MPEs e MEIs representam 63% dos clientes de escritórios contábeis no Brasil

Posted by Clayton Teles das Merces on 20 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Os pequenos negócios correspondem a 20% do PIB do Brasil, o que demonstra a importância do segmento para a economia nacional. A relevância das micro e pequenas empresas (MPES) e dos microempreendedores individuais (MEIS) pode ser demonstrada, por exemplo, por sua participação como clientes em escritórios contábeis, que a nível nacional chega a 63%. Os dados são da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).

O potencial econômico das MPEs e dos MEIs promove uma necessidade de assessoramento, viabilizado justamente pela gestão contábil por escritórios especializados nesse nicho. Segundo estudo da federação, os serviços oferecidos incluem análise de resultados, apoio gerencial, apoio na informatização e sistemas, balancetes com indicadores gerenciais, orientação para participação em licitações públicas, orientação para acesso a linhas de crédito, interferência em relações societárias, equalização de passivos e apoio em saúde ocupacional.

A interação entre as organizações funciona como um meio de fortalecê-las e torná-las competitivas no mercado, conforme aponta o presidente da Fenacon, Mario Berti.

  • O pequeno negócio precisa de um bom gerenciamento contábil. Dessa maneira, é possível obter sucesso mesmo com os entraves burocráticos e as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores no país – avalia.

Dúvidas sobre preço de transferência?

Posted by Clayton Teles das Merces on 20 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral with Comments closed |

O preço de transferência gera muitas dúvidas no meio contábil. Ele se refere aos controles a que estão sujeitas as operações comerciais ou financeiras realizadas entre partes relacionadas, sediadas em diferentes jurisdições tributárias, ou quando uma das partes está sediada em paraíso fiscal.

Estão obrigados pela legislação brasileira à observância das regras de preços de transferência:

as pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil que praticarem operações com pessoas físicas ou jurídicas, residentes ou domiciliadas no exterior, consideradas vinculadas, mesmo que por intermédio de interposta pessoa;

as pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil que realizem operações com qualquer pessoa física ou jurídica, ainda que não vinculada, residente ou domiciliada em país que no tribute a renda ou que a tribute à alíquota inferior a 20% (vinte por cento), ou cuja legislação interna oponha sigilo relativo à composição societária de pessoas jurídicas ou à sua titularidade.

Um termo frequentemente utilizado é o de pessoa vinculada. Nos termos da legislação de preços de transferência será considerada vinculada à pessoa jurídica domiciliada no Brasil (Lei n º 9.430, de 1996, art. 23; e IN SRF n º 243, de 2002, art. 2 º ):

a matriz desta, quando domiciliada no exterior;

a sua filial ou sucursal, domiciliada no exterior;

a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior, cuja participação societária no seu capital social a caracterize como sua controladora ou coligada, na forma definida nos §§ 1 º e 2 º, art. 243 da Lei n º 6.404, de 1976;

a pessoa jurídica domiciliada no exterior que seja caracterizada como sua controlada ou coligada, na forma definida nos §§ 1 º e 2 º , art. 243 da Lei n º 6.404, de 1976;

a pessoa jurídica domiciliada no exterior, quando esta e a empresa domiciliada no Brasil estiverem sob controle societário ou administrativo comum ou quando pelo menos 10% (dez por cento) do capital social de cada uma pertencer a uma mesma pessoa física ou jurídica;

a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior, que, em conjunto com a pessoa jurídica domiciliada no Brasil, tiver participação societária no capital social de uma terceira pessoa jurídica, cuja soma as caracterizem como controladoras ou coligadas desta, na forma definida nos §§ 1 º e 2 º , art. 243 da Lei n º 6.404, 1976;

a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior, que seja sua associada, na forma de consórcio ou condomínio, conforme definido na legislação brasileira, em qualquer empreendimento;

a pessoa física residente no exterior que for parente ou afim até o terceiro grau, cônjuge ou companheiro de qualquer de seus diretores ou de seu sócio ou acionista controlador em participação direta ou indireta;

a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior, que goze de exclusividade, como seu agente, distribuidor ou concessionário, para a compra e venda de bens, serviços ou direitos;

a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior, em relação à qual a pessoa jurídica domiciliada no Brasil goze de exclusividade, como agente, distribuidora ou concessionária, para a compra e venda de bens, serviços ou direitos.

