{"id":4770,"date":"2014-06-30T14:31:39","date_gmt":"2014-06-30T17:31:39","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=4770"},"modified":"2014-06-30T14:31:39","modified_gmt":"2014-06-30T17:31:39","slug":"a-industria-encalhada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2014\/06\/a-industria-encalhada\/","title":{"rendered":"A ind\u00fastria encalhada"},"content":{"rendered":"<p>Fragilizada por d\u00e9cadas consecutivas de pol\u00edticas equivocadas ou insuficientes e crises econ\u00f4micas, a ind\u00fastria brasileira cambaleia. Atingida por tr\u00eas quedas trimestrais consecutivas do valor agregado, de -0,1%, -0,2% e  -0,8% entre outubro de 2013 e mar\u00e7o deste ano, sofreu mais um baque. Em abril, a produ\u00e7\u00e3o industrial brasileira recuou 0,3% comparada \u00e0 de mar\u00e7o, segundo o IBGE. H\u00e1 uma \u201ccrise manifesta no fraqu\u00edssimo e titubeante desempenho de seu setor nuclear, o de intermedi\u00e1rios e retra\u00e7\u00e3o de seus segmentos mais din\u00e2micos, de bens de capital e de dur\u00e1veis\u201d, diagnosticou o Iedi, think tank do setor. \u201cTr\u00eas trimestres de queda \u00e9 recess\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Comparado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de um ano atr\u00e1s, o quadro \u00e9 \u201cdesastroso\u201d, avalia o economista Julio Gomes de Almeida, professor da Unicamp e ex-secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Minist\u00e9rio da Fazenda. A queda na ind\u00fastria em geral chegou a 5,8% e, em bens de capital, a quase 15%. Os setores de m\u00e1quinas e equipamentos, vestu\u00e1rio, cal\u00e7ados e t\u00eaxteis perderam entre 15% e 25% de produ\u00e7\u00e3o para produtos importados. Em inform\u00e1tica e produtos eletr\u00f4nicos, m\u00e1quinas e aparelhos el\u00e9tricos, metalurgia e ve\u00edculos,  o recuo ficou entre 10% e 15%. As ind\u00fastrias farmac\u00eautica, de produtos qu\u00edmicos, celulose e papel e alimentos mantiveram uma \u201csitua\u00e7\u00e3o vegetativa\u201d e s\u00f3 perfumaria, produtos de limpeza e bebidas evolu\u00edram, com aumento de produ\u00e7\u00e3o acima de 20%.<\/p>\n<p>A causa principal da debacle \u00e9 a crise mundial, redutora de exporta\u00e7\u00f5es brasileiras e catalizadora da disputa externa pelo mercado dom\u00e9stico. Em segundo lugar aparecem os efeitos acumulados da perda da terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial e da crise da d\u00edvida externa, entre os anos 1970 e a d\u00e9cada de 1980; da abertura comercial com c\u00e2mbio valorizado e juros altos nos anos 1990; e da manuten\u00e7\u00e3o dos juros altos e do real valorizado a partir de 2003, com desperd\u00edcio da oportunidade representada pela redu\u00e7\u00e3o da d\u00edvida p\u00fablica, acumula\u00e7\u00e3o de reservas e eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais das commodities exportadas. O terceiro fator \u00e9 a demora ou o insucesso do atual governo na convers\u00e3o da \u00eanfase no consumo para o est\u00edmulo ao investimento.<\/p>\n<p>Esperar melhoras significativas da pol\u00edtica para o setor neste momento seria perda de tempo. Com reservas cambiais de quase 400 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, desemprego baixo e infla\u00e7\u00e3o dentro da meta, ainda que no teto, o governo evitar\u00e1 valoriza\u00e7\u00f5es do real e redu\u00e7\u00f5es dos juros capazes de alimentar a infla\u00e7\u00e3o e atingir o emprego em pleno per\u00edodo eleitoral. Contas externas e p\u00fablicas no limite, uma alta generalizada e resistente de pre\u00e7os, o esgotamento da capacidade de endividamento dos consumidores e o adiamento dos investimentos dos empres\u00e1rios reduzem a margem de manobra.