{"id":3159,"date":"2013-07-15T17:46:05","date_gmt":"2013-07-15T20:46:05","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=3159"},"modified":"2013-07-15T17:46:05","modified_gmt":"2013-07-15T20:46:05","slug":"despesas-do-governo-aumentam-e-rompem-barreira-do-r-1-trilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/07\/despesas-do-governo-aumentam-e-rompem-barreira-do-r-1-trilhao\/","title":{"rendered":"Despesas do governo aumentam e rompem barreira do R$ 1 trilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>As despesas do governo federal apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro semestre em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2012. Os desembolsos romperam a barreira do trilh\u00e3o, atingindo exatos R$ 1,01 trilh\u00e3o. \u00c9 o que mostra levantamento realizado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Contas Abertas com dados do Sistema Integrado de Administra\u00e7\u00e3o Financeira (Siafi).<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o das despesas mostra que o governo ter\u00e1 grande dificuldade em concretizar o corte de R$ 10 bilh\u00f5es a R$ 15 bilh\u00f5es, cujo an\u00fancio \u00e9 prometido para esta semana, da forma como foi encomendado. A ordem \u00e9 preservar investimentos e programas sociais e apontar a tesoura para gastos de custeio da m\u00e1quina p\u00fablica. O que se v\u00ea na pr\u00e1tica, \u00e9 que os investimentos est\u00e3o estagnados, enquanto as demais despesas sobem.<\/p>\n<p>Os gastos com investimento somaram R$ 20,5 bilh\u00f5es no primeiro semestre deste ano, ante R$ 20,3 bilh\u00f5es em igual per\u00edodo de 2012, um avan\u00e7o de apenas 1% acima da infla\u00e7\u00e3o. Em compara\u00e7\u00e3o com 2010, o ano do &#8220;pib\u00e3o&#8221; de 7,5%, os investimentos est\u00e3o 12,7% menores, em termos reais. &#8220;\u00c9 um desempenho p\u00edfio&#8221;, comentou o secret\u00e1rio-geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco.<\/p>\n<p>Investimentos \u2013 Dos R$ 90,2 bilh\u00f5es dispon\u00edveis para investir, apenas R$ 19 bilh\u00f5es haviam cumprido, at\u00e9 junho, a primeira etapa do processo de gasto, o empenho, que consiste em reservar a verba para pagar um contrato espec\u00edfico. Apenas R$ 3,7 bilh\u00f5es foram pagos, ou seja, foram desembolsados mediante a entrega de um bem ou servi\u00e7o ao governo.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, nesse per\u00edodo foram liberados outros R$ 16,8 bilh\u00f5es para pagar investimentos contratados com verbas de or\u00e7amentos de anos anteriores, os chamados restos a pagar.<\/p>\n<p>Os dados do Contas Abertas s\u00e3o diferentes dos dados do Tesouro e do Planejamento, porque n\u00e3o consideram os gastos com o programa Minha Casa Minha Vida como investimento, e sim como custeio. Ainda assim, a estabilidade dos investimentos foi admitida pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na divulga\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC), no m\u00eas passado. Uma das causas \u00e9 o atraso na aprova\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento pelo Congresso.<\/p>\n<p>Minha Casa \u2013 O programa habitacional \u00e9 um dos fatores que puxam as despesas para cima. O levantamento do Contas Abertas mostra um crescimento real de 25,3% nas despesas com invers\u00f5es financeiras, que \u00e9 onde ele contabiliza os subs\u00eddios \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o da casa pr\u00f3pria pela popula\u00e7\u00e3o de baixa renda. Essa conta atingiu R$ 29,6 bilh\u00f5es, ante R$ 23,7 bilh\u00f5es na primeira metade de 2012.