Em muitas casos, um produto importado pode ser usada no setor químico, farmacêutico e cosmético, que têm tratamento tributário diferente e a dúvida é como enquadrá-lo. A outro complicador é a legislação brasileira que possui métodos específicos diferentes dos modelos internacionais defendidos e recomendados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Consultas Tributárias Respondidas pela Receita Federal

Posted by Clayton Teles das Merces on 20 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

Através de diversas soluções de consulta, publicadas no Diário Oficial da União de hoje (19.10.2015), a Receita Federal do Brasil (RFB) dirimiu dúvidas de contribuintes sobre a aplicação de normas tributárias, a seguir resumidas:

Solução de Consulta Disit/SRRF 7.045/2015 – Retenção Previdenciária – Arbitragem de Jogos de Futebol – Inaplicabilidade.

Os serviços de arbitragem de jogos de futebol não se submetem à retenção previdenciária.

Solução de Consulta Disit/SRRF 7.044/2015 – IRPJ – Lucro Presumido – Cessão de Direitos – Percentual de Presunção.

Os valores auferidos com a cessão de direitos adquiridos de terceiros configuram receita bruta de pessoa jurídica optante pelo lucro presumido cujo objeto social seja transacionar esses créditos.

A base de cálculo do IRPJ deve ser apurada com a utilização do percentual de presunção de 32% (trinta e dois por cento) sobre a receita bruta.

Solução de Consulta Disit/SRRF 7.042/2015 – Desoneração da Folha – Edição de Livros e Revistas.

s empresas que têm como atividade econômica principal a edição de livros (código 5811-5/00 da CNAE 2.0), por não serem empresas jornalísticas e de radiodifusão e de sons e imagens, não estão sujeitas à contribuição previdenciária substitutiva (“desoneração da folha“).

Solução de Consulta Disit/SRRF 7.039/2015 – IPI – Reembalamento – Industrialização caracterizada.

A colocação de embalagem em produtos tributados adquiridos de terceiros, mesmo em substituição da original, salvo quando se destine ao simples transporte do produto, caracteriza industrialização por acondicionamento ou reacondicionamento.

Procedimentos – Inventário de Estoques

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O inventário de estoques (mercadorias, matérias primas, materiais intermediários, produtos em elaboração, produtos acabados e materiais diversos, como embalagem e de consumo) busca registrar, contabilmente, o montante dos mesmos, para fins de balanço patrimonial.

Os procedimentos iniciais são os seguintes:

– contagem física dos estoques e

– avaliação dos mesmos conforme as regras fiscais e contábeis vigentes.

Uma vez apurados, os estoques ao final do período social devem ser devidamente contabilizados e registrados, compondo o grupo do Ativo Circulante, subgrupo estoques, em contas específicas, como:

– Mercadorias para Revenda;

– Matérias Primas;

– Material de Embalagem;

– Produtos em Elaboração;

– Produtos Acabados;

– Almoxarifado; etc.

Os insumos e mercadorias devem ser avaliadas pelo custo de aquisição mais recente ou pelo custo médio.

O plano de contas contábil deverá registrar todos os custos de produção (materiais, mão de obra direta e gastos gerais de fabricação), transferindo-os aos custos dos produtos, mediante rateio ou planilha, cujos métodos devem ser aplicados uniformemente.

Estoques obsoletos, inservíveis ou deteriorados devem ser devidamente ajustados, de forma a que o saldo contábil apresente seu valor como zero ou valor de realização.

No Livro de Registro de Inventário, devem ser arrolados, pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação, as mercadorias, as matérias-primas, os produtos intermediários, os materiais de embalagem, os produtos manufaturados e os produtos em fabricação, existentes no estabelecimento à época de balanço.

