Sucesso empresarial vai muito além dos resultados no curto prazo

Posted by Clayton Teles das Merces on 1 agosto 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Entender o que torna uma empresa um grande sucesso tem sido, há várias décadas, o ?negócio? de vários autores e consultores que vendem livros e ganham milhões em palestras e consultorias. Eles procuram disseminar uma fórmula universal para que qualquer empresa tenha sucesso, bastando seguir a ?rota do sucesso? prescrita.
Mas não parece haver uma rota simples e fácil que todos trilhem, como uma simples receita a ser seguida. Nessas últimas semanas, estive em empresas que passam por momentos distintos.
Uma grande empresa exportadora perdeu R$ 350 milhões em um trimestre e, no trimestre seguinte, lucrou R$ 430 milhões graças a mudanças substanciais nas taxas de câmbio. Outra empresa foi de 15% de participação no mercado para 26% em seis meses – um de seus principais concorrentes faliu.
São casos de empresas de sucesso? Elas estão seguindo a ?rota certa do sucesso?? Difícil dizer com base apenas em indicadores ?pontuais?, não? De uma coisa temos certeza: trata-se de um raciocínio perigoso. Acreditar em indicadores que revelam bom desempenho aqui e ali, esquecendo-se de analisar a empresa como um todo, verificando a solidez e eficácia de sua estratégia, a robustez de seus processos e a maneira como a empresa seleciona e gerencia seu pessoal.
Em outras palavras, resultados numéricos registrados em um período não devem ser os únicos e, nem mesmo, os parâmetros mais relevantes para definir o ?sucesso? de uma organização.
Pode ser que uma empresa tenha resultados positivos em um período, mas, por outro lado, tenha uma estratégia inadequada e processos tão ruins que, em médio prazo, trará resultados ruins.
O sucesso de uma organização é algo muito mais complexo do que simplesmente mostram os resultados do momento. Depende de uma série de fatores, como sua filosofia e valores, a solidez de sua estratégia, a eficiência de seus processos e da qualidade e engajamento de seus colaboradores.
São organizações que conseguem ?desdobrar? suas estratégias do topo da organização (?norte verdadeiro?) até o os diferentes postos de trabalho sem perder a essência e o foco. A estratégia certa tem sempre um componente racional analítico e outro intuitivo subjetivo.
Mais: são empresas que focam nas necessidades dos clientes. Muitas sugestões de criar empresas de sucesso vão na direção de usar a estratégia de criação de monopólios ou oligopólios via fusões e aquisições, por exemplo. E o foco exclusivo nas inovações traz resultados favoráveis até que as inovações sejam copiadas ou melhoradas.
Considerar que o foco nos clientes com a permanente eliminação dos desperdícios (o que os clientes não querem) é essencial e oferece perspectivas sólidas e duradouras para as empresas.
E consegue envolver toda a organização nessa ?cultura?, engajando corações e mentes por meio de líderes que lideram pelo exemplo e que estão cotidianamente presentes nos locais onde as coisas acontecem, fazendo as perguntas certas, na hora certa e à pessoa certa mais do que oferecendo soluções.
Empresas de sucesso são, quase sempre, aquelas que conseguem implementar processos robustos em que as melhorias, com propósitos claros e definidos, permeiam a empresa toda, natural e espontaneamente.
Em outras palavras, são organizações que conseguem incorporar ?melhoria? como uma ?atitude? de responsabilidade de todos na organização. E que em tudo o que fazem veem sempre um ?estado futuro? a ser atingido.
Organizações divididas em ?silos? ou departamentos, com pouca comunicação entre eles, geram obstáculos e desvios dos propósitos fundamentais, prejudicando os resultados, ao invés de estabelecer processos horizontais que cruzam a empresa inteira em direção aos clientes.
Finalmente, a preocupação com as pessoas certamente faz parte da ?rota do sucesso?, mas muito mais importante do que selecionar e manter ?os melhores? é desenvolver um sistema interno de desenvolvimento de pessoas com a atitude permanente de querer aprender e melhorar e criar condições de utilização desse potencial e capacidade de pensar no dia a dia.
Existem diversas ?rotas de sucesso?. Talvez, na sua empresa, você possa ajudar a criar a melhor de todas.

