{"id":1523,"date":"2012-07-18T15:00:36","date_gmt":"2012-07-18T18:00:36","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=1523"},"modified":"2012-07-18T15:00:36","modified_gmt":"2012-07-18T18:00:36","slug":"receita-federal-aperta-o-cerco-a-transacoes-internacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2012\/07\/receita-federal-aperta-o-cerco-a-transacoes-internacionais\/","title":{"rendered":"Receita Federal aperta o cerco a transa\u00e7\u00f5es internacionais"},"content":{"rendered":"<p>Cerca de 40% das empresas, tirando as enquadradas no Simples, ser\u00e3o afetadas<\/p>\n<p>Importar ou exportar servi\u00e7os, al\u00e9m de fazer a transfer\u00eancia de direitos de royalties, vai ficar mais dif\u00edcil. A Receita Federal editou uma instru\u00e7\u00e3o normativa (1.277) determinando que transa\u00e7\u00f5es desse g\u00eanero sejam informadas no prazo de trinta dias.<\/p>\n<p>No caso de atrasos, a multa ser\u00e1 de R$ 5 mil ao m\u00eas ou 5% do valor da opera\u00e7\u00e3o.<br \/>\nS\u00e3o afetadas pela norma, por exemplo, contrata\u00e7\u00f5es de profissionais para consultoria, dilig\u00eancias, instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos e para agenciamento de exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Encomendas de corre\u00e7\u00e3o de softwares devem ser enquadradas, assim como corretagem de compra de im\u00f3veis em outros pa\u00edses. Tamb\u00e9m est\u00e3o no escopo da instru\u00e7\u00e3o 1.277 os pagamentos e recebimentos de royalties.<\/p>\n<p>No caso de pessoas jur\u00eddicas, n\u00e3o h\u00e1 piso de valor. Para pessoas f\u00edsicas, a regra vale em opera\u00e7\u00f5es acima de R$ 20 mil. A instru\u00e7\u00e3o foi publicada em 28 de junho, mas passou despercebida.<\/p>\n<p>Agora, por\u00e9m, as bancas de advocacia tribut\u00e1ria alertam os clientes enquanto aguardam a regulamenta\u00e7\u00e3o, que deve acontecer de um m\u00eas e um ano, acreditam os tributaristas.<\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 que venha com restri\u00e7\u00f5es &#8211; piso de valor &#8211; que reduzam o n\u00famero de opera\u00e7\u00f5es abrangidas. Para se ter uma ideia do volume de transa\u00e7\u00f5es afetadas, o Banco Central registrou no ano passado remessas de US$ 103 bilh\u00f5es relativas ao pagamento de servi\u00e7os e de US$ 3,5 bilh\u00f5es relativas a direitos de royalties.<\/p>\n<p>&#8220;Tirando as empresas que est\u00e3o no Simples, a medida dever\u00e1 atingir 40% das companhias&#8221;, estima Ana Cl\u00e1udia Utumi, s\u00f3cia coordenadora da \u00e1rea tribut\u00e1ria do escrit\u00f3rio Tozzini Freire Advogados.<\/p>\n<p>Entre os setores mais afetados, devem estar os de tecnologia e petroqu\u00edmica, que usam muita m\u00e3o de obra estrangeira.<\/p>\n<p>Imposto disfar\u00e7ado<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, a IN 1.277 pode se tornar um &#8220;novo imposto&#8221;, principalmente para empresas de pequeno e m\u00e9dio porte. A alternativa \u00e9 elevar o custo administrativo investindo em departamento jur\u00eddico e softwares de gerenciamento adapt\u00e1veis \u00e0s novas rotinas.<\/p>\n<p>Do contr\u00e1rio, ter\u00e3o de arcar com a multa de R$ 5 mil mensais, por n\u00e3o cumprirem a nova exig\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;Preencher formul\u00e1rios detalhadamente pode ser oneroso para empresas menores&#8221;, avalia Julio Augusto Oliveira, s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Siqueira Castro. &#8220;\u00c9 um exagero. Essas informa\u00e7\u00f5es j\u00e1 s\u00e3o prestadas em outras rotinas fiscais. A instru\u00e7\u00e3o transfere ao contribuinte trabalho que deveria ser feito pela Receita.&#8221;<\/p>\n<p>Oliveira destaca que a norma exige a presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es por estabelecimento. &#8220;No caso de uma empreitera, cada canteiro de obras \u00e9 considerado uma empresa e ter\u00e1 de fazer o preenchimento no site.