Posted by Clayton Teles das Merces on 29 junho 2016 in
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Todos os futuros empreendedores já se perguntaram: será que apenas estudar é garantia de que meu negócio será bem sucedido? Ou o contrário: será que minha empresa irá se dar bem, mesmo que eu não tenha lido muito sobre empreendedorismo?
Na verdade, tanto a teoria quanto a prática são essenciais para empreender. ?As duas são sempre importantes: fazer a prática sem conhecer a teoria gera erros por simples falta de pesquisa; porém, só teoria também gera um desconhecimento do mercado na realidade?, ressalta Heloisa Motoki, sócia da Rede Mulher Empreendedora.
?Se você parte de alguma teoria básica, não irá errar tanto assim no começo. Isso porque você já possui algumas lições aprendidas por pessoas que obtiveram sucesso?, complementa Marllon Calaes, empreendedor e fundador do espaço de coworking Liga Experimental.
Porém, todos os especialistas consultados por EXAME.com são unânimes em dizer que a prática é, de longe, a que mais gera experiência para o dono de negócio. Inclusive, há atitudes que só podem ser aprendidas por meio da vivência dentro de um empreendimento.
?As pessoas comuns, diante de uma época de crise econômica, são aquelas que ficam chorando. O empreendedor é o que parte para a ação?, resume Joaquim Xavier, gerente do Sebrae de São Paulo. ?Ficar só na teoria é como ter duzentas horas de aula sobre fazer pizza e nunca colocar a mão na massa. É preciso fazer as primeiras pizzas e deixar que elas queimem. Nas próximas vezes, você já saberá qual o ponto correto.?
Quer empreender, mas ainda está apenas na teoria? Saiba quais atitudes você deixará de desenvolver enquanto não partir para a ação:
1. Aprender a correr riscos (de verdade)
Estar preparado para tomar decisões arriscadas é algo que todo curso de empreendedorismo aconselha. Porém, o dono de um negócio só pode sentir isso de verdade quando todo seu dinheiro está aplicado na empresa e é preciso pensar nos próximos passos.
?A propensão a riscos assume uma outra feição quando a situação vira realidade ? ou seja, quando você apostou seu último centavo na empresa e ela depende apenas de você mesmo?, diz Calaes, da Liga Experimental. ?Você pode até fazer um projeto de viabilidade, mas nunca irá prever todos os possíveis desdobramentos que podem ocorrer com seu empreendimento diante da prática.?
Apesar dessa situação de incerteza, nem sempre o medo de falhar é algo ruim, afirma Xavier, do Sebrae de São Paulo. Na verdade, um bom empreendedor é o que faz a análise dos riscos que assume. ?É bom para o empreendedor ter medo, porque isso coloca um freio diante uma incerteza que de fato existe: ele passa a buscar mais informações e isso transforma o ?risco? em ?risco calculado?.?
2. Realmente conhecer o seu cliente
Todo curso de empreendedorismo também fala sobre determinar o público-alvo do seu negócio. Porém, é na prática que os detalhes surgem ? e são estes que realmente importam.
?Por exemplo, as aulas podem até dizer que o público-alvo do setor em que seu negócio se insere são as mulheres. Porém, o empreendedor peca na hora de especificar: como é que se comporta a mulher que compra da minha empresa??, explica Heloisa, da Rede Mulher Empreendedora. ?Quanto mais eficiente for esse processo de conhecimento, melhor. É menos dinheiro jogado fora com ações de publicidade não segmentadas o suficiente, também para dar um exemplo.?
Calaes reforça o conselho e recomenda fazer um perfil do seu consumidor, a partir do contato diário com esse público. ?A escuta ativa do cliente só pode ocorrer na prática, e não lendo um monte de material sobre como eles são. Cada negócio tem uma experiência diferente com o cliente, e é por isso que ouvi-lo na prática é importante.?