Autor:José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil Notícia publicada segunda-feira, 01 de agosto, 2016

Novo período para saque do abono PIS/Pasep começa dia 28/07

Posted by Clayton Teles das Merces on 26 julho 2016 in Contabilidade, Direito, Geral, Governo with Comments closed |

Os trabalhadores que perderam o prazo poderão sacar o abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2014 a partir de quinta-feira (28), segundo informou o Ministério do Trabalho (MTE). O novo período de saque será de um mês e terminará no dia 31 de agosto.
No mesmo dia, também começa a ser pago o abono ano-base 2015. Quem nasceu de julho a dezembro recebe o benefício neste ano (2016), e os nascidos entre janeiro a junho, no primeiro trimestre de 2017. De acordo com o MTE, em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2017, prazo final para o recebimento.
O governo federal anunciou no início deste mês a prorrogação do prazo para que trabalhadores fizessem o saque do abono salarial do PIS/Pasep, referente ao ano-base de 2014.
O prazo havia terminado em 30 de junho e, de acordo com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, na ocasião, cerca de 1,2 milhão de pessoas que possuíam direito ao benefício não haviam feito o saque.
Nogueira não soube informar quantos trabalhadores fizeram o saque do benefício no prazo previsto, mas disse que foram 95% do total. Há uma semana, 22,2 milhões haviam feito a retirada, num total de R$ 18,4 bilhões.
Para ter direito ao abono salarial de 2015, o trabalhador precisa:? estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;? ter recebido remuneração mensal média de até 2 salários mínimos em 2014;? ter exercido trabalho remunerado por pelo menos 30 dias em 2014;? ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais
Como sacar o PIS/Pasep? Antes de sacar o PIS, o trabalhador deverá verificar se o benefício não foi depositado diretamente na conta. Caso contrário, deve comparecer com o Cartão do Cidadão e senha cadastrada nos terminais de autoatendimento da Caixa ou em uma Casa Lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, o beneficiado pode receber o abono em qualquer agência da Caixa mediante apresentação de um documento de identificação.? Já os participantes do Pasep (Banco do Brasil), após verificar se houve depósito na conta, devem procurar uma agência e apresentar um documento de identificação.
As informações sobre o direito ao saque também podem ser obtidas pela Central de Atendimento Alô Trabalho ? 158; pelo 0800-7260207, da Caixa; e pelo 0800-7290001, do Banco do Brasil.
O valor equivale a um salário mínimo vigente na data de pagamento, atualmente em R$ 880. Os recursos que não forem sacados retornam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Calendário 2016/2017O abono salarial 2016 começará a ser pago em 28 de julho, conforme calendário definido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). A estimativa do Ministério do Trabalho é que sejam repassados R$ 14,8 bilhões a a 22,3 milhões de trabalhadores que têm direito ao abono.
PIS e Pasep
O governo lembrou que o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) são contribuições sociais de natureza tributária, devidas pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do Seguro-Desemprego e Abono Salarial.
De acordo com o Ministério do Trabalho, o PIS é destinado aos funcionários de empresas privadas regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o Pasep é devido aos servidores públicos.
Segundo os números oficiais, em todo o Brasil foram identificados 23,6 milhões de trabalhadores com direito a receber o abono salarial de 2015.
Fonte: Gazeta Web Globo

