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Adesão à desoneração é obrigatória

Posted by Clayton Teles das Merces on 4 abril 2013 in Sem categoria |

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, afirmou ontem que o governo decidiu vetar o parágrafo da Lei 12.794, que tornava opcional a adesão das empresas na desoneração da folha de salários. De acordo com ele, a opção aumentaria a complexidade do sistema tributário, dificultaria a fiscalização pela Receita Federal e quebraria a espinha-dorsal da medida, que é a migração da tributação sobre a folha de salários para o faturamento das empresas. Ele afirmou que os setores incluídos a partir deste ano significarão uma renúncia fiscal de R$ 1,7 bilhão, em 2013, e de R$ 1,9 bilhão, em 2014.

O governo incluirá novos setores no benefício da desoneração da folha, disse Holland. Ao todo, são 42 setores que contam com o estímulo tributário, e a administração federal estuda incluir mais segmentos. Segundo Holland, mais setores serão beneficiados, mas, para isso, a área técnica do Ministério da Fazenda avaliará a efetividade da medida para cada segmento e, também, se há disponibilidade fiscal para a renúncia das receitas.

Contribuição patronal

Ao zerar a contribuição patronal previdenciária, de 20% sobre a folha de pagamentos, e transferir a execução, com um alíquota de 1% ou 2%, para o faturamento bruto, o Poder Executivo federal deixará de receber R$ 16 bilhões em receitas neste ano. Em 2012, a previsão é que a renúncia fiscal da União aumente a R$ 19,3 bilhões.

“Esta é uma medida extremamente importante, já que as empresas dos 42 setores beneficiados passam a recolher o tributo previdenciário somente quando faturam, o que é importante para setores que trabalham sob encomenda, e faturam apenas quando vendem”, disse.

Já a contribuição sobre a folha de pagamentos é “engessada”, conforme o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. “A empresa precisa recolher mesmo se estiver faturando pouco”. Conforme dados da Secretaria de Política Econômica, os 42 setores beneficiados representam 59% das exportações manufaturadas, 22% das saídas totais da economia, 32% dos empregados com carteira assinada e 24% da massa salarial.

Veto

A presidente Dilma Rousseff vetou também, na lei, a ampliação do faturamento das empresas que podem optar pelo lucro presumido, por causa do impacto fiscal e das compensações financeiras da medida. O Congresso havia aumentado de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões, o limite do faturamento anual das empresas que podem optar fazer a declaração do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), com base no lucro presumido

O assessor técnico da Subsecretaria de Tributação da Receita, Alexandre Guilherme de Andrade, declarou que, ao aumentar o limite para opção no lucro presumido, o Congresso mudou o regime de tributação do PIS e da Cofins. “As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real estão inseridas no contexto de tributação não cumulativa de PIS/Pasep e Cofins. Então, têm uma alíquota maior porque elas podem apurar créditos. A pessoa que é optante com base no lucro presumido está inserida no contexto de regime cumulativo de PIS e Cofins, com alíquota menor e sem direito de apurar crédito nas operações”, garantiu.

Setores

A lei sancionada ontem por Dilma amplia a desoneração da folha de pagamentos a setores como transporte aéreo, fármacos e medicamentos, mas também dá o benefício a fabricantes de bicicletas, pedras e rochas ornamentais, tintas e vernizes e pães e massas. Alguns dos setores cujo benefício foi vetado pelo Planalto devem, a partir de agora, ser analisados pela equipe econômica. A presidente negou a desoneração às empresas de transporte ferroviário e metroviário de passageiros, prestação de serviços e infraestrutura aeroportuária, serviços hospitalares, companhias jornalísticas e fabricantes de armas e munições.

IR 2013: como declarar FGTS utilizado na compra do imóvel?

