{"id":2991,"date":"2013-05-27T13:33:39","date_gmt":"2013-05-27T16:33:39","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=2991"},"modified":"2013-05-27T13:33:39","modified_gmt":"2013-05-27T16:33:39","slug":"grupo-quer-destravar-acesso-de-pme-a-bolsa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/05\/grupo-quer-destravar-acesso-de-pme-a-bolsa\/","title":{"rendered":"Grupo quer destravar acesso de PME \u00e0 Bolsa"},"content":{"rendered":"<p>Para destravar o acesso de empresas menores \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos na Bolsa, o movimento PAC-PME re\u00fane 89 participantes, entre associa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria, do com\u00e9rcio, de trabalhadores e de bancos, al\u00e9m de escrit\u00f3rios de auditoria e de advocacia.<\/p>\n<p>O grupo estima que, ao facilitar a entrada dessas empresas na Bolsa, seria poss\u00edvel atrair R$ 84 bilh\u00f5es em investimentos, al\u00e9m de aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o de tributos e a gera\u00e7\u00e3o de empregos.<br \/>\nA previs\u00e3o \u00e9 que, caso as propostas sejam implementadas pelo governo, ocorreriam 750 aberturas de capital em cinco anos, cada uma com a capta\u00e7\u00e3o de R$ 100 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Desses recursos, 78% seriam utilizados como investimento nas empresas, que, por seguir regras de governan\u00e7a corporativa, tamb\u00e9m conseguiriam mais recursos por meio de empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, a oferta de a\u00e7\u00f5es em Bolsa no Brasil \u00e9 mais restrita a grandes empresas. Criado em 2008, o Bovespa Mais, segmento de acesso para empresas menores, tem tr\u00eas companhias listadas.<\/p>\n<p>Questionado se a previs\u00e3o de ofertas p\u00fablicas n\u00e3o seria muito otimista, o idealizador do movimento, Rodolfo Zabisky, cita dados do Banco Mundial que colocam o Brasil como o 23\u00ba pa\u00eds em n\u00famero de companhias nacionais com a\u00e7\u00f5es em Bolsa, apesar de ser a sexta maior economia do mundo.<\/p>\n<p>Principal executivo do grupo de comunica\u00e7\u00e3o corporativa @titude, Zabisky diz que existe uma demanda reprimida de empresas que teriam como negociar a\u00e7\u00f5es em Bolsa. &#8220;S\u00e3o cerca de 35 mil companhias com faturamento entre R$ 15 milh\u00f5es e R$ 400 milh\u00f5es. Acreditamos que 2,5% delas iriam entrar na Bolsa.&#8221;<\/p>\n<p>Propostas<\/p>\n<p>Para Ailton Leite, vice-presidente de finan\u00e7as da Anefac, (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Executivos de Finan\u00e7as), a cultura de investimentos mais seguros, como consequ\u00eancia de um passado de juros altos, e os custos para se fazer uma oferta p\u00fablica inicial (como com escrit\u00f3rios de advocacia e auditorias) tornaram a Bolsa pouco atraente para empresas menores.<\/p>\n<p>Para modificar esse cen\u00e1rio, o PAC-PME trabalha com duas propostas principais.<\/p>\n<p>Para estimular a demanda do investidor, defende a isen\u00e7\u00e3o de Imposto de Renda sobre o ganho de capital na venda de a\u00e7\u00f5es de uma empresa menor porte &#8211;e que naturalmente representa mais riscos e menor liquidez.<\/p>\n<p>J\u00e1 para as empresas que fazem a oferta, o grupo prop\u00f5e um cr\u00e9dito tribut\u00e1rio de R$ 4 milh\u00f5es anuais a ser descontado em seu Imposto de Renda durante cinco anos.<\/p>\n<p>De acordo com a UGT (Uni\u00e3o Geral dos Trabalhadores), \u00faltimo integrante a aderir ao grupo, ao entrar na Bolsa as empresas s\u00e3o obrigadas a formalizar os seus funcion\u00e1rios e geram mais empregos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para destravar o acesso de empresas menores \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos na Bolsa, o movimento PAC-PME re\u00fane 89 participantes, entre associa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria, do com\u00e9rcio, de trabalhadores e de bancos, al\u00e9m de escrit\u00f3rios de auditoria e de advocacia. 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