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria sobreviveu por meio da substitui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local de insumos por importados, diz o economista Rodrigo Sabbatini, diretor da Facamp, de Campinas. Um exemplo \u00e9 a \u201cretirada do carburador e importa\u00e7\u00e3o da inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. O carro fica competitivo em pre\u00e7o e qualidade. O problema \u00e9 que produz\u00edamos o carburador no Pa\u00eds e deixamos de faz\u00ea-lo\u201d. Tamb\u00e9m \u00e9 comum uma ind\u00fastria com seis linhas manter apenas uma delas e importar os produtos acabados correspondentes \u00e0s outras cinco, etiquetando-os com a sua marca brasileira. \u201cPara o industrial \u00e9 uma estrat\u00e9gia boa porque ele mant\u00e9m a marca, o servi\u00e7o de assist\u00eancia t\u00e9cnica e de p\u00f3s-venda. Mas ele n\u00e3o \u00e9 mais um industrial, \u00e9 um comerciante sofisticado\u201d, define Sabbatini. Provavelmente aumentar\u00e1 seus lucros, mas a gera\u00e7\u00e3o de empregos no Pa\u00eds ser\u00e1 menor. Para a economia, o movimento \u00e9 destrutivo, \u201cesburaca o tecido da ind\u00fastria\u201d.<\/p>\n<p>Os complexos eletroeletr\u00f4nico, qu\u00edmico-f\u00e1rmaco e de bens de capital s\u00e3o os mais afetados pelas importa\u00e7\u00f5es, aponta o economista Ant\u00f4nio Correa de Lacerda, da PUC-SP. \u201cDos cerca de 100 bilh\u00f5es de d\u00f3lares de d\u00e9ficit do setor industrial, 80% est\u00e3o nesses tr\u00eas grupos, de maior sofistifica\u00e7\u00e3o e competitividade.\u201d<\/p>\n<p>Sob enxurradas de componentes e produtos importados (quase sempre da China), a ind\u00fastria p\u00f5e todas as fichas na perspectiva de acordos comerciais internacionais. A aposta minimiza o fato de a crise global de setembro de 2008 ter acirrado a concorr\u00eancia pelos mercados mais din\u00e2micos no mundo, entre eles o brasileiro. Em conversa com a chanceler Angela Merkel, no Brasil para assistir \u00e0 Copa do Mundo, Dilma Rousseff cobrou empenho da Alemanha para mobilizar outros pa\u00edses do continente pelo acordo da Uni\u00e3o Europeia com o Mercosul. Um ind\u00edcio de que o governo, antes dividido, \u201cest\u00e1 unido pelo tratado comercial defendido por quase todas as entidades empresariais\u201d, diz Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ind\u00fastria Brasileira de \u00c1rvores (Ib\u00e1), associa\u00e7\u00e3o dos fabricantes de papel, celulose, pain\u00e9is e laminados de madeira. \u201cA vida inteira condicionei a abertura do Brasil para acordos internacionais a uma reforma tribut\u00e1ria profunda, para evitar preju\u00edzo \u00e0 ind\u00fastria local.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as n\u00e3o aconteceram e mudei de opini\u00e3o. Hoje acho que, se voc\u00ea abrir o mercado brasileiro, o impacto vai ser t\u00e3o grande que motivar\u00e1 a reforma.\u201d Para Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Qu\u00edmica, \u201cse quisermos abrir s\u00f3 quando estivermos seguros, nunca faremos isso. Vamos acertar com a Europa e pensar nos EUA\u201d. Thomaz Zanotto, diretor do Departamento de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Externo da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo, brinca: \u201c\u00c9 melhor um final com horror a um horror sem fim\u201d.<\/p>\n<p>Em documento recente, a Fiesp defende \u201cprioridade imediata\u201d ao acordo Mercosul-Uni\u00e3o Europeia, pelo \u201cpotencial de incrementar exporta\u00e7\u00f5es brasileiras e catalisar transfer\u00eancia de tecnologia\u201d, sem dizer como isso ocorreria. \u201cO equ\u00edvoco come\u00e7a quando os proponentes da abertura comercial pura e dura lhe atribuemvirtudes sobrenaturais e desconhecidas na literatura econ\u00f4mica relevante sobre o tema\u201d, critica Luiz Gonzaga Belluzzo, consultor editorial de CartaCapital.<\/p>\n<p>A relut\u00e2ncia anterior de setores do governo parece uma atitude prudente e o empenho atual sugere uma busca de aprova\u00e7\u00e3o por um empresariado ressabiado em vez de uma estrat\u00e9gia econ\u00f4mica cuidadosamente planejada. Mas a posi\u00e7\u00e3o da Fiesp n\u00e3o \u00e9 consensual. A Abimaq condiciona a abertura e o acordo \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do custo Brasil, de 37%, diz o diretor Lourival J\u00fanior Franklin.