3. Abrir mão de todas as responsabilidades
Heloisa conta que muitas empreendedoras que atende não conseguem desenvolver direito seus negócios porque centralizam todas as tarefas nelas mesmas.
?A gente até sabe que é preciso delegar, mas ainda há a insegurança de o trabalho não sair do jeito esperado. Tanto na relação com sócios quanto com funcionários, essa centralização atrapalha a gestão do negócio?, diz a empreendedora. O dono do negócio fica sobrecarregado e a empresa não rende tanto quanto poderia, diante da falta de mão-de-obra.
?Saber como dividir as atividades de forma eficiente é algo que vem com a experiência. Com o tempo, você abandona a insegurança e sabe como esse processo funciona na prática.?
4. Fazer networking
Todo empreendedor que já fez algum curso sabe a importância do networking para os negócios. Porém, como formar contatos sem ser uma pessoa chata e insistente? É aí que a prática é fundamental.
?Muitas vezes, o empreendedor sabe como o networking é fundamental para sua empresa. Mas a forma ideal de abordagem e apresentação do negócio só é realmente aprendida na prática. É preciso dar a cara a bater e ver o que funciona ou não: não é algo que se ensina?, diz Heloisa, da Rede Mulher Empreendedora.
O empreendedor de pequeno e médio porte costuma ter o comportamento de ?lobo solitário?, como já percebemos na dica anterior: acreditam que é possível fazer tudo sozinho. ?Porém, é importante saber usar seus contatos para gerar novos contratos e parcerias; para colher informações; e para conseguir feedbacks, por exemplo?, completa Xavier, do Sebrae de São Paulo.
5. Ter resiliência
Por fim, a principal atitude que você não aprenderá em cursos é justamente a que separa o empreendedor de verdade dos sonhadores: a resiliência, ou capacidade de resistir aos golpes que a vida empresarial lhe dá. Teoria nenhuma ensina isso.
?Na grande maioria das vezes, o primeiro modelo de negócios que você apresenta ao mercado não é o mesmo que será levado ao longo da vida de empreendedor. Você passará por altos e baixos: quando for reformular o produto após a prototipagem ou quando novos concorrentes forçarem a adaptação, por exemplo?, diz Calaes, da Liga Experimental. ?O empreendedor precisa apanhar do mercado, porque é isso que o torna resiliente.?
Fonte: Exame.com Notícia publicada quarta-feira, 29 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 29 junho 2016 in
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Termina nesta quinta-feira (30) o prazo para o trabalhador sacar o valor do abono salarial do PIS/PASEP referente ao ano de 2014, mas muita gente ainda não sabe se tem ou não direito ao benefício. EXAME.com compilou dez dúvidas dos leitores sobre o assunto e consultou o Ministério do Trabalho e aCaixa para respondê-las.
O valor, de 880 reais, pode ser retirado por quem exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebeu até dois salários mínimos por mês nesse período. O trabalhador também deve estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) .
Confira abaixo as respostas para suas dúvidas sobre o abono salarial do PIS/PASEP.
1) Se eu não sacar o abono do PIS/PASEP referente ao ano de 2014 até o dia 30 de junho de 2016, o que acontece com o meu dinheiro? Nunca mais vou conseguir sacá-lo?
Caso o beneficiário não saque o abono salarial dentro do calendário anual de pagamentos, o valor é devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e o mesmo só poderá ser sacado posteriormente por meio de ação judicial.
2) Não saquei o abono referente a anos anteriores, como 2013 e 2012, por exemplo. Posso fazer isso agora?
Abonos disponibilizados em exercícios anteriores dependem de autorização judicial para serem disponibilizados novamente.
3) Quando será pago o abono referente a 2015 e 2016? Onde consigo encontrar o calendário oficial?
O abono referente a RAIS ano base 2015 tem seu exercício de pagamentos iniciado em 1º de julho de 2016 e término em 30 de junho de 2017.
Ainda não foram aprovados calendários de pagamentos pelo CODEFAT (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) para ano base 2015 ?as datas serão debatidas em reunião nesta quarta-feira (28) em Brasília.
