{"id":4949,"date":"2014-08-15T15:09:38","date_gmt":"2014-08-15T18:09:38","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=4949"},"modified":"2014-08-15T15:09:38","modified_gmt":"2014-08-15T18:09:38","slug":"micro-e-pequenos-empreendedores-de-software-querem-mais-facilidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2014\/08\/micro-e-pequenos-empreendedores-de-software-querem-mais-facilidades\/","title":{"rendered":"Micro e pequenos empreendedores de software querem mais facilidades"},"content":{"rendered":"<p>Falta de regras claras e incentivos diretos ao fomento das micro e pequenas empresas de tecnologia t\u00eam sido o assunto discutido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Software (Abes Software). Apesar do an\u00fancio do governo de programas para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento no ramo de TI, a entidade aponta que existem freios nas leis em vigor, que podem impor menos oportunidades de neg\u00f3cios, principalmente entre micro e pequenos empreendedores.<\/p>\n<p>O diretor jur\u00eddico da associa\u00e7\u00e3o, Manoel dos Santos, afirmou que a filosofia governamental de compra preferencial de softwares livres, de c\u00f3digo aberto, \u00e9 inconsistente. A associa\u00e7\u00e3o defende a compra de c\u00f3digos propriet\u00e1rios &#8211; produzidos em larga escala pelos empres\u00e1rios associados &#8211; desde que atenda requisitos como pre\u00e7o, custo-beneficio, suporte e customiza\u00e7\u00e3o dos sistemas.<\/p>\n<p>Santos alegou ainda que a antiga proibi\u00e7\u00e3o de empresas que prestam suporte t\u00e9cnico a softwares, de aderir ao Simples, por exercer &#8220;atividade intelectual&#8221;, caiu com a lei complementar do Simples Nacional. Esta entrou em vigor no dia 7 deste m\u00eas e desonera a carga de impostos destas empresas, que se enquadram na lei fomentada pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa.<\/p>\n<p>Fora do escopo legal e debatendo inova\u00e7\u00e3o, o fundador da empresa Dualtec, Lauro de Lauro, indicou que o avan\u00e7o de softwares criados para funcionar na nuvem pode expandir o setor, apesar de participa\u00e7\u00e3o de apenas 2% desse tipo de programa, ainda baixa no mercado se comparado \u00e0 op\u00e7\u00f5es que s\u00e3o fabricados para funcionar em m\u00e1quinas f\u00edsicas.<\/p>\n<p>&#8220;As empresas demandam m\u00e1quinas [computadores] em determinados momentos de seu funcionamento. Se \u00e9 um dia, ou uma semana de fechamento de folha, ou de pagamentos a fornecedores, as empresas podem precisar de 10, 20, 40 m\u00e1quinas que depois desse momento n\u00e3o ser\u00e3o mais necess\u00e1rias&#8221;, afirma. Ele indica ainda, a transforma\u00e7\u00e3o dos programas de computa\u00e7\u00e3o de produto, para servi\u00e7o, atrav\u00e9s dos recursos proporcionados pela nuvem. &#8220;Com softwares nativos na nuvem, os empres\u00e1rios podem alugar esses sistemas e voc\u00ea n\u00e3o precisa de uma m\u00e1quina f\u00edsica pra isso. Deixa de existir o software em CD e passa a existir on-line.&#8221;<\/p>\n<p>Encontro do setor<\/p>\n<p>A Abes Software promoveu ontem, em S\u00e3o Paulo, a 4\u00aa confer\u00eancia anual do setor para discutir os aspectos legais que regulam o segmento, inova\u00e7\u00e3o, tend\u00eancias e a situa\u00e7\u00e3o atual do mercado de programas e sistemas de inform\u00e1tica no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falta de regras claras e incentivos diretos ao fomento das micro e pequenas empresas de tecnologia t\u00eam sido o assunto discutido pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Software (Abes Software). 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