{"id":2476,"date":"2013-01-29T13:59:03","date_gmt":"2013-01-29T15:59:03","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=2476"},"modified":"2013-01-29T13:59:03","modified_gmt":"2013-01-29T15:59:03","slug":"17-milhao-de-microempreendedores-brasileiros-na-mira-do-microcredito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2013\/01\/17-milhao-de-microempreendedores-brasileiros-na-mira-do-microcredito\/","title":{"rendered":"1,7 milh\u00e3o de microempreendedores brasileiros na mira do microcr\u00e9dito"},"content":{"rendered":"<p> Dinheiro para refor\u00e7ar o estoque, comprar equipamentos e\/ou financiar capacita\u00e7\u00e3o. S\u00e3o empr\u00e9stimos desse tipo que mais de 603 mil brasileiros, entre microempres\u00e1rios e empreendedores individuais (formais e informais), acessaram de 2011 at\u00e9 agora. Foi em agosto daquele ano que o governo federal lan\u00e7ou o programa Crescer, que alterou o microcr\u00e9dito dispon\u00edvel no mercado banc\u00e1rio at\u00e9 ent\u00e3o.<br \/>\n\u201cAl\u00e9m de juros mais baixos [que passaram de at\u00e9 60% ao ano para 8% ao ano], o Crescer mudou a forma de conceder esse empr\u00e9stimo. At\u00e9 ent\u00e3o, o microcr\u00e9dito estava basicamente dispon\u00edvel nos caixas autom\u00e1ticos, mas acabavam sendo usados para problemas pessoais, como o pagamento de uma d\u00edvida, que para aumentar a gera\u00e7\u00e3o de renda do cliente\u201d, observa o gerente de Mercado de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do Banco do Brasil no Paran\u00e1, Marcio Alexandre Rockenbach.<\/p>\n<p>Objetivos<\/p>\n<p>As metas para 2013 do BB e da Caixa Econ\u00f4mica Federal \u2013 s\u00e3o os bancos p\u00fablicos que t\u00eam levado o programa para frente, apesar de os privados tamb\u00e9m poderem us\u00e1-lo \u2013 s\u00e3o ousadas. O primeiro pretende fechar o ano com uma carteira de 1 milh\u00e3o de clientes no microcr\u00e9dito em todo o pa\u00eds &#8212; s\u00f3 no Paran\u00e1 o n\u00famero de beneficiados deve saltar dos 32.374 atuais para cerca de 65 mil. J\u00e1 a Caixa vislumbra 730 mil (hoje s\u00e3o 153.670). Isso significa, ao menos, dobrar o montante que a institui\u00e7\u00e3o emprestou at\u00e9 agora, de R$ 504,8 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>As metas pensadas em n\u00famero de pessoas e n\u00e3o em volume de dinheiro faz parte do objetivo do programa, que \u00e9 o desenvolvimento dos pequenos neg\u00f3cios e do refor\u00e7o da gera\u00e7\u00e3o de renda das fam\u00edlias. \u201cNeste conceito, \u00e9 prefer\u00edvel cinco clientes emprestando R$ 300 [valor m\u00ednimo do microcr\u00e9dito do Crescer] que um emprestando R$ 15 mil [valor m\u00e1ximo]\u201d, frisa Rockenbach.<\/p>\n<p>A forma de concess\u00e3o desses empr\u00e9stimos tamb\u00e9m mudou. Eles n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis no caixa autom\u00e1tico, mas dependem de uma visita de um agente de cr\u00e9dito \u2013 funcion\u00e1rio do banco ou, como no caso da Caixa, um jovem aprendiz de 18 e 22 anos de idade \u2013, que vai avaliar o potencial tomador, sua capacidade de pagamento e suas necessidades. \u201cA atua\u00e7\u00e3o \u00e9 bem pr\u00f3xima da comunidade, por isso essa op\u00e7\u00e3o de trabalhar tamb\u00e9m com jovens aprendizes, que acabam buscando nos lugares onde vivem seus primeiros clientes. Isso \u00e9 importante para conhecer as necessidades do tomador de perto\u201d, diz a gerente de programas sociais da Caixa em Curitiba, L\u00edgia Maki Ivama.