Os pagamentos referentes ao ano base 2016 só serão definidos em 2017.
4) Trabalhador rural também tem direito ao abono?
Os trabalhadores que têm direito ao abono salarial são aqueles vinculados a empregadores contribuintes do PIS/PASEP ?funcionários de empresas privadas, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e servidores públicos.
5) O que é o Cartão do Cidadão? Como posso tê-lo?
O Cartão do Cidadão facilita o acesso a benefícios sociais e trabalhistas. Ele pode ser usado em todos os canais de pagamento autorizados pela Caixa, em todo o país. O Cartão é para quem possui FGTS provisionado, rendimentos do PIS, abono salarial ou quem ainda esteja recebendo parcelas do seguro-desemprego.
Com ele, é possível agilizar e garantir mais segurança no processo de pagamento dos benefícios sociais. Todas as pessoas que possuem algum benefício social ou trabalhista para receber podem solicitar o Cartão do Cidadão pelo telefone 0800-726-0207 ou em qualquer agência da Caixa Econômica Federal.
6) Não tenho o Cartão do Cidadão. Consigo sacar o abono mesmo assim?
Sim, consegue. Se você não tiver o Cartão do Cidadão e for funcionário de uma empresa privada (PIS) , poderá receber o abono em qualquer agência da Caixa Econômica Federal mediante apresentação de documento de identificação.
Se você for um servidor público (PASEP), deverá primeiro verificar sua conta para checar se o valor já foi depositado automaticamente.
7) Sou funcionário público, mas o abono não caiu automaticamente na minha conta. O que eu faço?
Se você for servidor público e o valor do abono salarial não tiver caído automaticamente na sua conta, será preciso procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação para receber o benefício.
8) O mês que eu nasci interfere na data que eu posso sacar o meu benefício do abono?
Sim, para os beneficiários do PIS que recebem pela Caixa Econômica Federal. No caso dos beneficiários do PASEP, o número final do cadastro PASEP é o que influencia na data do pagamento.
9) Eu tenho direito ao abono, mas minha empresa não informou corretamente essas informações na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) . O que fazer?
Você deve procurar o departamento de recursos humanos da empresa em que trabalha para que as informações sejam retificadas o mais rápido possível.
10) Trabalho com carteira assinada e sei que sou cadastrado no PIS/PASEP, mas não sei meu número de cadastro. Preciso disso para sacar o benefício ou apenas meu documento de identificação é suficiente?
Não é preciso saber essa informação. Você deve comparecer às agências da Caixa (PIS) ou do Banco do Brasil (PASEP) portando um documento de identificação. É possível se informar do número do PIS/PASEP na própria agência.
Fonte: Exame.com Notícia publicada quarta-feira, 29 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 28 junho 2016 in
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Impulsionada pela crise, a participação da economia informal noProduto Interno Bruto (PIB) brasileiro voltou a crescer em 2015, depois de 11 anos de quedas consecutivas.
No ano passado, a fatia da economia subterrânea em toda a riqueza gerada no país foi 16,2%, aponta o Índice de Economia Subterrânea (IES), apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).
Em número absolutos, R$ 956,8 bilhões de riqueza foram gerados nainformalidade no ano passado.
Em 2003, quando o indicador começou a ser apurado, a economia subterrânea respondia por 21% do PIB. De lá para cá, o IES caiu ano a ano e atingiu 16,1% em 2014.
No ano passado, por causa da crise, houve uma reversão da queda: a economia subterrânea teve um ligeiro crescimento e avançou 0,1 ponto porcentual na comparação com 2014.
De acordo com a FGV, a economia subterrânea inclui a produção de bens e serviços não declarada ao governo para sonegar impostos e contribuições, a fim de reduzir custos.
“O vigor da crise atingiu toda a economia, inclusive a economia subterrânea, que registrou crescimento”, observa Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Ibre/FGV e responsável pelo indicador.