<\/p>\n<p>Favor\u00e1vel \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de acordos comerciais sob determinadas condi\u00e7\u00f5es, o economista David Kupfer, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do BNDES, identifica um problema na abordagem do tema. \u201cA mentalidade brasileira ainda \u00e9 muito focada em integra\u00e7\u00e3o comercial. Analisa-se a capacidade de esses acordos ampliarem mercados, mas \u00e9 preciso considerar tamb\u00e9m a capacidade de eles promoverem a integra\u00e7\u00e3o produtiva e aumentarem a efici\u00eancia e a competitividade da ind\u00fastria.\u201d<\/p>\n<p>Apenas com um setor industrial forte e inser\u00e7\u00e3o adequada nas cadeias de suprimento globais ser\u00e1 poss\u00edvel explorar em benef\u00edcio do Pa\u00eds o grande potencial da infraestrutura, das obras de mobilidade e do pr\u00e9-sal e encaminhar o almejado crescimento sustent\u00e1vel. Nos \u00faltimos dez anos, foram criadas pol\u00edticas de apoio \u00e0 ind\u00fastria, mas os resultados t\u00eam sido decepcionantes. Na quarta 28 de maio, o governo anunciou o retorno do programa Reintegra, de devolu\u00e7\u00e3o \u00e0s empresas de at\u00e9 3% do valor das exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados. Comprometeu-se a manter o Programa de Sustenta\u00e7\u00e3o do Investimento do BNDES, para empr\u00e9stimos subsidiados. As medidas incluem uma nova lei do Refis da crise, para parcelamento de d\u00e9bitos tribut\u00e1rios e a defini\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de conte\u00fado nacional nas compras governamentais.<\/p>\n<p>S\u00e3o medidas pontuais. \u201cA taxa de juro real do Brasil \u00e9 a maior do mundo h\u00e1 dez anos. \u00c9 um conluio pr\u00f3-juro alto do qual a classe m\u00e9dia \u00e9 s\u00f3cia. Para mudar essa situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o adianta o governo conversar com economistas de bancos\u201d, diz Lacerda. \u201cO governo est\u00e1 preso na camisa de for\u00e7a ortodoxa\u201d, avalia Gomes de Almeida.<\/p>\n<p>Com as suas dimens\u00f5es, a grande dist\u00e2ncia da Europa e Am\u00e9rica do Norte e o tamanho do mercado interno, seria absurdo o Pa\u00eds limitar-se a importar produtos industriais e exportar commodities, como querem alguns. \u201cOs pa\u00edses evitam a depend\u00eancia de commodities por ser um mercado muito vol\u00e1til. A renda recebida do exterior aprecia o c\u00e2mbio e causa a chamada doen\u00e7a holandesa, com est\u00edmulo \u00e0 importa\u00e7\u00e3o e \u00e0 desindustrializa\u00e7\u00e3o\u201d, observa Lacerda. \u201cN\u00e3o existe pa\u00eds desenvolvido sem uma ind\u00fastria estabelecida geradora de empregos diretos e indiretos e de encadeamentos produtivos\u201d, diz Sabbatini.<\/p>\n<p>\u201cDesafortunadamente, com o surgimento do discurso da sociedade p\u00f3s-industrial no cerne das ideias e a crescente domin\u00e2ncia do setor financeiro no mundo real, a indiferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 manufatura foi convertida em falta de respeito. A manufatura, argumenta-se com frequ\u00eancia, na nova \u2018economia do conhecimento\u2019 \u00e9 uma atividade de baixa categoria reservada aos pa\u00edses de baixos sal\u00e1rios\u201d, diz Ha-Joon Chang no livro Economics: The user\u2019s guide. \u201cMas as f\u00e1bricas s\u00e3o os lugares onde o mundo moderno \u00e9 e continuar\u00e1 a ser feito. Acima de tudo, mesmo no nosso suposto mundo p\u00f3s-industrial, os servi\u00e7os, o propalado novo motor da economia, n\u00e3o podem se desenvolver com sucesso sem um setor manufatureiro vibrante.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fragilizada por d\u00e9cadas consecutivas de pol\u00edticas equivocadas ou insuficientes e crises econ\u00f4micas, a ind\u00fastria brasileira cambaleia. Atingida por tr\u00eas quedas trimestrais consecutivas do valor agregado, de -0,1%, -0,2% e -0,8% entre outubro de 2013 e mar\u00e7o deste ano, sofreu mais um baque. 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