<\/p>\n<p>O dono de lanchonete Adriano Ant\u00f4nio Zanata encontrou no microcr\u00e9dito um dinheiro mais barato. Ele j\u00e1 fez duas opera\u00e7\u00f5es, em um total de R$ 7 mil, para capital de giro e fazer reforma do estabelecimento. \u201cDevo terminar de pagar at\u00e9 o fim deste ano. Ano que vem, quero mais\u201d. Segundo ele, s\u00e3o essas pequenas interven\u00e7\u00f5es, como uma cobertura, piso e cadeiras novas, que t\u00eam ajudado a garantir um crescimento ascendente nas vendas da lanchonete. \u201cEm dez anos nunca tive queda de um ano para outro.\u201d<\/p>\n<p>Paran\u00e1 ganha seu primeiro banco comunit\u00e1rio, no papel<\/p>\n<p>Neste m\u00eas, o estado ganhou seu primeiro banco comunit\u00e1rio \u2013 ao menos no papel. Bem diferente das institui\u00e7\u00f5es financeiras convencionais, o NeuroBanco, registrado na Secretaria Nacional de Economia Solid\u00e1ria do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego no \u00faltimo dia 18, foi criado a partir da iniciativa de Lutero Couto, diretor presidente da associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos Parque de Tecnologia Social (PTS).<\/p>\n<p>Com uma moeda pr\u00f3pria chamada Neuro, cotada em R$ 3, a institui\u00e7\u00e3o promete se instalar fisicamente no bairro Boqueir\u00e3o e focar suas a\u00e7\u00f5es no fomento do com\u00e9rcio local \u2013 em um raio de at\u00e9 oito quil\u00f4metros \u2013 e tamb\u00e9m das entidades de economia solid\u00e1ria da capital como um todo. \u201c\u00c9 claro que quando falamos de uma base de entidades coletivas, cooperativas, associa\u00e7\u00f5es e mesmo das pessoas que hoje est\u00e3o na lista de programas de transfer\u00eancia de renda acabamos n\u00e3o nos limitando fisicamente a apenas uma regi\u00e3o da cidade. \u00c9 com essa base que o NeuroBanco vai trabalhar\u201d, explica Couto.<\/p>\n<p>O endere\u00e7o da primeira ag\u00eancia do NeuroBanco no Boqueir\u00e3o ainda n\u00e3o foi decidido, mas o local vai come\u00e7ar como um correspondente banc\u00e1rio da Caixa, trabalhando com o microcr\u00e9dito convencional, at\u00e9 criar um v\u00ednculo com a comunidade.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que daqui a algum tempo o NeuroBanco esteja operando o Neuro principalmente na rela\u00e7\u00e3o entre empreendedores e fornecedores locais. \u201cAo colocar um produto, como uma blusa, \u00e0 venda em uma loja associativista local, o produtor vai receber um dinheiro que representar\u00e1 o valor de venda desse produto. A partir da\u00ed ele poder\u00e1 trocar o valor por um cr\u00e9dito em Neuro [1 Neuro valer\u00e1 R$ 3, portanto R$ 300 ser\u00e3o iguais a 100 neuros] e j\u00e1 trocar esse cr\u00e9dito imediatamente no com\u00e9rcio de armarinhos local por insumo (l\u00e3, tecidos etc) e continuar a produzir\u201d, exemplifica Couto.<\/p>\n<p>Conceito<\/p>\n<p>Os bancos comunit\u00e1rios existem h\u00e1 mais de 30 anos no mundo e nasceram no Brasil com o Banco Palmas, em um bairro de Fortaleza, Cear\u00e1, em 1998. S\u00e3o institui\u00e7\u00f5es financeiras criadas e geridas pela pr\u00f3pria comunidade, com registro no MTE, com o objetivo de fomentar a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda localmente. Ali, os neg\u00f3cios s\u00e3o feitos por meio de uma moeda pr\u00f3pria, que s\u00f3 circula na comunidade, evitando que os moradores consumam em outros lugares. Ao todo, o pa\u00eds conta hoje com 103 bancos comunit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Tira-d\u00favidas<\/p>\n<p>Saiba como o cr\u00e9dito do Crescer funciona no BB e na Caixa.<\/p>\n<p>Quem pode participar?