<\/p>\n<p>Os gastos crescem tamb\u00e9m puxados pelos efeitos do aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo, aponta Castello Branco. Ele influencia os gastos com aposentadorias, pens\u00f5es e benef\u00edcios assistenciais a idosos e deficientes f\u00edsicos de baixa renda.<\/p>\n<p>Conten\u00e7\u00e3o \u2013 H\u00e1, assim, um conjunto de despesas que j\u00e1 est\u00e3o contratadas e n\u00e3o h\u00e1 como impedir seu crescimento. \u00c9 por essa raz\u00e3o que o economista-chefe da corretora Tullett Prebon, Fernando Montero, calcula que os gastos federais v\u00e3o crescer este ano, mesmo se houver um corte de R$ 25 bilh\u00f5es, como chegou a defender a equipe econ\u00f4mica no in\u00edcio das discuss\u00f5es.<\/p>\n<p>Ele acredita que o ajuste a ser anunciado nos pr\u00f3ximos dias ser\u00e1 calcado na reestimativa, para baixo, de alguns itens de despesa. E, ao contr\u00e1rio do discurso oficial, haver\u00e1 conten\u00e7\u00e3o de investimentos. &#8220;A verdade \u00e9 que o governo nunca consegue fazer, nem de longe, os investimentos or\u00e7ados&#8221;, comentou Montero.<\/p>\n<p>Ou seja: por dificuldades gerenciais que provocam atrasos, os minist\u00e9rios invariavelmente gastam menos do que o autorizado nesses projetos. Assim, h\u00e1 uma conten\u00e7\u00e3o involunt\u00e1ria nos desembolsos. Bastaria, portanto, fazer o mesmo de sempre, s\u00f3 que dessa vez &#8220;por ajuste, e n\u00e3o por incompet\u00eancia.&#8221;<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o dos gastos de pessoal, que aumentaram apenas 0,3% em termos reais neste ano, mostra que h\u00e1 pouco espa\u00e7o para cortes adicionais nessa rubrica. Ali, o aperto j\u00e1 foi feito.<\/p>\n<p>Promessas de corte de custeio devem ficar apenas no papel<\/p>\n<p>A julgar pelo que ocorreu em 2011, o primeiro ano do governo de Dilma Rousseff, um eventual corte em despesas de custeio com pessoal e seguro-desemprego, como vem sendo analisado, dever\u00e1 ficar s\u00f3 na inten\u00e7\u00e3o. Naquele ano, tamb\u00e9m foram anunciadas conten\u00e7\u00f5es nesses itens para compor um bloqueio total de R$ 50,1 bilh\u00f5es. Entretanto, algumas despesas do governo aumentaram em vez de cair.<\/p>\n<p>O Relat\u00f3rio de Avalia\u00e7\u00e3o do Cumprimento de Metas Fiscais de 2011 mostra, por exemplo, que os gastos com abono e seguro-desemprego fecharam o ano em R$ 34,2 bilh\u00f5es. Por\u00e9m, o governo prometeu baixar a despesa para R$ 27,1 bilh\u00f5es, combatendo as fraudes no programa.<\/p>\n<p>O valor que constava do or\u00e7amento aprovado pelo Congresso, sobre o qual foram feitos os cortes, era de R$ 30 bilh\u00f5es. Nos gastos com pessoal, o valor autorizado pelo Legislativo era de R$ 183 bilh\u00f5es. O governo cortou a estimativa para R$ 179,5 bilh\u00f5es e depois para R$ 179,1 bilh\u00e3o. Mas acabou gastando R$ 181,4 bilh\u00f5es, mostra o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Receitas at\u00edpicas \u2013 A meta de resultado das contas p\u00fablicas de 2011 at\u00e9 foi cumprida, mas n\u00e3o com a composi\u00e7\u00e3o prometida. Foi obtida, basicamente, com recolhimento de receitas &#8220;at\u00edpicas&#8221; e conten\u00e7\u00e3o de investimentos.