Notícia publicada terca-feira, 26 de julho, 2016

Possível alta tributária dificulta plano das empresas e deve elevar custos

Posted by Clayton Teles das Merces on 18 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Ante crise nas contas públicas, mudanças no Simples Nacional podem impulsionar um aumento de alíquotas em 2017. Neste cenário, foco do governo em micro e pequenos negócios diminuirá
São Paulo – O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, se aprovado, por estabelecer uma meta fiscal rigorosa para as contas públicas do governo federal, poderá resultar em aumento de custos para as empresas brasileiras.
A equipe econômica do governo Temer mantém no horizonte a possibilidade de aumento de impostos para gerar as receitas necessárias. Com isso, o planejamento tributário das empresas fica ainda mais difícil para o curto prazo, com um período estimado de apenas seis meses.
A aprovação do texto base da LDO, feita ontem pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), não só prevê um déficit primário de R$ 139 bilhões em 2017, como também estima uma margem de expansão das despesas obrigatórias em R$ 27,3 bilhões, baseada nas expectativas de elevação de alíquotas e crescimento real da atividade econômica brasileira.
Dentro das propostas, no entanto, o relator do documento, Wellington Fagundes, excluiu a previsão da CPMF, que seria responsável por trazer R$ 33,2 bilhões.
No Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), no entanto, há reduções de R$ 7 milhões e R$ 2,02 bilhões, respectivamente.
Segundo João Eloi Olenike, presidente executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), os aumentos nos impostos previstos na LDO não somente trarão dificuldades ao planejamento tributário das empresas, que deve iniciar neste semestre, como também pode até “quebrar” as micro e pequenas companhias.
“Essa forma de tributação brasileira é muito confortável para o governo, que bate recordes de arrecadação todo ano e, nesse sentido, ele é mal administrado, principalmente porque cobra em cima do faturamento, quando deveria tributar o lucro. Isso não dá chance para empresa se desenvolver e produzir riqueza, porque já tira todo o fôlego dela antes mesmo dela ter uma chance”, explica o executivo.
Os especialistas ouvidos pelo DCI ainda destacam que, nesse cenário de dificuldades nas contas públicas, alguns aspectos das mudanças no regime do sistema Simples Nacional (ainda pendente no Congresso), também não estão sendo “vistas com bons olhos” pelo governo Temer.
De acordo com Flavio Paschoa Júnior, advogado sócio do Bighetti Neto e Paschoa Advogados, é o valor mínimo das parcelas, o aumento nos prazos para parcelamento e a alta do piso do sistema para R$ 4,8 milhões, que aparecem como fatores desfavoráveis “aos olhos” da Receita Federal.
“O prazo para parcelamentos dobrou de 60 para 120 meses e sobre o valor mínimo, para micro empresários é R$ 120 e, pequenas empresas R$ 300. Além disso, há um desconto de alíquotas e juros que antes não havia. E, na percepção do governo, a partir do momento em que esse benefício é gerado, há renúncia à geração mais complexa de receita”, explica.
Paschoa afirma, no entanto, que alguns empresários têm argumentado o contrário. “Muitos empreendedores dizem que facilitar o enquadramento, por exemplo, vai aumentar o volume de negócios regularizados e, portanto, contribuintes”, completa.
As mudanças do regime Simples Nacional estão previstas para entrarem em vigor a partir de 2018.
Planejamento
Os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Impostômetro apontaram, no entanto, que 95% das empresas do País pagam mais tributos do que deveriam.
Segundo Fernando Vaisman, diretor de impostos da Moore Stephens, é por conta da complexidade e do “dinamismo” da legislação, que esses erros acabam acontecendo.
“Muitas vezes, a empresa não tem uma área especializada para cuidar disso. E é preciso uma revisão das políticas e práticas da empresa antes de qualquer coisa, porque seja por falta de entendimento ou de interpretação, isso é algo muito comum”, observa.
“Apesar do aspecto negativo de possíveis altas de impostos, juros e inflação, esse pacote fiscal traz benefícios no longo prazo. Agora, as empresas não conseguem definir um planejamento pelas constantes mudanças legislativas, mas a partir que a economia se define e se estabiliza, fica mais fácil imaginar o que fazer”, opina o advogado Paschoa.
“É preciso pensar preventivamente, observando com atenção as opções lícitas existentes que permitam o recolhimento de uma tributação menor, principalmente porque há uma linha tênue na Receita sobre o que está ou não dentro da legalidade. Além disso, há a revisão de práticas e interpretações das leis para possíveis erros, e a necessidade de trazer às áreas responsáveis, uma discussão plausível sobre as linhas judiciais e administrativas de determinada incidência tributária”, conclui Vaisman.
Fonte: DCI – SP
Notícia publicada sexta-feira, 15 de julho, 2016

Empresa com problema no CNPJ não pode ter conta encerrada .

