{"id":1651,"date":"2012-07-31T14:13:08","date_gmt":"2012-07-31T17:13:08","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=1651"},"modified":"2012-07-31T14:13:08","modified_gmt":"2012-07-31T17:13:08","slug":"brasil-cria-1-milhao-de-empresas-em-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2012\/07\/brasil-cria-1-milhao-de-empresas-em-2012\/","title":{"rendered":"Brasil cria 1 milh\u00e3o de empresas em 2012"},"content":{"rendered":"<p>\u00cdndice foi impulsionado pelo registro de microempreendedores individuais, que representam 65% dos novos neg\u00f3cios<\/p>\n<p>Modelos jur\u00eddicos que mais empregam apresentaram queda de 19% na cria\u00e7\u00e3o de empresas neste ano<\/p>\n<p>O aumento do n\u00famero de Microempreendedores Individuais (MEI) impulsionou o \u00edndice de abertura de empresas no Brasil neste ano.<\/p>\n<p>O pa\u00eds alcan\u00e7ou ontem a marca de 1 milh\u00e3o de empresas criadas em 2012, segundo levantamento do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tribut\u00e1rio). Desse total, 65% s\u00e3o do tipo MEI.<\/p>\n<p>Excluindo essa modalidade jur\u00eddica, a cria\u00e7\u00e3o de empresas apresentou uma queda de 19,2% no per\u00edodo, passando de 427 mil em 2011 para 345 mil neste ano.<\/p>\n<p>O estudo aponta que S\u00e3o Paulo foi o Estado com o maior n\u00famero de novos neg\u00f3cios, com 28% do total, seguido de Minas Gerais (11%), Rio de Janeiro (9%) e Rio Grande do Sul (6%). A maior parte dos empreendimentos \u00e9 do setor de servi\u00e7os (51%). Em seguida v\u00eam com\u00e9rcio (37%) e ind\u00fastria (8%).<\/p>\n<p>Depois do MEI, os tipos jur\u00eddicos mais comuns s\u00e3o a Sociedade Empres\u00e1ria Limitada, com 15%, e Empres\u00e1rio Individual, com 13,5%. Juntos, os tr\u00eas representam mais de 93% dos novos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>CEN\u00c1RIO NEGATIVO<\/p>\n<p>O tributarista Gilberto Luiz do Amaral, coordenador do estudo do IBPT, v\u00ea a situa\u00e7\u00e3o como preocupante. &#8220;Excluindo o MEI, os outros tipos empresariais representam mais de 80% do emprego do pa\u00eds. O \u00edndice \u00e9 um term\u00f4metro da atividade econ\u00f4mica e reflete a queda na confian\u00e7a do empresariado com o futuro da economia diante de um cen\u00e1rio de menor consumo interno&#8221;, analisa.<\/p>\n<p>Por outro lado, o tributarista classifica como um grande acerto a cria\u00e7\u00e3o do MEI em 2008 como est\u00edmulo \u00e0 formaliza\u00e7\u00e3o de profissionais aut\u00f4nomos com faturamento anual de at\u00e9 R$ 60 mil.&#8221;Sem d\u00favida, \u00e9 uma pol\u00edtica acertada que vem reduzindo a informalidade na economia brasileira&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Ele alerta, no entanto, para o fato de que esses empreendimentos n\u00e3o representam a cria\u00e7\u00e3o de empregos.&#8221;O que vemos \u00e9 mais a formaliza\u00e7\u00e3o de atividades que j\u00e1 existiam, de profissionais que j\u00e1 atuavam no mercado, e n\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de novos postos de trabalho.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdndice foi impulsionado pelo registro de microempreendedores individuais, que representam 65% dos novos neg\u00f3cios Modelos jur\u00eddicos que mais empregam apresentaram queda de 19% na cria\u00e7\u00e3o de empresas neste ano O aumento do n\u00famero de Microempreendedores Individuais (MEI) impulsionou o \u00edndice de abertura de empresas no Brasil neste ano. 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