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio registra, por exemplo, uma frustra\u00e7\u00e3o de 23,41% na realiza\u00e7\u00e3o do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC). Na ocasi\u00e3o, deixaram de ser executados R$ 8,6 bilh\u00f5es em investimentos priorit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Isso, apesar do desejo de &#8220;bombar&#8221; o programa. Quando os cortes estavam em prepara\u00e7\u00e3o, a presidente havia sido taxativa: &#8220;N\u00f3s n\u00e3o vamos, n\u00f3s n\u00e3o vamos \u2013 vou repetir tr\u00eas vezes \u2013 n\u00f3s n\u00e3o vamos contingenciar o PAC.&#8221;<\/p>\n<p>O programa, de fato, n\u00e3o foi contingenciado. Mas foi atrapalhado por dificuldades de outra ordem, a principal delas a faxina que dizimou a c\u00fapula do Minist\u00e9rio dos Transportes.<\/p>\n<p>D\u00edvida p\u00fablica \u2013 O resultado das contas p\u00fablicas \u00e9 um item sob administra\u00e7\u00e3o do Tesouro Nacional que se beneficia de opera\u00e7\u00f5es at\u00edpicas. Os balan\u00e7os sobre o perfil da d\u00edvida p\u00fablica mobili\u00e1ria federal mostram bons resultados \u00e0 custa de manobras no bastidor, revela estudo elaborado pelo economista Felipe Salto, da consultoria Tend\u00eancias. &#8220;S\u00f3 n\u00e3o d\u00e1 para falar que \u00e9 maquiagem porque d\u00e1 para a gente ver o que aconteceu&#8221;, disse Salto.<\/p>\n<p>Ele sustenta que, por tr\u00e1s dos n\u00fameros que mostram um endividamento de boa qualidade e bem comportado, est\u00e1 o Banco Central rolando a d\u00edvida p\u00fablica (uma tarefa que seria do Tesouro). &#8220;A consequ\u00eancia disso \u00e9 que estamos tendo uma despesa enorme de juros em troca de nada.&#8221; Questionado, o Banco Central informou que n\u00e3o comenta o estudo.<\/p>\n<p>Dizem os manuais de economia que d\u00edvida p\u00fablica boa \u00e9 aquela que tem prazos longos e cujos juros, al\u00e9m de baixos, s\u00e3o prefixados, ou seja, o governo sabe de antem\u00e3o quanto vai pagar. O governo passou a perseguir esse perfil de d\u00edvida nos anos 1990, depois de muitos anos com a d\u00edvida fora de controle, rolada diariamente com juros p\u00f3s-fixados.<\/p>\n<p>A d\u00edvida mobili\u00e1ria interna brasileira evoluiu bastante na dire\u00e7\u00e3o dessas boas pr\u00e1ticas, de forma que os t\u00edtulos p\u00f3s-fixados, as Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), corrigidos conforme a taxa de juros b\u00e1sica Selic, representavam apenas 22,56% do total em maio passado. A maior parte dos pap\u00e9is tem corre\u00e7\u00e3o mais favor\u00e1vel ao Tesouro: ou s\u00e3o prefixados ou corrigidos por \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o. O prazo m\u00e9dio do estoque estava em 4,19 anos. &#8220;O problema \u00e9 que o mercado demanda pap\u00e9is atrelados \u00e0 Selic&#8221;, disse. &#8220;E o Banco Central vem suprindo.&#8221; Ele disse que n\u00e3o tem como provar isso. &#8220;Mas h\u00e1 evid\u00eancias.&#8221; A principal delas est\u00e1 nas chamadas opera\u00e7\u00f5es compromissadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As despesas do governo federal apresentaram aumento real de 6,6% no primeiro semestre em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2012. Os desembolsos romperam a barreira do trilh\u00e3o, atingindo exatos R$ 1,01 trilh\u00e3o. \u00c9 o que mostra levantamento realizado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Contas Abertas com dados do Sistema Integrado de Administra\u00e7\u00e3o Financeira (Siafi). 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