Posted by Clayton Teles das Merces on 18 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral with Comments closed |

Banco Central estendeu norma antes restrita ao CPF de pessoas físicas para pessoas jurídicas

O Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (13/07) uma circular estendendo para o caso de conta de empresas as normas que os bancos passaram a adotar em abril para encerrar contas de clientes se a Receita Federal considerar que o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do contribuinte estava pendente de regularização, suspenso, cancelado ou nulo.
A circular que trata do tema é a 3.804, assinada pelo diretor de Regulação, Otávio Damaso, e foi publicada no BC Correio, sistema de troca de informações do BC com o mercado financeiro.
Há três meses, uma circular semelhante foi divulgada com instruções para abertura, manutenção e encerramento de contas de depósitos.
Com isso, as instituições não passaram mais a ter a obrigação de fechar a conta no caso de pendência de regularização. Um dos requisitos que fazem o CPF se enquadrar neste caso é a não declaração do Imposto de Renda, por exemplo.
Já para os outros casos, o encerramento das contas continua valendo. O objetivo da medida era dar mais flexibilidade para o contribuinte tentar reverter sua situação irregular com a Receita.
Além de estender os procedimentos também para os casos de CNPJ, o BC deixou mais explícito no “parágrafo único” que são caracterizadas como irregularidades cadastrais as situações de inscrição no CNPJ “baixada” ou “nula”, seguindo a instrução normativa da Receita.
Isso foi necessário porque resolução anterior, de 1993, abordava o tema de forma mais genérica, como “irregularidade de natureza grave”.
Um terceiro detalhe nessa circular de hoje a que os bancos devem se ater é o de que para rescindir contrato os bancos precisam fazer uma referência expressa em relação ao motivo que desencadeou essa decisão. Esse item está descrito no artigo 3º da circular.

Fonte:  ESTADÃO CONTEÚDO
Notícia publicada sexta-feira, 15 de julho, 2016

81% dos brasileiros são contra aumento de impostos

Posted by Clayton Teles das Merces on 14 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral with Comments closed |

