{"id":4180,"date":"2014-01-29T14:03:19","date_gmt":"2014-01-29T16:03:19","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=4180"},"modified":"2014-01-29T14:03:19","modified_gmt":"2014-01-29T16:03:19","slug":"projeto-prioriza-microempresa-no-recebimento-de-creditos-de-falencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2014\/01\/projeto-prioriza-microempresa-no-recebimento-de-creditos-de-falencia\/","title":{"rendered":"Projeto prioriza microempresa no recebimento de cr\u00e9ditos de fal\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Ao retomar os trabalhos, em fevereiro, a Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) deve analisar projeto para regular a recupera\u00e7\u00e3o judicial, a extrajudicial e a fal\u00eancia do empres\u00e1rio e da sociedade empres\u00e1ria, assegurando prioridade ao cr\u00e9dito do microempreendedor individual e da microempresa (PLS 370\/2012). O texto, de Benedito de Lira (PP-AL), objetiva tamb\u00e9m adequar a nova Lei de Fal\u00eancias \u00e0 Lei Complementar 128, que define o microempreendedor individual \u2013 pessoa que trabalha por conta pr\u00f3pria e que se legaliza como pequeno empres\u00e1rio.<\/p>\n<p>O PLS 370\/2012 altera a nova Lei de Fal\u00eancias (Lei 11.101\/2005), determinando que os planos de recupera\u00e7\u00e3o judicial n\u00e3o possam prever prazo superior a um ano para o pagamento de cr\u00e9ditos derivados de contratos firmados com microempreendedor individual ou microempresa, vencidos at\u00e9 a data do pedido de recupera\u00e7\u00e3o judicial. O projeto equipara esses cr\u00e9ditos aos derivados da legisla\u00e7\u00e3o do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho, respeitando-se o limite de cinco sal\u00e1rios-m\u00ednimos por credor.<\/p>\n<p>Ainda pela proposta, os cr\u00e9ditos decorrentes de contratos firmados com microempreendedor individual ou microempresa, limitados a 150 sal\u00e1rios-m\u00ednimos por credor, dever\u00e3o ocupar a segunda posi\u00e7\u00e3o na classifica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos na fal\u00eancia. Os cr\u00e9ditos derivados da legisla\u00e7\u00e3o do trabalho e os decorrentes de acidentes de trabalho s\u00e3o preservados em primeiro lugar.<\/p>\n<p>Benedito destaca que a Lei 11.101\/2005 tamb\u00e9m regulamentou o processo falimentar. \u201cOcorre que os microempreendedores individuais e as microempresas n\u00e3o gozam de qualquer considera\u00e7\u00e3o especial na ordem de classifica\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos na fal\u00eancia\u201d, afirma o senador. Ele acrescenta que a Constitui\u00e7\u00e3o \u201c\u00e9 imperativa ao eleger como princ\u00edpio da ordem econ\u00f4mica o tratamento favorecido para as pequenas empresas\u201d.<br \/>\n\u201cMais que leg\u00edtimo, assegurar ao cidad\u00e3o trabalhador o direito de receber prioritariamente seu cr\u00e9dito, revela-se medida de est\u00edmulo \u00e0 formaliza\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>O parecer de Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), relator na CAE, \u00e9 pela aprova\u00e7\u00e3o do projeto. Ele destaca a import\u00e2ncia das microempresas para a economia do pa\u00eds. A proposta em seguida tramitar\u00e1 na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o, Justi\u00e7a e Cidadania (CCJ), em car\u00e1ter terminativo \u2014 caso aprovado, n\u00e3o precisar\u00e1 de vota\u00e7\u00e3o no Plen\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao retomar os trabalhos, em fevereiro, a Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) deve analisar projeto para regular a recupera\u00e7\u00e3o judicial, a extrajudicial e a fal\u00eancia do empres\u00e1rio e da sociedade empres\u00e1ria, assegurando prioridade ao cr\u00e9dito do microempreendedor individual e da microempresa (PLS 370\/2012). O texto, de Benedito de Lira (PP-AL), objetiva tamb\u00e9m adequar a nova [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false,"jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p28224-15q","jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4180"}],"collection":[{"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4180"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4180\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4181,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4180\/revisions\/4181"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4180"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4180"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}