&#8221;<\/p>\n<p>Ele ressalta que, em servi\u00e7os sujeitos a medi\u00e7\u00e3o &#8211; como obras, que t\u00eam aferido seu progresso f\u00edsico periodicamente -, a instru\u00e7\u00e3o normativa fixa a necessidade de informa\u00e7\u00e3o um m\u00eas ap\u00f3s o in\u00edcio da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o e um m\u00eas ap\u00f3s a medi\u00e7\u00e3o. Procurada pela reportagem, a Receita Federal n\u00e3o quis se pronunciar.<\/p>\n<p>Especialistas discutem legitimidade da norma<\/p>\n<p>Instru\u00e7\u00e3o se baseia em lei criada para gerar informa\u00e7\u00f5es para o Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria; aplica\u00e7\u00e3o de multa por atraso \u00e9 questionada por tributaristas<\/p>\n<p>A legitimidade da instru\u00e7\u00e3o normativa 1.277 pode ser questionada, aponta Sergio Andr\u00e9 Rocha, s\u00f3cio da \u00e1rea de tributos da consultoria Ernst &#038; Young Terco. Isso porque a norma se apoia na lei 12.546, de dezembro de 2011, que estabelece a obrigatoriedade de presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e transfer\u00eancia de recursos relacionados a royalties e intang\u00edveis (ativos de dif\u00edcil avalia\u00e7\u00e3o de valor) ao Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Desenvolvimento e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC).<\/p>\n<p>A ideia era prover o minist\u00e9rio com dados para a composi\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas sobre o interc\u00e2mbio de valores \u2014 exceto aqueles devidos \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o de mercadorias, que j\u00e1 s\u00e3o acompanhados \u2014 para fins de gest\u00e3o. &#8220;A obrigatoriedade de fornecer essas informa\u00e7\u00f5es \u00e9 de controle do MDIC, n\u00e3o fiscal. N\u00e3o tem a ver com a Receita Federal. N\u00e3o tem p\u00e9 nem cabe\u00e7a criar uma obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria acess\u00f3ria a partir da\u00ed&#8221;, defende Rocha. E, sendo assim, a multa prevista para atraso na entrega das informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel. &#8220;Est\u00e3o for\u00e7ando a barra.&#8221;<\/p>\n<p>Yun Ki Lee, s\u00f3cio-diretor do Dantas, Lee, Brock &#038; Camargo Advogados, v\u00ea incongru\u00eancia na estrat\u00e9gia da Receita. &#8220;\u00c9 um ponto bastante discut\u00edvel, pois uma multa, por ser uma san\u00e7\u00e3o \u2014 neste caso, pecuni\u00e1ria \u2014, s\u00f3 pode ser introduzida por lei. E ningu\u00e9m \u00e9 obrigado a fazer ou deixar de fazer algo sen\u00e3o em em virtude de lei.&#8221; A quest\u00e3o da penalidade sem previs\u00e3o legal tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o de Felippe Alexandro Ramos Breda, do escrit\u00f3rio Emerenciano, Baggio e Associados. &#8220;Nossa legisla\u00e7\u00e3o pro\u00edbe que norma regulamentar do Executivo \u2014 a Instru\u00e7\u00e3o Normativa \u00e9 norma para regular a atividade interna da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u2014 crie penalidade sem previs\u00e3o legal. A IN 1.227 n\u00e3o poderia prever penalidade, uma vez que n\u00e3o teve previs\u00e3o na lei que rege o assunto, a 12.546\/2011.&#8221; &#8220;Parece-me question\u00e1vel, por aus\u00eancia de base legal, a exig\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es do exportador de servi\u00e7os&#8221;, resume Osmar Marsilli Jr, tributarista s\u00f3cio da PLKC Advogados.<\/p>\n<p>Na lei<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m quem entenda que a novidade est\u00e1 de acordo com a lei. &#8220;N\u00e3o vejo irregularidade na edi\u00e7\u00e3o da instru\u00e7\u00e3o normativa, pois tem apoio na legisla\u00e7\u00e3o que trata dos tributos federais. Nada impede que o MDIC emita normas sobre a obriga\u00e7\u00e3o de prestar a informa\u00e7\u00f5es para fins econ\u00f4mico-comerciais, conforme previsto na Lei 12.546\/2011&#8221;, diz Eduardo Diamantino, s\u00f3cio do Diamantino Advogados Associados. Outro defensor da norma \u00e9 Ad\u00e3o Matos, diretor da Trevisan Gest\u00e3o&#038; Consultoria. &#8220;A IN 1.277 vem ao encontro das inten\u00e7\u00f5es do governo de deixar cada as informa\u00e7\u00f5es cada vez mais transparentes de forma pr\u00e1tica e \u00e1gil para o Fisco. Pode at\u00e9 ser que, em alguns casos, possa ser entendida como desnecess\u00e1ria ou repetitiva, mas est\u00e1 em acordo com o pensamento de maior transpar\u00eancia.