Em vez de elevar tributos, os brasileiros acreditam que o governo federal deveria cortar gastos e melhorar a gestão dos recursos para oferecer serviços de qualidade para a população.
Esse foi o resultado da pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira – Serviços Públicos, tributação e gasto do governo”, realizada pelo Ibope Inteligência para a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Para 87%, o nível dos impostos já é alto ou muito alto dada a qualidade dos serviços públicos oferecidos à sociedade.
A pesquisa aponta que 90% dos brasileiros consideram que a qualidade dos serviços públicos deveria ser melhor diante do valor dos impostos cobrados hoje. Esse porcentual vem crescendo nos últimos anos: em 2010, eram 81%, e em 2013, 83%.
Entre os serviços públicos, nenhum obteve avaliação positiva dos brasileiros (acima de 50 pontos). Saúde e segurança pública, apesar de terem melhorado em relação a 2013, receberam as piores notas, com 20 pontos e 22 pontos, respectivamente.
O levantamento mostra ainda que 81% dos brasileiros acreditam que o governo já arrecada muito e não precisa aumentar mais os impostos para aprimorar os serviços públicos. A coleta de dados para a pesquisa ocorreu entre os dias 17 e 20 de março e ouviu 2.002 entrevistados em 143 municípios.
Quando o assunto é manter serviços sociais como saúde, educação e segurança pública, 60% dos brasileiros discordam de aumentos de impostos, enquanto 36% concordam total ou parcialmente. Em 2013, a discordância da afirmação era bem maior e atingia 86% da população. Apenas 10% aceitavam essa alternativa à época.
Os brasileiros não só consideram que o nível de impostos é elevado como também avaliam que subiram nos últimos anos. Para 83%, os impostos estão aumentando muito, e outros 11% acham que estão subindo um pouco.
GASTOS PÚBLICOS
A pesquisa aponta ainda que 85% dos brasileiros acham que osgastos públicos aumentaram ou aumentaram muito nos últimos anos. Quando informados sobre os déficits orçamentários verificados em 2014 e 2015, 80% da população opina que o governo deve reduzir os gastos atuais. Outros 15% defendem que o patamar de despesas seja mantido.
Para os brasileiros que afirmam que o governo deve manter os gastos atuais, foram apresentadas três opções para estabilizar as contas públicas: aumento da dívida pública (preferência de 12%), criação de novos impostos (17%) e venda concessão de bens e empresas públicas para a iniciativa privada (42%). Outros 30% não souberam ou não quiseram responder.
“É importante destacar que apesar de essas medidas mitigarem o problema enfrentado nas contas públicas brasileiras, elas não o resolvem no longo prazo, pois os gastos públicos no Brasil vêm crescendo a uma taxa superior ao crescimento da economia nos últimos 20 anos”, destacou a CNI.
Já para os que defenderam o corte de gastos, deveriam entrar na mira do governo o custeio da máquina pública (32%), os salários de funcionários públicos (22%) e os programas sociais (11%).
CPMF
A recriação da CPMF deve enfrentar resistências da população de acordo com a pesquisa. Ao todo, 73% dos brasileiros são contra o retorno do tributo, enquanto apenas 20% são favoráveis.
Os porcentuais são semelhantes ao observado em 2010, quando também se discutiu a volta da CPMF para elevar a arrecadação do governo destinada à saúde. Naquele ano, 72% eram contra e 20% a favor.
Os entrevistados foram apresentados à atual proposta de recriação da CPMF como meio de arrecadação para a Previdência Social e saúde pública. Antes da explicação, apenas 32% sabiam dizer o que é a CPMF e a definiram como um tributo. “Isso mostra o grande desconhecimento da população sobre o tema, que tem ganhado destaque nas discussões sobre como corrigir o déficit fiscal”, afirmou a CNI.
A resistência à recriação da CPMF pode ser explicada pela visão de 70% dos brasileiros de que se trata de um imposto injusto. Outros 59% acreditam que o tributo vai aumentar os preços dos produtos.
“Esses resultados indicam que a maioria dos brasileiros entende que a CPMF, apesar de incidir sobre movimentações financeiras, impacta todos os brasileiros por ser embutida no preço dos produtos, consumidos por toda a população, inclusive os mais pobres”, diz a entidade.
Por fim, 61% dos brasileiros discordam total ou parcialmente de que a recriação da CPMF iria melhorar a vida dos brasileiros, uma vez que o governo teria mais recursos para investir em saúde e Previdência. Apenas 33% concordaram, total ou em parte, com a afirmação.
Fonte: Estadão
Notícia publicada quarta-feira, 13 de julho, 2016

Unificação do PIS/Cofins faz carga tributária crescer 100%

Posted by Clayton Teles das Merces on 14 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Contabilizando um aumento médio da carga tributária de 104% caso a unificação do PIS/Cofins seja aprovada, o setor de serviços voltou a rechaçar a proposta, que está na pauta do dia 16 de agosto, na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) do Congresso Nacional. Até lá, a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon) diz levar o debate para vários estados.
?A mudança no PIS/Cofins vai afetar toda a cadeia produtiva do País, inclusive o comércio e a indústria e não apenas o setor de serviços. Esse alerta é necessário, pois não podemos deixar que empresas dos setores da indústria e comércio, que estão no regime cumulativo desses tributos, com alíquota unificada de 3,65%, tenham a ilusão que na mudança de critério não terão aumento de carga tributária?, alerta Sérgio Approbato , presidente da Fenacon.
Fechamentos e demissões
Os reflexos vistos por ele caso a medida seja aprovada devem resultar em empresas fechando as portas e funcionários sendo demitidos. ?Precisamos sensibilizar o governo. A unificação do PIS/Cofins pode significar a perda de até 10% dos postos de trabalho?, alerta
Fonte: Diário do Nordeste
Notícia publicada quinta-feira, 14 de julho, 2016

Governo anuncia revisão de benefícios de Aposentadoria por Invalidez e Auxílio-Doença

