{"id":3761,"date":"2013-11-08T15:02:53","date_gmt":"2013-11-08T17:02:53","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=3761"},"modified":"2013-11-08T15:02:53","modified_gmt":"2013-11-08T17:02:53","slug":"impacto-de-flutuacao-do-dolar-e-pequeno-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/11\/impacto-de-flutuacao-do-dolar-e-pequeno-na-america-latina\/","title":{"rendered":"Impacto de flutua\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar \u00e9 pequeno na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<p>As empresas latino-americanas se mostraram resilientes a flutua\u00e7\u00f5es de moedas em 2013. O impacto de movimentos cambiais sobre o fluxo de caixa nos pr\u00f3ximos 12 meses deve ser limitado na regi\u00e3o, de acordo com novo relat\u00f3rio da Fitch Ratings, uma vez que os t\u00edtulos de empresas latino-americanas denominados em d\u00f3lares e com vencimento nos pr\u00f3ximos dois anos e meio representam apenas cerca de 7% das atuais emiss\u00f5es internacionais de b\u00f4nus.<\/p>\n<p>&#8220;A Fitch acredita que, apesar da capacidade de gerar manchetes dram\u00e1ticas, a volatilidade cambial \u00e9 administr\u00e1vel para a maioria das empresas da Am\u00e9rica Latina&#8221;, afirma Joe Bormann, diretor executivo do grupo de Corporates da Fitch para a regi\u00e3o. &#8220;As condi\u00e7\u00f5es que levaram a uma s\u00e9rie de perdas relativas a hedge cambial em 2008 n\u00e3o se aplicam ao atual ambiente. Durante aquele per\u00edodo, muitos hedges foram feitos para proteger as companhias contra a aprecia\u00e7\u00e3o das moedas locais, o que estava tornando os exportadores da regi\u00e3o menos competitivos&#8221;.<\/p>\n<p>As empresas brasileiras apresentam a menor incid\u00eancia de derivativos na regi\u00e3o. Delas, 61% possuem instrumentos de hedge, com 52% com prote\u00e7\u00e3o de fluxo de caixa; 35%, balan\u00e7o; e 25%, ambos. Emissores com grau especulativo estavam mais propensos a utilizar essas ferramentas de hedge.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o, 71% dos emissores mexicanos, 83% dos chilenos e 90% dos colombianos reportaram ter algum tipo de hedge. A prote\u00e7\u00e3o cambial foi utilizada amplamente por emissores com graus de investimento, principalmente no Chile e na Col\u00f4mbia, e por produtores de commodities. Isto provavelmente se deve tanto \u00e0 alta propor\u00e7\u00e3o de emissores com grau de investimento nesses pa\u00edses &#8211; dos que participaram do levantamento, 70% na Col\u00f4mbia e 75% no Chile &#8211; quanto a estrat\u00e9gias de hedge voltadas para custos operacionais.<\/p>\n<p>Cerca de 60% das empresas brasileiras que realizam hedge possuem compromissos de marca\u00e7\u00e3o a mercado em seus contratos, propor\u00e7\u00e3o mais alta do que a de todos seus pares regionais. Entre mexicanos, chilenos e colombianos, menos de um ter\u00e7o reportou necessidades de pagamentos com marca\u00e7\u00e3o a mercado. Esta diferen\u00e7a se deve a mais contratos de derivativos no Brasil serem negociados na BM&#038;F Bovespa e requererem pagamentos de marca\u00e7\u00e3o a mercado.<\/p>\n<p>Cota\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O d\u00f3lar avan\u00e7ou e fechou o preg\u00e3o de ontem acima de R$ 2,30 pela primeira vez em dois meses, com investidores mais apreensivos sobre o futuro do programa de est\u00edmulo econ\u00f4mico do Banco Central dos Estados Unidos (FED).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas latino-americanas se mostraram resilientes a flutua\u00e7\u00f5es de moedas em 2013. 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O efeito da varia\u00e7\u00e3o cambial sobre a d\u00edvida em moeda estrangeira n\u00e3o \u00e9 totalmente contabilizada no resultado financeiro da companhia, mas\u2026","rel":"","context":"Post similar","block_context":{"text":"Post similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2468,"url":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/01\/pequenas-e-medias-empresas-podem-dinamizar-relacoes-entre-continentes\/","url_meta":{"origin":3761,"position":1},"title":"Pequenas e m\u00e9dias empresas podem dinamizar rela\u00e7\u00f5es entre continentes","author":"Clayton Teles das Merces","date":"28 janeiro 2013","format":false,"excerpt":"As micro, pequenas e m\u00e9dias empresas (PMEs) podem desempenhar um renovado e importante papel na din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es entre a Am\u00e9rica Latina, o Caribe e a Uni\u00e3o Europeia, considerando o significativo peso que essas empresas t\u00eam na atividade econ\u00f4mica dos pa\u00edses de ambas as regi\u00f5es, afirmaram hoje a Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica\u2026","rel":"","context":"Post similar","block_context":{"text":"Post similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":6325,"url":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2016\/02\/brasil-e-o-10o-pais-mais-complexo-do-mundo-para-fazer-negocios-diz-consultoria\/","url_meta":{"origin":3761,"position":2},"title":"Brasil \u00e9 o 10\u00ba pa\u00eds mais complexo do mundo para fazer neg\u00f3cios, diz consultoria","author":"Clayton Teles das Merces","date":"22 fevereiro 2016","format":false,"excerpt":"O Brasil \u00e9 o d\u00e9cimo pa\u00eds mais complexo do mundo para fazer neg\u00f3cios, segundo pesquisa da consultoria TMF Group. 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