O economista diz que esperava uma alta maior do indicador, que, segundo ele, foi atenuada por uma certa resistência no mercado de trabalho.
O índice de economia subterrânea é calculado a partir de dois grupos de indicadores. Um deles é demanda da população pordinheiro vivo, que normalmente cresce quando a informalidade aumenta, uma vez que essa é uma forma de burlar o fisco. O outro grupo é o indicador do trabalho informal.
Barbosa Filho explica que a demanda por dinheiro vivo cresceu de 2014 para 2015, mas a informalidade do trabalho ficou praticamente estabilizada. “Como demorou para o mercado de trabalho piorar, o aumento da participação da economia informal no PIB foi de apenas 0,1 ponto porcentual”, afirma o economista.
Para este ano, ele espera uma avanço maior da parcela da economia informal no PIB brasileiro. De toda forma, passada a crise, Barbosa Filho acredita que a fatia da economia subterrânea no PIB deve voltar a cair, porque, na sua avaliação, as instituições para reduzir o tamanho da economia subterrânea continuaram funcionando. “O que levou a esse aumento da informalidade foi o tamanho da crise.”
SIMPLES
Olhando para o indicador por um período mais longo, o presidente executivo do ETCO, Evandro Guimarães, faz uma análise diferente. Ele observa por exemplo, que desde 2012 o indicador de economia subterrânea gira em torno de 16% do PIB, o que, na sua opinião, sinaliza uma certa estabilização.
“O ritmo de queda da economia subterrânea, que vinha sistematicamente apontando redução significativa, parou de cair como ocorria anteriormente”, afirma Guimarães.
Entre 2003 e 2012, a redução da fatia da economia subterrânea no PIB foi de cinco pontos porcentuais. O presidente do ETCO destaca que alguns mecanismos institucionais que ajudaram nessa redução estão ficando “vencidos”.
Entre esses mecanismos, ele aponta a implementação do Simples e da microempresa individual (MEI) .
“Também outros esforços do emprego e de renda que perderam a eficácia relativa neste momento”, diz.
Para Guimarães, o Simples não é mais um instrumento vigoroso de formalização. “O fato de a empresa estar no Simples não quer dizer que ela tenha 100% da operação formalizada. Sempre temos visto no noticiário e na vida real que empresas que são aderentes ao Simples também têm uma cota de informalidade nas suas operações.”
O presidente do ETCO defende uma reavaliação dos instrumentos de fiscalização. “Percebemos um pequeno esforço verdadeiro de avaliação dos mecanismos existentes.”
Fonte: Estadão Conteúdo Notícia publicada terca-feira, 28 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 28 junho 2016 in
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Um dos itens previstos na reforma trabalhista que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) vai propor ao Congresso Nacional é elevar a alíquota previdenciária do programa Micro Empreendedor Individual (MEI) dos atuais 5% para 11%, no ponto que trata do tema renúncias fiscais. O governo alega que somente em 2015 deixou de arrecadar R$ 1,3 bilhão com os MEIs, devido a alíquota reduzida.
Outra proposta é a que trata a regulamentação do direito de greve dos servidores públicos. Há também a que aborda negociações trabalhistas, com o objetivo de fazer prevalecer o negociado sobre o legislado.
A proposta de aumentar a alíquota do MEI foi vista com ressalva pela Firjan. ?Elevar o imposto para o microempreendedor pode ter efeito negativo?, alerta Guilherme Mercês, economista-chefe da Firjan, para quem há risco de fechamento de microempresas. O conjunto de propostas para alterar as relações de trabalho e fiscais será apresentado logo assim que a reforma da Previdência, que o governo Temer também quer implementar, for sacramentada.
As medidas em análise estão no mesmo documento em que constam as ideias para alterar as regras da aposentadoria do INSS. Foram elaboradas pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Conaf/CD) e pela Consultoria de Orçamento, Fiscalização e Controle do Senado Federal (Conorf/SF), conforme a coluna Aposentado do DIA publicou em 12 de junho.