Posted by Clayton Teles das Merces on 8 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Na tentativa de reduzir gastos com a Previdência, o governo anunciou nesta quinta-feira (07/07) a alteração em benefícios como a aposentadoria por invalidez e auxílio-doença e o acesso de trabalhadores a fundos de previdência complementar.
Serão revisados os chamados benefícios por incapacidade de longa duração. Para isso, mais de 100 mil perícias por mês serão feitas com o objetivo de checar se os trabalhadores afastados nessa condição continuam incapazes de realizar seus trabalhos.
Uma medida provisória fixará em 120 dias o prazo máximo de pagamento de auxílio-doença quando o benefício for concedido pela Justiça sem definição de uma data de cessação. Caso o segurado não peça a continuidade do benefício, o pagamento será automaticamente cancelado.
A medida provisória também revogará a regra que permite que o segurado que volta a contribuir com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) obtenha novo auxílio-doença em apenas quatro meses.
Além disso, o governo vai instituir uma gratificação por dois anos para os peritos médicos do INSS que fizerem perícias em auxílios-doença e aposentadorias por invalidez concedidas há mais de dois anos a partir da data de edição da medida provisória.
Os médicos peritos receberão R$ 60 por perícia realizada. Segundo o governo, a gratificação é necessária porque os profissionais terão de extrapolar a carga horária para revisarem os 3 milhões de aposentadorias por invalidez e os 840 mil auxílios doença concedidos há mais de dois anos.
De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, não se trata do fim dos benefícios, mas apenas de uma revisão. Segundo dados do governo, há hoje no país 3 milhões de aposentadorias por invalidez concedidas há mais de dois anos sem revisão, que geram uma despesa mensal de R$ 3,6 bilhões.
Já o auxílio-doença custa R$ 1 bilhão por mês à União. O governo alega que, atualmente, 840 mil auxílios-doença foram concedidos há mais de dois anos, a maioria após decisões judiciais.
Mudanças no BPC

A equipe econômica também revisará todos os pagamentos do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que paga um salário mínimo a pessoas com mais de 65 anos que não contribuíram para a Previdência Social. Apesar de administrado pelo INSS, o BPC é pago com recursos do Fundo Nacional de Assistência Social.
Segundo o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Alberto Beltrame, a legislação determina que os benefícios do BPC sejam revistos a cada dois anos, mas desde 2008 essa análise não é feita. Os beneficiários do BPC também serão obrigados a se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, usado no pagamento de benefícios sociais como o Bolsa Família.
O governo também anunciou que permitirá que a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) receba a adesão de estados e municípios sem condições de manter regimes de previdência para os servidores locais. Desde o mês passado, a medida está em discussão entre o Tesouro Nacional e os estados.
Segundo o secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, o objetivo da medida é dar o mesmo tratamento aos servidores públicos e aos privados.
Fonte: Agência Brasil

Notícia publicada sexta-feira, 08 de julho, 2016

9 dicas para cortar gastos e ter mais dinheiro sobrando.

Posted by Clayton Teles das Merces on 8 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