Posted by Clayton Teles das Merces on 4 abril 2013 in Sem categoria |

Assuntos Tributários04 de Abril de 2013 Pergunta: “Tenho algumas dúvidas sobre IR-2013. Eu e minha esposa compramos um apartamento usado e pagamos à vista, da seguinte forma: 40% – FGTS meu e 18% – FGTS da minha esposa, 42% – poupança minha. Nós dois somos obrigados a declarar e sempre realizamos a declaração separadamente. Assim, […]

MG esclarece sobre redução de benefício fiscal

Posted by Clayton Teles das Merces on 4 abril 2013 in Sem categoria |

As empresas que firmaram acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de Minas Gerais para pagar um percentual específico de carga tributária de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre bens destinados ao ativo imobilizado de mineradoras, siderúrgicas e geradoras de energia, e tiverem aproveitado créditos desse imposto para quitar outros […]

Novo modelo para PIS/Cofins deve ser proposto em 2014

Posted by Clayton Teles das Merces on 4 abril 2013 in Sem categoria |

Discussões devem começar ainda neste ano, segundo o secretário da Fazenda, Nelson Barbosa O governo deve propor um novo modelo para PIS/Cofins no início de 2014. A estimativa foi feita nesta quarta-feira pelo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, acrescentando que as discussões devem começar neste ano. Em audiência pública no Senado, disse […]

Contadores sugerem calma antes de demitir

Posted by Clayton Teles das Merces on 4 abril 2013 in Sem categoria |

Assuntos Tributários04 de Abril de 2013 Aos patrões assustados com a perspectiva de aumento de custos com a nova lei dos domésticos, contadores ouvidos pela Folha recomendam calma para avaliar cada caso. Nos últimos dias antes da promulgação da norma, que deverá acontecer hoje, a reportagem apurou que patrões trataram de demitir funcionários em diversas […]

Receita Federal vai coletar imagens aéreas para fiscalizar imóveis irregulares em Minas

Posted by Clayton Teles das Merces on 3 abril 2013 in Sem categoria |

A Superintendência da Receita Federal em Minas Gerais inicia nesta terça-feira, a Operação Grifo, que tem o objetivo de verificar a regularidade fiscal dos proprietários de imóveis no Estado. Serão verificadas a regularidade do recolhimento das contribuições previdenciárias relativas à construção, inclusive em condomínios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, cidades do interior do Estado, […]

Projeto institui substituição tributária para PIS e Cofins

Posted by Clayton Teles das Merces on 28 março 2013 in Sem categoria |

A Câmara analisa projeto de lei (PL 4596/12) que atribui às indústrias a incumbência de recolher a contribuição do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a venda de seus produtos, em regime de substituição tributária. A substituição tributária a transferência da responsabilidade de recolher o tributo […]

Agravo de instrumento sem certidão de publicação da decisão do TRT não é admitido

Posted by Clayton Teles das Merces on 28 março 2013 in Sem categoria |

O fato de o agravo de instrumento correr junto com os autos principais não supre a irregularidade na sua formação, pois se tratam de processos independentes, sem relação de subordinação entre eles. Esse foi o entendimento adotado pela Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (SDI-1) para negar provimento a recurso […]

CIC contra a unificação do ICMS

Posted by Clayton Teles das Merces on 28 março 2013 in Sem categoria |

O Centro Industrial do Ceará (CIC) se posiciona contra a proposta do Governo Federal que reforma o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A proposição prevê a unificação em 4% da alíquota interestadual do ICMS, que atualmente corresponde a 12% e 7%. Segundo a presidente do CIC, Nicolle Barbosa, a medida provisória fere […]

Governo estuda reduzir INSS para patrões de domésticas

Posted by Clayton Teles das Merces on 28 março 2013 in Sem categoria |

Para compensar parte do aumento dos custos decorrentes dos novos direitos para os domésticos, técnicos do governo estudam aliviar para os empregadores o peso da contribuição previdenciária, correspondente a 12% do salário bruto. De acordo com a proposta em estudo, a alíquota poderá ser reduzida para 7% ou 8%, patamar considerado razoável pela Previdência. Não […]

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