguir. Não é raro encontrar empresários queixando-se da falta de mão de obra preparada para realizar um bom trabalho.

Por isso, é imprescindível que a contratação de novos funcionários seja muito bem planejada, a fim de que o tiro seja certeiro. Uma vez feita uma má aquisição, vários custos, diretos e indiretos, colaborarão para corroer a margem de lucro da empresa.

Os custos diretos são aqueles facilmente calculáveis, como a multa do FGTS pela rescisão trabalhista. Já os indiretos são os “custos invisíveis”, difíceis de calcular, mas expressivos. Por exemplo, desperdícios e até furtos de mercadorias e a troca de funcionários, que envolve refazer todo o processo seletivo, integrar e treinar o novo funcionário, o que leva tempo.

Enquanto isso, o atendimento é prejudicado, pois o quadro de pessoal fica reduzido e quem entra ainda não tem a agilidade dos colaboradores mais experientes. Além disso, há o dano causado na imagem da empresa por trocar em demasia seus funcionários. Ela pode ser taxada de má empregadora por sua clientela. E por fim, há o custo de ter de reconstruir todo o relacionamento com o cliente que já estava acostumado a ser atendido pela mesma pessoa.

Ainda, no Brasil, por uma questão cultural, o investimento na contratação de especialistas em Recrutamento e Seleção é considerado um custo desnecessário. As justificativas são das mais variadas: o valor cobrado por agências especializadas é muito alto, minha empresa é muito pequena e, por fim, eu mesmo faço a contratação, pois ninguém conhece melhor do que eu o meu próprio negócio. Frequentemente, a tarefa é delegada a gerentes sem qualquer preparo para conduzir um processo seletivo eficaz.

Indicações de conhecidos, teste prático de um dia, análise de currículo e entrevista individual são muito comuns. Essas ferramentas de seleção até tem o seu valor, mas da forma como são empregadas, sem um direcionamento especializado, não garantem o sucesso de uma contratação.

A formação de um quadro de pessoal é uma das áreas mais importantes para qualquer tipo de negócio e, portanto, deveria receber maior atenção. Diferentes etapas são fundamentais para o alcance de ótimos resultados em um processo de recrutamento e seleção.

O recrutamento consiste na divulgação de vagas através de diversos meios, e que deve ser cuidadosamente planejado. Se não o fizer corretamente, o empresário arcará com custos desnecessários ou receberá currículos em número ou qualidade insuficiente, ou ambos, o que é mais frequente. Na maioria das vezes, o custo de divulgação de uma vaga em classificados de empregos supera o custo de se delegar todo o processo seletivo a uma agência especializada, que conta com banco de currículos, espaço próprio nos classificados de empregos e ainda realiza toda a seleção, com entrevistas, dinâmicas, entre outros.

A seleção é a etapa mais complicada do processo, pois exige experiência e conhecimento suficientes para que se consiga investigar o passado e predizer com o menor grau de incerteza o futuro profissional do candidato.

Quais perguntas fazer na entrevista, que dinâmicas aplicar, como interpretar os testes e o que nos revelam as experiências profissionais passadas do postulante a uma vaga na empresa? É, realmente, uma tarefa complexa, que não pode ser feita às pressas ou de forma empírica.

Novo Simples Nacional permitirá classificação de empresas pelo faturamento e não mais pelo setor de atuação

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 abril 2014 in Sem categoria with Comments closed |

O Ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos (PSD), disse que o novo Simples Nacional permitirá que as empresas sejam classificadas pelo faturamento e não mais pelo setor de atuação. Segundo ele, agora todas as empresas que tiverem um faturamento de até R$ 3 milhões e 600 mil anuais vão poder estar no simples.

De acordo com o ministro, entre as medidas que estão sendo tomadas e que beneficiam o empreendedor brasileiro no âmbito de micros e pequenas empresas, estão o tratamento jurídico diferenciado, a desburocratização de procedimentos e a desoneração tributária. Sobre a universalização do Simples, Afif afirmou que 475 mil empresas serão beneficiadas.

A Caravana da Simplificação ocorrida no mês passado em Cuiabá, também promove a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas, que tem o objetivo de integrar todos os órgãos envolvidos com a legalização de abertura e fechamento de empresas. O ministro explicou que com a integração, uma empresa que hoje, por conta dos processos de licença, leva 150 dias para ser regularizada, poderá estar apta para funcionar em cinco dias, se ela for de baixo risco, situação de 90% das empresas brasileiras.

Ministro da Micro e Pequena Empresa defende candidatua de Chico Daltro ao governo do Estado

“Todos vão poder acompanhar a receita, a atividade de uma empresa, o que ela está fazendo, produzindo e como está contribuindo para o município”. Silval também afirmou que o Estado é parceiro e trabalhará em conjunto para adequar o mais rápido possível assim que a nova legislação for aprovada. O vice-governador Chico Daltro também falou sobre a importância das mudanças das regras que apoiam as micro e pequenas empresas, empreendimentos que geram milhões de emprego no Brasil e “tem um alcance social indiscutível”, afirma o governador Silval Barbosa (PMDB).

Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT), Alan Zanatta, a vinda do ministro representa a força da economia de Mato Grosso. “As micro e pequenas empresas são fundamentais para fomentar a nossa economia, geram emprego e renda nos municípios e contribuem para alavancar o fortalecimento do Estado. Este evento na capital com a presença do ministro Guilherme Afif Domingos, mostra a união de esforços dos Governos Federal e Estadual para impulsionar este setor. Um momento importante para tratar de políticas públicas voltadas para este setor que acredita no potencial do Estado e trabalha duro para crescer e ampliar os negócios”, diz o secretário.

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