A crise aperta o bolso de muitas famílias brasileiras, que estão sentindo a alta do preço de alimentos como o feijão e das contas. Com o dinheiro escasso, alternativas são imprescindíveis para contornar a situação. Mas como tudo tem seu lado bom, muitas pessoas aproveitam os tempos difíceis para começar a se educar financeiramente e economizar com supérfluos.Especialistas dizem que o grande segredo para conseguir juntar dinheiro é tornar a prática um hábito. “Poupar é um hábito, fazer o controle dos gastos e da receita é um hábito. Tem que fazer sempre para se acostumar”, afirma Thiago Alvarez, presidente do Guia Bolso, em entrevista para o UOL.O especialista listou nove dicas para quem quer ter mais dinheiro no bolso – ou no cofrinho:
1) Comece anotando tudo Saiba exatamente quanto você ganha e quanto gasta, através de anotações, planilhas ou até mesmo com aplicativos. Assim, será possível ver onde o dinheiro está sendo gasto que poderá ser cortado.
2) Use a fórmula para limitar gastos
Use a fórmula 50-15-35 dividir os gastos. Funciona assim: 50% de tudo o que ganha vai para gastos essenciais: moradia, comida, saúde, transporte e educação. Depois, 15% vai para prioridades financeiras da família, mas o ideal é que este valor seja poupado. Por fim, 35% para manter estilo de vida: lazer, academia, cabeleireiro, restaurantes. Desta forma, todos os gastos que fujam muito deste valor devem ser cortados.
3) Renegocie dívidas É essencial saber quais dívidas existem, os valores exatos de cada uma e traçar um plano para saudá-las. Alvarez afirma que uma pessoa pode ser considerada superendividada quando tem acima de 15% da renda comprometidos com dívidas de curto prazo, como cheque especial e cartão de crédito. Caso esteja com muitas dívidas, procure credores e renegocie os pagamentos. Mas atenção: só feche acordos que possa cumprir.
4) Crie uma reserva de emergência
É muito importante criar uma poupança para momenbtos de emergência. O ideal é poupar de 3 a 6 meses de salário (3 meses no caso de um funcionário público concursado, 6 meses para os demais trabalhadores). Este valor deve ficar guardado em uma aplicação fácil de ser sacada.
5) Cuidado com o cartão de crédito Sempre que possível, faça as compras à vista. Use o cartão somente em situações necessárias e sempre pague a fatura em dia. Não use o rotativo e use somente para obter milhagens. “Mas não aconselho a pagar conta de água, luz, e outras despesas ssenciais no cartão. Essas contas devem ser pagas de uma vez. O cartão serve para compras eventuais como lazer e estilo de vida”, diz Alvarez.
6) Pare de pegar empréstimos Cheque especial não é parte da renda. Empréstimos devem ser feitos somente como último recurso e não devem se tornar um hábito mensal. Programe-se com antecedência para comprar algo ou fazer viagens e vá juntando dinheiro. O ideal é juntar primeiro e gastar depois, não gastar primeiro e depois pagar a conta.
7) Troque dívidas caras por outras mais baratas Cheque especial e cartão de crédito são os créditos que mais têm juros no mercado. Ao invés destes créditos, adira ao empréstimo consignado ou empréstimo pessoal, que têm juros menores.
8) Poupe de 10% a 15% do salário O ideal é poupar 15% do salário todo mês. Mas, para quem não está acostumado, começar com uma meta de 10% é suficiente – o importante é poupar, nem que pouco.
9) Pense na aposentadoria Poupar para o futuro é importante e um bom planejamento financeiro possibilita que isso seja feito sem sacrifícios. Quanto mais cedo a pessoa começa a poupar para a aposentadoria, mais tempo terá de juntar um bom patrimônio sem que isso seja um grande sacrifício.
Fonte: Notícias Ao Minuto

Notícia publicada sexta-feira, 08 de julho, 2016

Conselho Regional de Contabilidade orienta contadores e candidatos sobre prestações de contas nas Eleições 2016

