{"id":1519,"date":"2012-07-18T14:21:57","date_gmt":"2012-07-18T17:21:57","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=1519"},"modified":"2012-07-18T14:21:57","modified_gmt":"2012-07-18T17:21:57","slug":"micro-e-pequenas-empresas-podem-ter-nova-contabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2012\/07\/micro-e-pequenas-empresas-podem-ter-nova-contabilidade\/","title":{"rendered":"Micro e pequenas empresas podem ter nova contabilidade"},"content":{"rendered":"<p>As grandes companhias brasileiras seguem o modelo completo de contabilidade padronizado pela Lei 11.638, de 2007. No entanto, muitas das pequenas e m\u00e9dias empresas (MPEs) ainda n\u00e3o conseguiram se adaptar aos padr\u00f5es exigidos<\/p>\n<p>Com o advento das normas internacionais, institu\u00edda em 2007 no Brasil, a International Financial Reporting Standards (IFRS) acabou mudando a cara da contabilidade no Pa\u00eds. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o dessas regras no Brasil, as institui\u00e7\u00f5es de grande porte j\u00e1 est\u00e3o praticamente todas modernizadas, por\u00e9m, as pequenas e m\u00e9dias empresas (MPEs) encontram dificuldades em se adaptar \u00e0 Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 1.255\/09 (NBC T 19.41), que trata exatamente dessa ado\u00e7\u00e3o por essas companhias. Os balan\u00e7os de aproximadamente 6 milh\u00f5es de MPEs j\u00e1 deveriam estar adaptados, desde 2010.<\/p>\n<p>Atendendo aos apelos das entidades federais que representam a classe cont\u00e1bil e empresarial no Brasil, o CFC criou um grupo de trabalho que estuda regras diferenciadas para as MPEs. &#8220;\u00c9 uma adapta\u00e7\u00e3o da IFRS e isso est\u00e1 sendo analisado&#8221;, explica o conselheiro da C\u00e2mara T\u00e9cnica do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), J\u00e1dson Ricarte, que acredita que, at\u00e9 o final de julho, o \u00f3rg\u00e3o dever\u00e1 ter uma solu\u00e7\u00e3o para o problema. Por\u00e9m, ele faz um alerta e avisa que, &#8220;t\u00e3o logo sejam definidas essas novas resolu\u00e7\u00f5es, a adapta\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser imediata&#8221;.<\/p>\n<p>A padroniza\u00e7\u00e3o mundial dos registros cont\u00e1beis tornou os balan\u00e7os mais transparentes e adequados a uma linguagem internacional. No entanto, o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional das Empresas de Servi\u00e7os Cont\u00e1beis e das Empresas de Assessoramento, Per\u00edcias, Informa\u00e7\u00f5es e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, critica o comportamento das MPEs que, segundo ele, nem chegam a fazer contabilidade, embora garanta que a cultura dos empres\u00e1rios com rela\u00e7\u00e3o a isso j\u00e1 esteja mudando. Pietrobon questionou junto ao CFC a exig\u00eancia da aplica\u00e7\u00e3o das regras \u00e0s empresas de pequeno porte j\u00e1 que, conforme ele, \u00e9 uma realidade a inexist\u00eancia de um sistema cont\u00e1bil adequado. &#8220;Para que aplicar as regras agora, se essas companhias n\u00e3o possuem aplica\u00e7\u00f5es em bolsa, nem s\u00e3o empresas de capital aberto&#8221;, argumenta o presidente, que espera uma resposta positiva do Conselho com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s altera\u00e7\u00f5es pleiteadas pelas entidades. &#8220;Estamos trabalhando para que haja mudan\u00e7as e as normas entrem gradativamente para que, daqui a dois anos, se possa atingir aos poucos todas as institui\u00e7\u00f5es&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Ricarte reconhece que as