{"id":3190,"date":"2013-07-19T14:27:27","date_gmt":"2013-07-19T17:27:27","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=3190"},"modified":"2013-07-19T14:27:27","modified_gmt":"2013-07-19T17:27:27","slug":"arrecadacao-cai-e-governo-estuda-reduzir-superavit","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/07\/arrecadacao-cai-e-governo-estuda-reduzir-superavit\/","title":{"rendered":"Arrecada\u00e7\u00e3o cai e governo estuda reduzir superavit"},"content":{"rendered":"<p>A p\u00e9ssima arrecada\u00e7\u00e3o registrada em junho, quando os tributos administrados pela Receita Federal ficaram cerca de R$ 5 bilh\u00f5es abaixo do que consta no decreto de contingenciamento, fez o governo repensar a necessidade de um super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.<\/p>\n<p>Embora ainda n\u00e3o haja decis\u00e3o da presidente Dilma Rousseff &#8211; uma \u00faltima reuni\u00e3o ainda ser\u00e1 realizada hoje -, um dos cen\u00e1rios \u00e9 o governo se comprometer com um super\u00e1vit prim\u00e1rio de 1,8% do PIB. De acordo com os defensores da proposta, esse resultado estaria mais ajustado ao atual ciclo da economia brasileira. Alternativa que contempla resultado ainda menor tamb\u00e9m foi discutida.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o de receitas e despesas do 3\u00ba bimestre, que ser\u00e1 enviado ao Congresso na pr\u00f3xima segunda-feira, o governo ter\u00e1 de mostrar como vai compensar a queda da receita em junho. Os dividendos das estatais, principalmente dos bancos p\u00fablicos, ajudaram a equilibrar as contas no m\u00eas passado. Mas a frustra\u00e7\u00e3o nas receitas colocou o governa situa\u00e7\u00e3o de que novos cortes nas despesas compensariam apenas as receitas mais baixas, como manda a Lei de Responsabilidade Fiscal. At\u00e9 ent\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o no gasto federal era apresentada para contrapor-se a uma meta fiscal de Estados e munic\u00edpios abaixo do esperado.<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria em julho tamb\u00e9m n\u00e3o foi boa, segundo informa\u00e7\u00f5es de t\u00e9cnicos da \u00e1rea econ\u00f4mica. Al\u00e9m de refletir um ritmo mais lento da atividade, ela tamb\u00e9m foi prejudicada pelas manifesta\u00e7\u00f5es de rua em todo o pa\u00eds, que afetaram a economia. Os t\u00e9cnicos dos minist\u00e9rios do Planejamento, Casa Civil e Fazenda debatem se faz sentido realizar cortes de gastos em um momento em que a receita est\u00e1 em trajet\u00f3ria descendente e a economia em ritmo mais fraco do que se imaginava. Perseguir a meta de 2,3% do PIB com cortes que afetariam inevitavelmente os investimentos apenas ajudaria a deprimir mais ainda a economia, acreditam as fontes consultadas.<\/p>\n<p>Essas mesmas autoridades n\u00e3o creem que um eventual recuo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 meta fiscal &#8211; o ministro da Fazen- da, Guido Mantega, havia se comprometido com os 2,3% do PIB &#8211; possa prejudicar o pa\u00eds, criando ru\u00eddos negativos no mercado. Elas afirmam que a presidente Dilma Rousseff, durante reuni\u00e3o do Conselho de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (CDES), j\u00e1 deixou claro que o Brasil tem solidez fiscal, com as contas da Previd\u00eancia Social, de pessoal e de juros sob controle. (Colaborou Leandra Peres).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A p\u00e9ssima arrecada\u00e7\u00e3o registrada em junho, quando os tributos administrados pela Receita Federal ficaram cerca de R$ 5 bilh\u00f5es abaixo do que consta no decreto de contingenciamento, fez o governo repensar a necessidade de um super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. 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