{"id":3813,"date":"2013-11-20T17:27:16","date_gmt":"2013-11-20T19:27:16","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=3813"},"modified":"2013-11-20T17:28:12","modified_gmt":"2013-11-20T19:28:12","slug":"stj-determina-suspensao-de-desconto-de-ir-sobre-pensao-de-viuva-de-anistiado-politico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/11\/stj-determina-suspensao-de-desconto-de-ir-sobre-pensao-de-viuva-de-anistiado-politico\/","title":{"rendered":"STJ determina suspens\u00e3o de desconto de IR sobre pens\u00e3o de vi\u00fava de anistiado pol\u00edtico"},"content":{"rendered":"<p> (Not\u00edcias STJ)<\/p>\n<p>Data: 20\/11\/2013<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 10.559\/02, em seu artigo 9\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, estabelece que os valores pagos a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o a anistiados pol\u00edticos s\u00e3o isentos de Imposto de Renda. Apesar da clareza do comando legal, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) ainda julga mandados de seguran\u00e7a com o objetivo de assegurar essa isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi o que aconteceu na \u00faltima sess\u00e3o de julgamento da Primeira Se\u00e7\u00e3o. A vi\u00fava de militar anistiado impetrou mandado de seguran\u00e7a contra ato do ministro da Defesa, pedindo o reconhecimento da isen\u00e7\u00e3o de Imposto de Renda sobre a pens\u00e3o que recebe.<\/p>\n<p>Ao conceder a seguran\u00e7a, o relator, ministro Humberto Martins, destacou que o dispositivo da Lei n\u00ba 10.559 que trata da isen\u00e7\u00e3o foi regulamentado pelo Decreto n\u00ba 4.897\/03. Ficou estabelecido que os pagamentos isentos de imposto incluem aposentadorias, pens\u00f5es ou proventos de qualquer natureza pagos aos j\u00e1 anistiados pol\u00edticos, civis ou militares.<\/p>\n<p>&#8220;Ressalte-se ainda que a Lei n\u00ba 10.559 n\u00e3o restringiu a percep\u00e7\u00e3o da referida isen\u00e7\u00e3o aos titulares do direito \u00e0 repara\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de car\u00e1ter indenizat\u00f3rio, uma vez que estendeu, explicitamente, a percep\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio fiscal aos seus dependentes, no caso de falecimento do anistiado pol\u00edtico&#8221;, explicou o ministro.<\/p>\n<p>Legitimidade<\/p>\n<p>Na primeira an\u00e1lise do caso pelo STJ, o mandado de seguran\u00e7a havia sido negado sem exame de m\u00e9rito devido ao reconhecimento da ilegitimidade do ministro da Defesa para figurar como autoridade coatora. Contudo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu provimento a recurso ordin\u00e1rio para afastar essa ilegitimidade.<\/p>\n<p>No novo julgamento, o ministro Humberto Martins ressaltou que o STJ j\u00e1 vem decidindo que o ministro da Defesa e os comandantes das For\u00e7as Armadas ostentam legitimidade para figurar no polo passivo de mandado de seguran\u00e7a que verse sobre o desconto do Imposto de Renda sobre os proventos e pens\u00f5es decorrentes de anistia pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Seguindo o voto do relator, a Primeira Se\u00e7\u00e3o concedeu a seguran\u00e7a para determinar que as autoridades coatoras suspendam o desconto do imposto sobre os pagamentos feitos \u00e0 vi\u00fava do anistiado pol\u00edtico. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Not\u00edcias STJ) Data: 20\/11\/2013 A Lei n\u00ba 10.559\/02, em seu artigo 9\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, estabelece que os valores pagos a t\u00edtulo de indeniza\u00e7\u00e3o a anistiados pol\u00edticos s\u00e3o isentos de Imposto de Renda. 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