MPEs est\u00e3o com certa dificuldade, mas ele responsabiliza os pr\u00f3prios contadores por isso, e diz que eles fazem apenas o livro caixa dessas companhias. &#8220;Infelizmente, alguns colegas n\u00e3o fazem contabilidade como deveriam fazer&#8221;, argumenta. Segundo ele, a Receita Federal permite que as empresas integrantes do Simples, por exemplo, fa\u00e7am apenas a contabiliza\u00e7\u00e3o do que entra e sai. &#8220;Os colegas entendem ser mais f\u00e1cil fazer o livro caixa, mas isso n\u00e3o \u00e9 contabilidade&#8221;, critica. Para ele, a forma exigida pela RF \u00e9 mais dif\u00edcil do que aplicar as regras. Apesar disso, Ricarte diz que at\u00e9 mesmo o modelo da Receita \u00e9 feito por uma minoria de profissionais.<\/p>\n<p>Conforme o conselheiro, a fiscaliza\u00e7\u00e3o para que as empresas tenham contabilidade e dentro da lei \u00e9 miss\u00e3o dos conselhos regionais. Ele destaca que as normas internacionais mudaram muito pouco a contabilidade brasileira.<\/p>\n<p>&#8220;Mudou o julgamento da ess\u00eancia sobre a forma&#8221;, filosofa. Para ele, a IFRS melhorou os padr\u00f5es cont\u00e1beis e valorizou ainda mais a profiss\u00e3o. &#8220;Os colegas ainda n\u00e3o perceberam que n\u00e3o tem mais volta&#8221;, frisou. O conselheiro do CFC se diz particularmente contra uma nova modalidade cont\u00e1bil adaptada \u00e0s MPEs. &#8220;As nossas resolu\u00e7\u00f5es atendem plenamente a qualquer tipo de empresa. N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para se ter outra&#8221;, opinou. &#8220;Os contadores precisam deixar de serem darfistas, os que s\u00f3 fazem c\u00e1lculos tribut\u00e1rios para as Darfs&#8221;, desabafa. Ele acrescenta ainda que os colegas t\u00eam &#8220;pregui\u00e7a e n\u00e3o fazem o que precisa ser feito&#8221;. &#8220;Minha esperan\u00e7a \u00e9 que todas as empresas tenham contabilidade, pois \u00e9 uma ferramenta de gest\u00e3o que ajuda os empres\u00e1rios a decidir sobre os seus neg\u00f3cios&#8221;, finaliza.<\/p>\n<p>Contador prop\u00f5e maior proporcionalidade e flexibiliza\u00e7\u00e3o nas normas internacionais<\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o do IFRS pelo Brasil afeta diretamente os escrit\u00f3rios de contabilidade e os fornecedores de software de gest\u00e3o, que precisam ser adaptados ao novo modelo. As regras v\u00eam sendo implementadas desde 2008, mudando a rotina das empresas cont\u00e1beis e exigindo ainda mais dos profissionais do ramo.<\/p>\n<p>No entanto, a maioria dos pequenos e m\u00e9dios empres\u00e1rios est\u00e1 &#8220;esperneando&#8221; para cumprir as regras. Pelo menos essa \u00e9 a observa\u00e7\u00e3o do contador e vice-presidente de Gest\u00e3o do CRC-RS, Ant\u00f4nio Carlos de Castro Pal\u00e1cios. Em sua opini\u00e3o, deve haver proporcionalidade e flexibilidade na exig\u00eancia da aplica\u00e7\u00e3o das normas (NBC T 19.41).<\/p>\n<p>Segundo Pal\u00e1cios, essas companhias n\u00e3o possuem controles eficientes e h\u00e1 muitas mudan\u00e7as a serem observadas. No caso de leasing, por exemplo, ele explica que a contabilidade hoje \u00e9 classificada em despesa, mas com as novas regras ela passa para o imobilizado. &#8220;A Receita Federal n\u00e3o mudou as regras e essa flexibiliza\u00e7\u00e3o poderia continuar&#8221;, justifica o contador. &#8220;O Brasil se precipitou demais, mas agora a ficha est\u00e1 caindo&#8221;, diz.<\/p>\n<p>No escrit\u00f3rio de Pal\u00e1cios, grande parte das MPEs ainda n\u00e3o adotaram as normas e ele acha necess\u00e1rio implementar para que elas n\u00e3o fiquem inadimplentes.