Contador e Familiares são presos por fraude

Posted by Clayton Teles das Merces on 19 outubro 2015 in Contabilidade, Direito, Geral, Governo with Comments closed |

Os 34 investigados na Operação “BBPag”, da Polícia Civil, tiveram a prisão temporária decretada por apresentarem riscos ao andamento das investigações, segundo consta na decisão assinada pela juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane Santos Arruda. Na decisão que culminou na expedição de 78 ordens judiciais – sendo 34 de prisão temporária e 44 de busca e apreensão -, a juíza destaca que, sem tal medida, era possível que as diligências ainda pendentes fosses “frustradas” pelos investigados, que poderiam tentar “de toda forma destruir provas, criar álibis ou mesmo impossibilitar a descoberta da verdade”. “No caso presente, a prisão temporária é necessária para evitar que, soltos, os suspeitos engendrem meios de suprimir provas, persuadir testemunhas, arregimentar álibis, ou ainda criar operações contábeis ou financeiras que maquiem as irregularidades noticiadas”, diz trecho da decisão.

Conforme Selma Arruda, a detenção dos envolvidos garante que todos sejam inqueridos simultaneamente, “sem tempo para criação de teses, ocultação de provas, aliciamento de testemunhas, ou outros ardis que dificultem a coleta de provas pela autoridade policial”. A operação é conduzida pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários da Capital (Defaz) e investiga um suposto esquema que teria desviado R$ 85 milhões da Conta Única do Estado, por meio do sistema eletrônico disponibilizado pelo Banco do Brasil, o BBPag.

Até o momento, 30 pessoas já foram detidas em Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Quatro investigados estão foragidos e sete dos detidos já prestaram depoimento à delegada Cleibe Aparecida de Paula. Consta na decisão que os fatos investigados caracterizam, em tese, crimes contra administração pública (peculato), falsidade ideológica, extravio de documentos públicos e formação de quadrilha – todos punidos com a pena de reclusão.

Segundo Selma Arruda, a probabilidade de que os investigados tenham efetivamente participado de tais crimes “é bastante alta, diante dos elementos até agora alavancados aos autos”. De acordo com a decisão, o esquema fraudulento teria sido perpetrado por uma extensa rede de pessoas, dentre elas servidores públicos e empresários, que teriam meios para “burlar as investigações e promover o desfazimento das provas necessárias”.

O dinheiro desviado teria sido usado por gestores, funcionários e familiares das pessoas jurídicas para a compra de imóveis, empresas, veículos e viagens. Um dos presos é o empresário Giovani Dadalt Crespani, dono de um escritório de contabilidade em Primavera do Leste, distante 239 km de Cuiabá, e suspeito de ter sonegado mais de R$ 60 milhões.

A mãe e a tia dele foram presas em Soledade (RS) e, a empresa dele em Tubarão (SC), bem como sua casa e seu escritório de contabilidade, em Primavera do Leste, foram alvos de busca e apreensão. O G1 não conseguiu contato com o advogado do suspeito. Os materiais apreendidos na casa e no escritório do empresário – entre computadores, documentos e notas fiscais – foram descarregados na Delegacia Fazendária no início da tarde desta sexta-feira (16) e ainda serão analisados.

Pendências com o Fisco poderão ser resolvidas pela internet a partir de 2016

Posted by Clayton Teles das Merces on 19 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

A Receita Federal estuda permitir que o contribuinte que cair na malha fina possa, a partir do ano que vem, justificar as pendências enviando, pela internet, documentos digitalizados em casa ou no escritório.

A medida faz parte de uma série de inovações em estudo pelo órgão. Até agora, as provas documentais eram apresentadas por meio de processos administrativos, e o contribuinte tinha que se dirigir a um centro de atendimento do Fisco. Muitas vezes, era obrigado a aguardar uma intimação para apresentar os documentos.

“Estamos desenvolvendo uma interface para o contribuinte chamar uma aplicação e enviar os comprovantes justificando as pendências que o Fisco identificou. Ou seja, vai se abrir na internet um e-Processo [processo eletrônico], e ele vai fazer a juntada dos documentos digitalizados diretamente de casa ou do escritório”, explica o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso.

Outra ferramenta que está em fase de ajustes e será usada em um projeto-piloto na unidade da Receita Federal em São Paulo é o atendimento virtual para pessoas físicas, com a possibilidade de chat (bate-papo online) para alguns serviços.