<\/p>\n<p>Empreendedores individuais informais ou formais (que respondem pela maioria dos contratos) e microempres\u00e1rios, com mais de 18 anos de idade e faturamento de at\u00e9 R$ 120 mil anuais. \u00c9 importante estar com o nome limpo, sem restri\u00e7\u00f5es no Serasa, SCPC e afins.<\/p>\n<p>Quanto pode ser emprestado?<\/p>\n<p>De R$ 300 a R$ 15 mil. O dinheiro n\u00e3o pode ser usado para pagamento de d\u00edvidas ou outras finalidades pessoais. Ele deve ser usado obrigatoriamente para coisas relacionada ao ganha-p\u00e3o, como capacita\u00e7\u00e3o, dinheiro para capital de giro e\/ou equipamentos. A primeira contrata\u00e7\u00e3o geralmente tem um limite menor, de at\u00e9 R$ 2 mil.<\/p>\n<p>Qual \u00e9 o prazo?<\/p>\n<p>Depende do tipo de empreendimento e da institui\u00e7\u00e3o financeira, mas, em m\u00e9dia, v\u00e3o variar entre 4 e 6 meses para capital de giro e entre 12 e 24 meses para investimento. O empr\u00e9stimo \u00e9 isento de Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras, o IOF.<\/p>\n<p>De quanto s\u00e3o os juros?<\/p>\n<p>0,64% ao m\u00eas, ou 8% ao ano.<\/p>\n<p>H\u00e1 outros encargos?<\/p>\n<p>Sim. H\u00e1 a Taxa de Abertura de Cr\u00e9dito (TAC), de 1% do valor do emprestado \u2013 ou seja, no m\u00e1ximo R$ 150.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dar garantias?<\/p>\n<p>Sim. Durante a visita, o agente de microcr\u00e9dito poder\u00e1 avaliar as condi\u00e7\u00f5es de renda e capacidade de endividamento do proponente. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio ter um avalista, que n\u00e3o seja parente de 1.\u00ba grau, como c\u00f4njuge, pai, m\u00e3e ou irm\u00e3o.<\/p>\n<p>Alternativa<\/p>\n<p>Programa da Fomento Paran\u00e1 tamb\u00e9m \u00e9 op\u00e7\u00e3o para os pequenos<\/p>\n<p>O programa Banco do Empreendedor, da Fomento Paran\u00e1, tamb\u00e9m vem oferecendo microcr\u00e9dito a juros baixos. De 2011, quanto o banco estadual retomou a atua\u00e7\u00e3o no mercado privado, at\u00e9 novembro do ano passado, foram desembolsados R$ 24 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m com valor m\u00e1ximo de at\u00e9 R$ 15 mil, os juros do Banco do Empreendedor chegam a 0,55% ao m\u00eas, dependendo do valor e prazo contratados. O dinheiro pode ser usados para investimentos fixos, como reforma e amplia\u00e7\u00e3o do local de atividade e investimentos mistos, que s\u00e3o o fixo mais uma quantia de capital de giro, esta limitada ao valor de R$ 4,5 mil para os financiamentos de at\u00e9 R$ 15 mil.<\/p>\n<p>Segundo o diretor de mercado e rela\u00e7\u00f5es institucionais da ag\u00eancia, Alexandre Teixeira, a meta \u00e9 firmar parcerias com cada associa\u00e7\u00e3o e prefeitura do estado, para a instala\u00e7\u00e3o de um Banco do Empreendedor f\u00edsico. \u201cAs parcerias com o Sistema de Cooperativas de Cr\u00e9dito do Brasil (Sicoob) e o Sistema de Cooperativas de Cr\u00e9dito Sicredi j\u00e1 est\u00e3o valendo em todo o estado. Mas \u00e9 bom lembrar que o acesso pode ser feito on-line tamb\u00e9m, pelo site da Fomento, inclusive com a possibilidade de fazer uma simula\u00e7\u00e3o\u201d. Mais informa\u00e7\u00f5es sobre o Banco do Empreendedor est\u00e3o dispon\u00edveis no www.fomentoparana.pr.gov.br, ou ainda no (41) 3883-7000.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dinheiro para refor\u00e7ar o estoque, comprar equipamentos e\/ou financiar capacita\u00e7\u00e3o. S\u00e3o empr\u00e9stimos desse tipo que mais de 603 mil brasileiros, entre microempres\u00e1rios e empreendedores individuais (formais e informais), acessaram de 2011 at\u00e9 agora. 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