Ao todo são 30 propostas, tanto para a Previdência quanto para as relações de trabalho e fiscais, e que visam equilibrar o orçamento da União já em 2016. As proposições, segundo o estudo, representam impacto de R$73,7 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA) já este ano e de R$ 1,32 trilhão em dez anos.
De acordo com o documento, na área trabalhista ?busca-se reduzir a rotatividade no mercado de trabalho, aumentar a produtividade e ter um modelo de relações de trabalho mais flexível, que dê instrumentos aos sindicatos, em momentos de crise, para negociar ajustes temporários que minimizem o desemprego?.
Fecomércio e Firjan defendem o fim da multa de 10% sobre o FGTS
A contribuição de 10% sobre o saldo do FGTS em demissões sem justa causa, que seria destinada para o programa Minha Casa, Minha Vida por quatro anos, que consta no relatório, foi duramente criticada por representantes da Fecomércio e da Firjan.
De acordo com as entidades representativas dos empresários, a multa deveria ser extinta e não redirecionada. Em caso de manutenção da taxa, o melhor era reverter para os trabalhadores e não para o governo, avaliam.
?A Fecomércio defende a extinção total da multa, que foi criada de forma temporária em 2001 com um objetivo e já não atende o designado inicialmente?, diz Natan Schiper, da Fecomércio. De acordo com a Firjan, a multa representa um custo adicional para as empresas de R$ 4 bilhões anuais. ?O fim dela reduziria custos neste momento de crise?, avalia Guilherme Mercês, da Firjan.
Multa para aposentado pode acabar
A proposta do governo Temer também prevê a extinção da multa rescisória na demissão do trabalhador já aposentado. Pela proposta, quando esse empregado for demitido o empregador só terá que pagar multa de 40% sobre o saldo do FGTS referente ao período após a concessão da aposentadoria.
Na mesma linha, a multa de 10% sobre o saldo do fundo que o empresário paga ao demitir o funcionário ? além dos 40% normais ? seria vinculado ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida por um período de quatro anos. Depois, a cobrança dos 10% seria extinta.
O documento também descreve modificações no auxílio acidente da pessoa com deficiência. O objetivo é tornar o benefício, sem carência, um direito a qualquer trabalhador com deficiência moderada ou grave. A medida, segundo a proposta, reduziria a informalidade no país.
O levantamento das consultorias do Congresso também analisa a possibilidade de cobrança administrativa da Dívida Ativa da União. O governo viabilizaria esse ponto com a melhora dos instrumentos de cobrança judicial e administrativa. Com a medida o aumento de receita chegaria a R$ 17,7 bilhões somente em 2016, segundo o estudo.
Outro tópico trata da revitalização da loteria instantânea da Caixa Econômica Federal. As receitas seriam vinculadas à previdência dos servidores da União, estados e municípios, conforme o número de segurados.
Fonte: O Dia Notícia publicada terca-feira, 28 de junho, 2016
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Quem exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebeu até dois salários mínimos por mês nesse período tem até esta quinta-feira (30) para sacar o abono salarial do PIS/PASEP referente aquele ano.
O valor do abono é de 880 reais e, para ter direito a ele, o trabalhador também deve estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) .
O PIS é o Programa de Integração Social e o PASEP é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Eles são contribuições sociais feitas pelas empresas para financiar os benefícios do seguro-desemprego e do abono salarial.
O PIS é destinado aos funcionários de empresas privadas, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) . Já o PASEP é destinado aos servidores públicos. Os recursos não sacados retornam ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
De acordo com o Ministério do Trabalho, até o último dia 24 de junho foram pagos 18,4 bilhões de reais para mais de 22,2 milhões de trabalhadores que têm direito ao abono salarial de 2014 ?ou 94,14% do total. Cerca de 1,38 milhão de pessoas ainda podem retirar o benefício.
Como sacar?
Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão Cidadão e senha cadastrada pode retirar o valor nos terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal ou em uma Casa Lotérica.
Se a pessoa não tiver o Cartão Cidadão, ela poderá receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de documento de identificação.
Já os servidores públicos que desejam sacar o abono do Pasep precisam verificar se houve depósito na conta. Caso isso não tenha ocorrido, devem procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Quem tiver dúvidas pode procurar mais informações no site do Ministério do Trabalho.
Fonte: Exame.com Notícia publicada terca-feira, 28 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 27 junho 2016 in
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O Direito do Trabalho é uma das áreas onde as dúvidas são mais recorrentes. Não é para menos, afinal, sempre há novas pessoas entrando no mercado de trabalho e, embora muitos já conheçam a dinâmica e as garantias trabalhistas, existem dúvidas que somente um profissional habilitado e que estuda corriqueiramente as mudanças pode tirar. Dentre essas dúvidas, uma das mais recorrentes é: qual o prazo para apresentar atestado médico no trabalho?
Em outro artigo comentei sobre os aspectos gerais do Art. 473 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ? que é a previsão legal das faltas justificáveis ao trabalho.
O cerne da questão, nesse caso, está no prazo para apresentação do atestado comprobatório de afastamento por problemas de saúde. De acordo com a Lei nº 605/49, a ausência ao trabalho por motivo de doença deve ser comprovada mediante atestado médico, caso contrário a falta será tida como injustificada e acarretará a perda da remuneração do dia. A falta injustificada ao serviço também enseja a perda da remuneração do repouso semanal, conforme art. 6º, parágrafo 2º, da Lei 605/49.
A CLT não estabelece prazo para o empregado apresentar atestado médico para fins de justificar a sua ausência ao trabalho. Em face da omissão da lei, poderá o empregador, por meio de regulamento interno, fixar prazo um prazo para a entrega do atestado médico, se não houver norma coletiva dispondo sobre a questão.
Destaca-se que o prazo deve ser razoável e que o empregador pode, inclusive, fixar prazos diversos a depender do tipo de atestado (por exemplo, pela quantidade de dias de afastamento). Quanto ao empregado, ressalta-se que o bom senso deve ser premente: quando possível, avisar com antecedência sobre eventual afastamento e utilizar os meios digitais para dar ciência em caso de urgência, quando for possível.
Acrescento, ainda, que o atestado pode ser entregue por alguém em nome do empregado (como familiar, cônjuge ou amigo), lembrando-se que é prudente sempre levar duas vias, colhendo aviso de recebido datado e ficando uma delas.
Em caso de dúvidas, procure um advogado da sua confiança!
Por: THIAGO NORONHA VIEIRA
Fonte: Portal Veneza Notícia publicada segunda-feira, 27 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 27 junho 2016 in
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A forte relação entre trabalho e estresse pode estar estampada na silhueta. É que pesquisa realizada pelo Career Builder nos Estados Unidos revela que 70% dos profissionais que se dizem extremamente estressados estão acima do peso e 66% dos profissionais muito estressados, também. Foram ouvidas 3 mil pessoas que trabalham em período integral.
A combinação de mais comida no prato (por conta do estresse, 37% dizem comer mais) e o cansaço (pelas pesadas jornadas de trabalho, 43% dizem ficar exaustos demais para se exercitarem) explica, em parte, o ganho de peso, segundo os participantes. Outro aspecto que engorda os profissionais, de acordo com o levantamento, é o fato de ficarem sentados durante grande parte do expediente de trabalho.
E as mulheres são vítimas mais frequentes da balança. Entre os pesquisados, 46% delas disseram que engordaram. Já entre os homens, o índice foi 38%. Veja nas fotos acima as carreiras em que os profissionais estão mais propensos a engordar:
1.Prestação de serviços corporativos (contabilidade e afins)Os profissionais do ramo de prestação de serviços para o setor corporativo são os mais propensos ao ganho de peso. Segundo a pesquisa, mais da metade deles (51%) relatou ganho de peso desde que assumiu o cargo.