Se houver necessidade de abrir um processo eletrônico, o atendente orientará a pessoa na hora sobre os documentos que precisam ser anexados ou sobre retificações, por exemplo. Neste caso, informa Occaso, a Receita espera implantar o serviço ainda neste ano. “A ferramenta está pronta e homologada. Estamos apenas ajustando as equipes para divulgar o serviço.”

REDUÇÃO DE GASTO COM PAPEL

O fim do papel na administração pública federal é uma realidade cada vez mais próxima. No último dia 9, foi publicado no Diário Oficial da União o Decreto nº 8539, que estabelece o uso de meio eletrônico para tramitação de documentos nos órgãos e entidades da administração pública direta, autárquica e fundacional. Os órgãos têm seis meses, a partir da data da publicação do decreto, para apresentar ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão um cronograma de implementação.

A mudança começou a ser arquitetada no ano 2000, na Delegacia de Julgamento da Receita Federal, em Salvador, pelo titular, na época, Carlos Alberto Freitas Barreto, ex-secretário da Receita e atual presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que teve a ideia de transformar os processos em papel em meio digital. Em 2005, foi iniciado o processo de mudança, concluído em 2007, quando houve o primeiro processo eletrônico. Atualmente, praticamente todos os processos são digitais.

“Nossos escritórios não tem mais armários de processos e não temos mais documentos físicos. Quando se formaliza um processo ou se faz uma petição, esta é digital. É recebida, inserida no ambiente de trabalho e passa a ter uma tramitação digital. Os nossos armários e os processos são todos eletrônicos”, destaca o subsecretário.

Segundo Occaso, há celeridade, pois todas as informações estão em bancos digitais nos quais é possível fazer consultas a partir de palavras-chave e de temas, e há transparência. Os processos são todos disponibilizados na internet para consulta por aqueles que têm certificado digital. Além do mais, existe ganho ambiental porque se dispensa o uso de papel.

“Hoje considera-se uma falha abrir um processo físico na Receita Federal. Existem alguns processos muito antigos que não podem ser mexidos, mas a maioria é digital”, afirmou o coordenador-geral de Arrecadação e Cobrança, João Paulo Martins da Silva.

A Receita estima que o sistema e-Processo gerencia atualmente o fluxo de aproximadamente de 8 milhões de processos e dossiês com mais de 65 milhões de documentos, provocando uma economia relevante, com a redução do consumo de papel e dos gastos com impressão, custo de malote, aquisição de móveis, compra ou locação de impressoras e também de imóveis para armazenamento dos processos em papel, além da eliminação dos custos de restituição em função de extravios.

Existe, porém, uma certa dificuldade para mensurar a economia proveniente da substituição do papel pela imagem, que é complexa, pois, segundo o Fisco, envolve vários aspectos de custo. O número de usuários internos é de aproximadamente 27 mil lotados na Receita, no Carf e na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

“Só para ter uma ideia: temos um espaço de armazenamento com imagens que chega a 64 milhões de megabytes. Temos também a questão da segurança. Não existe risco de alguém tirar uma folha sequer do processo sem ninguém saber. Para retirar qualquer parte, é preciso fazer um termo justificado, e o documento retirado fica em uma base. Além de tudo ser registrado, como o nome a hora, etc”, informa Silva.

UM PROCESSO DE QUASE 870 MIL PÁGINAS

Para dimensionar a economia da Receita com o e-Processo, Occaso e João Paulo Martins citaram como exemplo um processo administrativo fiscal digital de 2012, que tem as seguintes características: 41,2 gigabytes, 869.462 páginas e 5.543 documentos. Para sua apreciação, houve a necessidade de seis movimentações do processo entre unidades do Fisco, sendo duas movimentações (ida e volta) para realização de uma diligência.

Se esse processo fosse em papel, conteria 4.348 volumes de 200 folhas. Considerando o peso médio por volume de 1 quilo, o processo pesaria 4.348 quilo. Isto significa que, para transportar o processo, seria necessário, no mínimo, um furgão com capacidade para suportar 4,4 toneladas de papel.