<\/p>\n<p>Mesmo que os prazos sejam prorrogados ou havendo mudan\u00e7as na normatiza\u00e7\u00e3o, o CRC-RS diz que os contadores precisam se preparar e, para isso, o Conselho vem oferecendo cursos e semin\u00e1rios para ajudar na dura tarefa dos profissionais.<\/p>\n<p>Pesquisa demonstra o descontentamento dos empres\u00e1rios<\/p>\n<p>Pesquisa realizada pela WK Sistemas, empresa l\u00edder no mercado de solu\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis e fiscais no Brasil, confirma a observa\u00e7\u00e3o dos profissionais da \u00e1rea. O estudo demonstrou que nem todas as empresas parecem estar satisfeitas com o prazo estipulado pelo CFC na resolu\u00e7\u00e3o 1.255\/2009. Das 398 pessoas consultadas, 65,1% defendem que as empresas precisam de mais tempo para se adaptar \u00e0s novas regras. J\u00e1 outros 46% acham que o novo sistema deveria vir acompanhado de a\u00e7\u00f5es do governo.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m revelou que nem todos concordam com a obrigatoriedade da implanta\u00e7\u00e3o, sendo que 15,7% dos entrevistados defendem que a ades\u00e3o deveria ser optativa, enquanto que 16,9% acham que deveriam ser obrigat\u00f3rias apenas para as grandes empresas.<\/p>\n<p>Os que acreditam que o IFRS deveria ser aplicado a todas as empresas, independentemente do porte, somam 50,3%. Outro dado apontado pela WK Sistemas \u00e9 que apenas 23,6% conhecem parcialmente a IFRS, 21,9% desconhecem completamente e 54,5% afirmaram conhecer superficialmente o assunto. Para 75,1%, os efeitos da implanta\u00e7\u00e3o do IFRS ser\u00e3o ben\u00e9ficos para a contabilidade das empresas, tornando os relat\u00f3rios padronizados.<br \/>\nPara 46,1%, este n\u00e3o \u00e9 o momento certo para a implanta\u00e7\u00e3o do IFRS, pois o governo deveria promover antes uma reforma tribut\u00e1ria. J\u00e1 para 34,8%, o assunto \u00e9 prioridade e est\u00e1 sendo implantado no momento certo. Outros 19,1% disseram-se sem argumentos para opinar.<\/p>\n<p>A contadora da WK Sistemas Graziele Fran\u00e7a entende a resist\u00eancia das empresas e dos colegas contadores, mas acredita que o pr\u00f3prio mercado come\u00e7ar\u00e1 a exigir que as MPEs estejam enquadradas, visto que a IFRS proporciona mais transpar\u00eancia e seguran\u00e7a. Ela explica que, ao realizar opera\u00e7\u00f5es financeiras, os bancos se sentir\u00e3o mais seguros em trabalhar com as companhias que estejam modernizadas e isso poder\u00e1 ser par\u00e2metros para tomada de empr\u00e9stimos, por exemplo.<\/p>\n<p>Segundo Graziele, a explica\u00e7\u00e3o para essa oposi\u00e7\u00e3o \u00e9 o desconhecimento, al\u00e9m da falta de infraestrutura das companhias. &#8220;Falta estudo e softwares adequados para tantas obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias&#8221;, justifica. Ela acredita que o aprofundamento \u00e9 fundamental para que a contabilidade brasileira possa estar finalmente padronizada.<\/p>\n<p>Conforme a especialista, no Brasil existem duas contabilidades, uma que atende ao fisco e outra ao sistema societ\u00e1rio, e essa realidade precisa ser modificada. Al\u00e9m disso, Graziele diz que n\u00e3o \u00e9 mais vi\u00e1vel a realiza\u00e7\u00e3o de fluxos de caixa em planilhas em Excel, e as empresas precisam se atualizar para melhorar seus controles de gest\u00e3o. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As grandes companhias brasileiras seguem o modelo completo de contabilidade padronizado pela Lei 11.638, de 2007. 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