Posted by Clayton Teles das Merces on 8 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Este ano, mais de 146 milhões de eleitores registrados no Tribunal Superior Eleitoral irão às urnas para escolher prefeitos e vereadores. E os candidatos devem seguir regras específicas em relação à prestação de contas de suas campanhas.
Pensando nisso, o Conselho Regional de Contabilidade (CRCSP) realiza no dia 21 de julho de 2016 (quinta-feira) o “Seminário de Prestação de Contas das Eleições 2016”, tema de muita relevância no atual cenário político nacional.
O objetivo do seminário é orientar os profissionais da contabilidade, já que eles devem assinar as prestações de contas dos candidatos e partidos e, assim, contribuir para a transparência e evitar a corrupção no país.
De acordo com o CRCSP, fraudes e desvios de recursos são os temas de maior divulgação atualmente na mídia nacional, o que aumenta a cobrança da sociedade por ética e justiça. Aumenta também a responsabilidade da classe contábil nas prestações de contas das verbas utilizadas nas eleições. Por isso, no seminário, será abordado de maneira prática o que pode e o que não pode ser feito do ponto de vista contábil.
A atuação da Justiça Eleitoral nas Eleições 2016 será tema apresentado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que falará sobre o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil falarão sobre os aspectos jurídicos das eleições. O CRCSP falará sobre o papel do profissional da contabilidade nas prestações de contas.
O planejamento contábil de uma campanha inclui, por exemplo: gastos com alimentação e contratação de veículos; emissão de documentos idôneos; emissão de CNPJ de campanha; abertura de contas bancárias; prestações de contas parciais e entrega ao TSE do recebimento de recursos (recibo eleitoral).
Outro tema importante será as grandes mudanças realizadas recentemente em relação ao financiamento das campanhas por parte de pessoas jurídicas.
O evento tem o apoio do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), que vem desenvolvendo um trabalho de qualificação do profissional da contabilidade para atuar nesse segmento. Neste ano, estão sendo realizados seminários em todos os Conselhos Regionais de Contabilidade, presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. O Sistema CFC/CRCs também soma esforços junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ampliar o conhecimento da sociedade sobre as regras eleitorais.
Quem pode participar?
Podem participar do seminário, profissionais contábeis, candidatos e demais pessoas interessadas em entender todo o processo eleitoral de 2016.
Sobre as prestações de contas
As regras das Eleições 2016 para prefeitos e vereadores foram aprovadas em dezembro do ano passado. Além de não permitir doações de empresas, a Justiça Eleitoral determinou que as prestações de contas devem ser feitas por profissionais da contabilidade e que as campanhas devem informar, a cada 72 horas, sua movimentação financeira.
Com isso, é possível que a sociedade acompanhe se os gastos das campanhas correspondem à movimentação financeira declarada, evitando a utilização de recursos não contabilizados ? o caixa dois.
Livro: Contabilidade Eleitoral
Além dos seminários, o CFC lançou o livro digital ?Aspectos Contábeis e Jurídicos das Prestações de Contas das Eleições de 2016? com o passo a passo para a realização da prestação de contas eleitorais. Essa publicação já está disponível, gratuitamente, para download no site do CFC.
Sobre o CRCSP
O CRCSP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo) faz parte do sistema de registro e fiscalização do exercício da profissão contábil. Também é prerrogativa da entidade o desenvolvimento dos profissionais. O Conselho existe desde 1946, em consonância com o Decreto-Lei n.º 9.295, que criou o Conselho Federal de Contabilidade, os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e normatizou a profissão contábil.
Serviço
Evento: Seminário Prestações de Contas Eleições 2016
Data: 21 de julho de 2016
Horário: das 8h às 18h
Local: Sede do CRCSP
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Fonte: Assessoria de Imprensa CRCSP Notícia publicada sexta-feira, 08 de julho, 2016

Receita abre na sexta-feira, 8 de julho, consulta ao segundo lote de restituição do IRPF de 2016

Posted by Clayton Teles das Merces on 7 julho 2016 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Receita abre na sexta-feira, 8 de julho, consulta ao segundo lote de restituição do IRPF de 2016
A partir das 9 horas de sexta-feira, 8 de julho, estará disponível para consulta o segundo lote de restituição do IRPF 2016, que contempla 1.490.266 contribuintes, totalizando mais de R$ 2,5 bilhões. O lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física contempla também restituições dos exercícios de 2008 a 2015. O crédito bancário para 1.566.533 contribuintes será realizado no dia 15 de julho, totalizando o valor de R$ 2,7 bilhões. Desse total, R$ 951.605.753,26 referem-se ao quantitativo de contribuintes de que trata o Art. 69-A da Lei nº 9.784/99, sendo 477.147 contribuintes idosos e 51.310 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Os montantes de restituição para cada exercício, e a respectiva taxa selic aplicada, podem ser acompanhados na tabela a seguir:

Lote de Restituição Multiexercício do IRPF ? JUL/2016

Ano do Exercício

Número de Contribuintes

Valor (R$)

Correção pela Selic

2016

1.490.266

2.516.420.176,86

3,27% (maio de 2016 a julho de 2016)

2015

33.222

89.996.127,56

16,34% (maio de 2015 a julho de 2016)

2014

21.947

50.789.146,77

27,26% (maio de 2014 a julho de 2016)

2013

11.205

24.556.717,41

36,16% (maio de 2013 a julho de 2016)

2012

6.766

14.022.335,38

43,41% (maio de 2012 a julho de 2016)

2011

2.465

3.088.390,52

54,16% (maio de 2011 a julho de 2016)

2010

258

557.664,25

64,31% (maio de 2010 a julho de 2016)

2009

163

400.179,67

72,77% (maio de 2009 a julho de 2016)

2008

241

169.261,58

84,84% (maio de 2008 a julho de 2016)

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Fonte: receita federal
Notícia publicada quinta-feira, 07 de julho, 2016

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