Além disso, somente as seis movimentações entre unidades, que, no caso desse processo, encontravam-se em estados diferentes, com malotes dos Correios, custariam R$ 588.284,40. Conforme levantamento feito em empresas gráficas, com a impressão, ao custo de R$ 0,14 por página, o gasto totalizaria R$ 121.724,68. Com esses cálculos, os técnicos estimam que a economia proporcionada pelo e-Processo no controle deste único processo seria de R$ 710.009,08.

Receita Federal aperta o cerco aos devedores

Posted by Clayton Teles das Merces on 16 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral, Governo with Comments closed |

A Receita Federal vem trabalhando intensamente nos últimos meses na tentativa de minimizar os efeitos da crise econômica na arrecadação federal.

Entre janeiro a setembro de 2015 foram lavrados autos de infração no valor de R$ 87,975 bilhões. Esse valor corresponde a um acréscimo de 9,7% em relação ao mesmo período de 2014.

Apenas no estado de São Paulo foram lavrados, de janeiro a setembro de 2015, autos de infração no valor de R$ 57 bilhões, representando um acréscimo de 29% em relação ao que foi lançado no mesmo período de 2014.

Foram constituídos, também, grupos para acompanhar o comportamento dos principais devedores do Fisco, com aplicação de diversas medidas punitivas, especialmente nos casos em que forem verificados ilícitos ou fraudes. Dentre tais medidas, destacam-se, conforme o caso: exclusão de parcelamentos especiais como REFIS, PAES e PAEX; inscrição no CADIN; exclusão de benefícios e/ou incentivos fiscais; exclusão do Simples Nacional; arrolamento e bloqueio de bens e representação fiscal para fins penais.

A lavratura dos autos de infração é feita pelos Auditores-Fiscais do órgão e as ações de cobrança são desenvolvidas pelos Auditores-Fiscais, Analistas-Tributários, Analistas e Técnicos do Seguro Social, cada um conforme as respectivas atribuições. São, no estado de São Paulo, mais de 5.000 servidores desenvolvendo esses trabalhos.

Os créditos constituídos pela Receita Federal não recolhidos são, após vencidas as etapas de cobrança administrativa, encaminhados para inscrição em dívida ativa, quando, então, passam a ser cobrados na esfera judicial pela Procuradoria da Fazenda Nacional.

Órgãos poderão emitir certidões pela web

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral, Tecnologia da Informação T.I with Comments closed |

Órgãos da administração pública, autarquias, empresas públicas e fundações da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios poderão ser obrigados a disponibilizar, em suas páginas na internet, opções para requisição e expedição de certidões por meio eletrônico.

A medida consta de projeto (PLS 83/2014), do senador Romero Jucá (PMDB-RR), aprovado nesta terça-feira (13) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A matéria segue para decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

A iniciativa, conforme Jucá, busca modernizar o processo de emissão de documentos e reduzir a burocracia no país.

O relator na CCT, senador Walter Pinheiro (PT-BA), observa que eventuais incertezas sobre os “documentos virtuais” vêm sendo superadas pelos bons resultados na adoção desses procedimentos e pelo alcance social da medida.

“A despeito da incerteza inicialmente associada a um uso amplo e irrestrito de documentos virtuais com equivalência jurídica a seus originais em papel, é preciso ter em mente que o País vem dando passos nesse sentido há mais de dez anos, em aplicações de grande relevância e alcance sociais, sem que tenham sido registradas falhas sistêmicas”, afirmou Pinheiro no relatório sobre o projeto.

O senador lembra que o ordenamento jurídico brasileiro já trata da validade de documentos eletrônicos. Como exemplo, ele cita a Lei 11.419/2006, que autorizou os tribunais a admitirem a comunicação de atos e a transmissão de peças processuais por meio eletrônico.

O PLS 83/2014 altera a Lei 9.051/1995, que normatiza o direito à obtenção de certidões em repartições públicas. De acordo com o projeto, a disponibilização dos documentos por meio eletrônico não elimina a possibilidade de requisição pela forma tradicional, na própria repartição pública.

Os órgãos terão dois anos, a contar da publicação da lei que resultar do projeto, para implementar a medida.

Receita paga 5º lote de restituições do IR

Posted by Clayton Teles das Merces on 15 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral with Comments closed |

BRASÍ;LIA – A Receita Federal paga nesta quinta-feira as restituições incluídas no quinto lote do Imposto de Renda de 2015, referente ao ano calendário 2014. Ao todo, será pago R$ 1,4 bilhão a 1,233 milhão de contribuintes.