&#8221; \u00a6 J.G.<\/p>\n<p>Fiscaliza\u00e7\u00e3o tem avan\u00e7o r\u00e1pido com tecnologia<br \/>\nCruzamento de dados permite maior controle, d\u00e1 efici\u00eancia e gera arrecada\u00e7\u00e3o crescente<\/p>\n<p>Enquanto o sindicato dos auditores fiscais reclama de falta de profissionais no \u00f3rg\u00e3o, a arrecada\u00e7\u00e3o cresce consistentemente. Os resultados tamb\u00e9m n\u00e3o se ressentem do crescimento p\u00edfio da economia brasileira. Acontece que, com alcance cada vez maior a bancos de dados e tecnologia para cruzar as informa\u00e7\u00f5es, o Fisco est\u00e1 ganhando efici\u00eancia \u2014 e uma certa cara de Grande Irm\u00e3o. Cruzando dados de diversas fontes, tem cada vez mais possibilidade de encontrar diverg\u00eancia de cifras nas declara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os Cart\u00f3rios de Registros de Im\u00f3veis, por exemplo, j\u00e1 abastecem os computadores do \u00f3rg\u00e3o. &#8220;Notamos um crescente n\u00famero de pessoas chamadas a prestar informa\u00e7\u00f5es sobre im\u00f3veis&#8221;, conta Julio Augusto Oliveira, do Siqueira Castro. &#8220;A Receita est\u00e1 cada vez mais municiada, muito bem aparelhada. E, ainda por cima, com medidas como a IN 1.277, transfere o \u00f4nus das rotinas para o contribuinte, na medida em que cabe a ele alimentar o site do \u00f3rg\u00e3o. Chama a aten\u00e7\u00e3o a sofistica\u00e7\u00e3o que vem conquistando.&#8221; Eduardo Martim do Nascimento, do Morad Advocacia, concorda: &#8220;A instru\u00e7\u00e3o faz parte do processo de reestrutura\u00e7\u00e3o do modelo de fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle da Receita&#8221;. As obriga\u00e7\u00f5es tradicionais, como DIPJ, &#8220;ser\u00e3o paulatinamente substitu\u00eddas pelo cruzamento de dados, aumentando a efic\u00e1cia da fiscaliza\u00e7\u00e3o e arrecandando mais, muito mais.&#8221; Por isso, al\u00e9m de observar o incremento nas dificuldades de pessoas e, principalmente, empresas, os especialistas veem na nova norma um sinal de que a Receita Federal fica com as garras cada vez mais afiadas. &#8220;O pior \u00e9 que a cria\u00e7\u00e3o desse novo controle parece ser um sinal de aumento da sanha da Receita Federal em desconsiderar os acordos internacionais de bitributa\u00e7\u00e3o dos quais o Brasil \u00e9 signat\u00e1rio&#8221;, analisa Eduardo Diamantino, s\u00f3cio do Diamantino Advogados Associados. &#8220;O que tem o MDIC a ver com varia\u00e7\u00f5es patrimoniais, cuja atribui\u00e7\u00e3o \u00e9 pr\u00f3pria do controle do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, e da Receita Federal?&#8221;, questiona Adonilson Franco, s\u00f3cio do Franco Advogados. &#8220;Se fosse para controlar as transa\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os com o exterior, deveriam ser computadas tamb\u00e9m aquelas que n\u00e3o geram varia\u00e7\u00f5es patrimoniais&#8221;, considera Adonilson Franco, s\u00f3cio do Franco Advogados. &#8220;Fica a\u00ed o alerta para mais um desvio no uso de informa\u00e7\u00f5es prestadas pelos cidad\u00e3os.&#8221; \u00a6 J.G.<br \/>\nhttp:\/\/www.sitecontabil.com.br\/noticias\/433.png<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 40% das empresas, tirando as enquadradas no Simples, ser\u00e3o afetadas Importar ou exportar servi\u00e7os, al\u00e9m de fazer a transfer\u00eancia de direitos de royalties, vai ficar mais dif\u00edcil. 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