2. Profissões ligadas a tecnologia da informaçãoCom os olhos grudados na tela de um computador grande parte do expediente, 48% profissionais da área de TI disseram ter engordado desde o começo da trajetória no emprego, segundo o Career Builder.
3. Serviços financeirosTambém na lista estão os profissionais da área de serviços financeiros. De acordo com a pesquisa 45% deles disseram ter engordado no último emprego.
4 Profissões na área de saúdeMesmo atuando na área de saúde, profissionais acabam descuidando dela. De acordo com a pesquisa, 45% engordaram.
5. VendasA pesquisa mostra que 41% dos vendedores entrevistados notaram ganho de peso no último emprego.
Fonte: Jornal Contábil Notícia publicada segunda-feira, 27 de junho, 2016
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As regiões Sul e Sudeste são as principais responsáveis pelo aumento no surgimento de novas empresas no Brasil no primeiros quatro meses do ano.
De janeiro a abril, 674.975 novos negócios foram criados no país, alta de 4,1% em relação a igual período de 2015 e o maior nível desde 2010, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (23/06) pela Serasa Experian.
No entanto, por região, apenas Sul e Sudeste apresentaram expansão, de 1,8% e 4,8%, respectivamente. Entre as demais regiões, que registraram queda, o Centro-Oeste teve o maior recuo: 6,5%.
O Nordeste teve o segundo pior desempenho, com retração de 5,7%, à frente da região Norte, onde o número de empresas criadas caiu 3,5% no acumulado do ano até abril.
A maior parte das empresas criadas foi, mais uma vez, formada por microempreendedores individuais (MEIs), dessa vez em nível ao superior do ano passado.
Nos quatro primeiros meses deste ano, os MEIs representaram 80,1% dos novos negócios, contra 72,1% em 2015 e, numa comparação mais distante, 42,4% em 2010.
Economistas da Serasa afirmam que esta maior participação dos MEIs é resultado do aumento do desemprego, que impulsiona trabalhadores desempregados a buscarem alternativas para geração de renda.
O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, com a abertura de 425.026 novas empresas no primeiro quadrimestre de 2016, o equivalente a 63,0% do total de novos negócios.
Em seguida, 192.002 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos quatro primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 56.266 empresas (8,3% do total).
INADIMPLÊNCIA
Apesar do maior número de negócios criados no Brasil, a crise tem elevado a inadimplência das empresas em operação no país. Outra pesquisa da Serasa, divulgada no início do mês, mostrou que, em abril, mais da metade das empresas brasileiras estava inadimplente.
São 4,4 milhões de companhias com dívidas em atraso, de um total de cerca de 8 milhões de negócios em atividade.
Esse índice é recorde – a marca anterior tinha sido batida em junho do ano passado, quando 3,8 milhões de empresas estavam inadimplentes. O total das dívidas soma R$ 105,6 bilhões.
O levantamento aponta ainda que, do total de companhias inadimplentes, 45,2% são comerciais (lojas de vestuário, concessionárias, lojas de eletrônicos, entre outros), 45% são do segmento de serviços (bar, restaurante, salões de beleza, turismo, entre outros) e 8,9% são indústrias.
O Sudeste é a região que concentra a maioria das empresas com dívidas em atraso do país: 51%. Em segundo lugar aparece o Nordeste, com 17,9%, seguido do Sul (16,6%), Centro-Oeste (8,9%) e Norte (5,7%).
Fonte: Estadão Conteúdo Notícia publicada segunda-feira, 27 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 27 junho 2016 in
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O país registrou saldo positivo nas contas externas pelo segundo mês seguido, divulgou hoje (24) o Banco Central (BC). Em maio, o superávit em transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, ficou em US$ 1,2 bilhão. Em abril, o resultado positivo chegou a US$ 412 milhões.