O lote também contempla restituições dos exercícios de 2008 a 2014. Quem tem restituições referentes à declaração entregue este ano teve o valor corrigido em 6,46%, equivalentes à taxa Selic acumulada de maio a outubro.

Quem ainda não conferiu se teve a restituição liberada pode acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone (telefone 146). Caso esteja entre os beneficiados e o valor não for creditado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Para quem não foi incluído, na página da Receita, no serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há problemas com a declaração. Neste caso, o contribuinte pode avaliar possíveis erros e fazer a autorregularização, enviando declaração retificadora. É possível, ainda, usar aplicativo para tablets e smartphones para consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF.

Quatro oportunidades desta crise

Posted by Clayton Teles das Merces on 14 outubro 2015 in Contabilidade, Empresas, Geral with Comments closed |

Invista contra a crise! Faça isto de diversas maneiras, não só para evitar problemas, mas também para aproveitar as oportunidades que sempre aparecem nestes momentos. Invista seu tempo, reveja seu orçamento, qualquer economia é relevante. Fuja de novas dívidas. Diminua e liquide saldos devedores. Mantenha o controle dos gastos. Com as taxas de juros na estratosfera, há dois caminhos evidentes: “enforcar-se” ou ganhar com os juros. É hora de colocar o dinheiro para trabalhar. Como? Seguem quatro oportunidades. Anote:

Com a Selic a 14,25% ao ano, a primeira oportunidade são investimentos em renda fixa. O cenário favorece as aplicações em títulos com prazos mais longos, baixo risco e alta rentabilidade, como CDBs, LCs, LCIs e LCAs. Existem produtos com rendimento líquido de mais de 1% ao mês. Pesquise, há investimentos semelhantes, mas com taxas bastante diferentes. Isso fará toda a diferença na rentabilidade final. Na Órama, por exemplo, não há taxa de custódia.

A segunda oportunidade são os títulos pós-fixados do Tesouro, aplicações de baixíssimo risco, ou os fundos que investem nesses títulos. Avalie os custos antes de se decidir. Quando investimos em títulos do governo, por exemplo, pagamos taxas de custódia, corretagem etc. No final, pode não chegar na mão do cliente a rentabilidade completa do CDI. Alguns fundos que investem nesses títulos chegam a cobrar taxas de 5% de administração ao ano. “A taxa do Órama DI Tesouro Master é de apenas 0,3% ao ano, e a aplicação mínima inicial é de R$ 1 mil. Esta taxa é muitas vezes menor do que o custo da compra e manutenção do título pelo cliente”, ressalta Sandra Blanco, consultora de investimentos.

Proteger-se da elevada inflação é a terceira oportunidade, possibilitada por fundos que acompanham o IPCA mais uma taxa de juros. Alguns fundos, porém, possuem em suas carteiras títulos com prazos muito longos, o que gera mais oscilações nas rentabilidades desses. Prefira carteiras compostas por títulos com vencimentos mais curtos, de até três anos, como o Órama Inflação, com uma taxa de administração de apenas 0,30% ao ano.

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E, por fim, temos que pensar para além da instabilidade econômica. Para o médio e longo prazos, a indicação são fundos que aplicam em ativos no exterior: moedas, títulos soberanos e ações. Nem sempre é preciso um aporte inicial elevado, dependendo de onde você vai aplicar. O Órama Gávea Macro tem aplicação mínima de apenas R$ 1 mil.

Dedicamos tanto tempo para o trabalho, por que não separar poucas horas para decidir o que fazer com o fruto deste trabalho? “É preciso investir na educação financeira, só assim o cliente tem subsídios para tomar decisões com segurança”, explica a consultora Sandra Blanco, destacando que no portal da Órama, além de várias alternativas de investimento, o investidor tem à sua disposição simuladores, comparações, vídeos educativos e eBooks.

A campanha #invistacontracrise da Órama tem diversos conteúdos que podem ajudar a fazer o seu dinheiro render melhor, de acordo com o que você precisa.

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