O resultado positivo de maio é o maior registrado na série do BC, desde agosto de 2007, quando ficou em US$ 1,233 bilhão. Nos cinco meses do ano, houve déficit de US$ 5,966 bilhões, resultado bem menor do que o registrado em igual período de 2015 (US$ 35,325 bilhões).
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, o resultado de maio surpreendeu, já que a projeção para o mês era de déficit de US$ 200 milhões. Maciel disse que o resultado da balança comercial, com superávit de US$ 6,251 bilhões foi melhor que o esperado e levou ao saldo positivo das transações correntes. ?Basicamente o que surpreendeu, no mês, foi o melhor desempenho da balança comercial, com um saldo no mês mais significativo?, disse.
Para junho, o BC espera que as transações correntes voltem a registrar déficit devido a redução do saldo da balança comercial, comum nessa época do ano, influenciada pelo agronegócio. O BC prevê déficit em transações correntes de US$ 1 bilhão neste mês.
Projeções
O Banco Central reduziu a projeção para o saldo negativo das contas externas, este ano, de US$ 25 bilhões para US$ 15 bilhões.
Em relação a tudo o que o país produz, o Produto Interno Bruto (PIB), o saldo negativo deve corresponder a 0,87%, contra 1,48% previstos em março pelo BC.
O resultado esperado para a balança comercial contribuiu para melhorar a conta de transações correntes. A estimativa para o superávit comercial passou de US$ 40 bilhões para US$ 50 bilhões neste ano.
A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) deve apresentar resultado negativo de US$ 28,3 bilhões. A estimativa anterior era US$ 28,6 bilhões.
Segundo Maciel, o saldo negativo da conta de serviços tem se reduzido, mas a queda foi maior no início do ano. ?Está diminuindo, mas esse ritmo de redução é cada vez menor?, ressaltou. Maciel citou que a conta de viagens internacionais (receitas de estrangeiros no Brasil e despesas de brasileiros no exterior), integrante dos serviços, teve uma contração ?bem acentuada no início do ano?. ?Essa contração persiste, mas em ritmo menor à medida em que estamos avançando em 2016. Claro, a taxa de câmbio tem papel determinante nesse fluxo?, disse.
No balanço das transações correntes, a conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) deve apresentar saldo negativo de US$ 39,7 bilhões, contra US$ 39,3 bilhões previstos anteriormente.
A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) deve registrar saldo positivo de US$ 3 bilhões, ante US$ 2,9 bilhões previstos em março.
Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir esse déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque recursos são aplicados no setor produtivo do país.
A projeção do BC é que, este ano, esses recursos sejam mais que suficientes para cobrir o saldo negativo das contas externas porque devem chegar a US$ 70 bilhões. A previsão anterior era US$ 60 bilhões.
Edição: Maria Claudia
Fonte: Agência Brasil Notícia publicada segunda-feira, 27 de junho, 2016
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Posted by Clayton Teles das Merces on 24 junho 2016 in
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Neste post você irá aprender a resolver um problema que faz com que a instalação do programa Sicalc Auto Atendimento trave. Acompanhe a solução passo-a-passo, e sinta-se a vontade para fazer uma pergunta nos comentários. ?
A solução se aplica para Windows 7 e Windows 8
Desinstale qualquer versão anterior do programa de seu computador
Acesse o painel de controle:

Procure um dos seguintes botões:
ou 
Na lista, procure o programa “Sicalc Auto Atendimento”, e clique em “Desinstalar”:


Na tela que irá abrir, clique em “Desinstalar” novamente:

Instalando a versão atualizada do Sicalc sem travamentos
Baixe a ultima versão do Sicalc clicando aqui.

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Abra o local onde o instalador foi baixado:

Clique com o botão direito no instalar, e em propriedades:

Entre na aba compatibilidade:

Configure os campos abaixo, e clique em aplicar:

Desative seu antivírus temporariamente (pule este passo se você não souber como fazer):

Pronto! Instale o programa novamente ?

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