{"id":1508,"date":"2012-07-17T13:40:59","date_gmt":"2012-07-17T16:40:59","guid":{"rendered":"http:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/?p=1508"},"modified":"2012-07-17T13:40:59","modified_gmt":"2012-07-17T16:40:59","slug":"executivos-preferem-ter-lucro-menor-em-troca-de-remuneracao-mais-segura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2012\/07\/executivos-preferem-ter-lucro-menor-em-troca-de-remuneracao-mais-segura\/","title":{"rendered":"Executivos preferem ter lucro menor em troca de remunera\u00e7\u00e3o mais segura"},"content":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO &#8211; Executivos preferem ter menor lucro em troca de remunera\u00e7\u00e3o mais segura. \u00c9 o que revela a pesquisa &#8220;Making executive pay work: the psychology of incentives&#8221;, realizada pela PwC em parceria com a LSE (London School Of Economics and Political Science), que entrevistou mais de 1.106 executivos de 43 pa\u00edses, sendo que 56 do Brasil.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m mostra que os profissionais da Am\u00e9rica Latina s\u00e3o os que mais aceitam pacotes arrojados. Entre os brasileiros, 35% dos executivos mostraram interesse em trocar um sal\u00e1rio fixo por um b\u00f4nus vari\u00e1vel, se ele for significativo. Mas essa disposi\u00e7\u00e3o se restringe apenas em situa\u00e7\u00f5es que a soma \u00e9 bem elevada e \u00e9 oferecida como um rendimento extra e n\u00e3o como sal\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os brit\u00e2nicos e os australianos, por outro lado, s\u00e3o os mais conservadores, com apenas 15% deles que aceitariam esse tipo de troca.<\/p>\n<p>Segundo o s\u00f3cio da PwC, Jo\u00e3o Lins, o resultado deixa em d\u00favida sobre a efic\u00e1cia dos incentivos de longo prazo, como os b\u00f4nus diferidos ou os planos baseados em a\u00e7\u00f5es. Apesar de defendidos por muitos acionistas, reguladores e \u00f3rg\u00e3os de governan\u00e7a corporativa como uma forma de influenciar o comportamento dos executivos, alguns incentivos n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o bem vistos por quem os recebem.<\/p>\n<p>Os profissionais tendem a utilizar uma taxa de desconto muito superior a de mercado na hora de calcular o valor presente do incentivo de longo prazo. &#8220;\u00c9 dif\u00edcil ver como uma remunera\u00e7\u00e3o que tem baixo valor na percep\u00e7\u00e3o dos executivos possa ter uma influ\u00eancia significativa na postura desses profissionais. Por isso, espera-se que a press\u00e3o por aumentos efetivos nos sal\u00e1rios seja cada vez maior&#8221;, afirma Lins.<\/p>\n<p>Cerca de dois ter\u00e7os dos executivos entrevistados afirmaram valorizar uma participa\u00e7\u00e3o nos lucros das companhas das quais fazem parte, mas menos da metade considera efetiva a maneira de como o incentivo \u00e9 oferecido. Os pa\u00edses que tiveram a melhor avalia\u00e7\u00e3o dessa bonifica\u00e7\u00e3o foram exatamente aqueles onde o b\u00f4nus possui um formato mais simples. Isso significa que o os benef\u00edcios de longo prazo se tornaram t\u00e3o complexos e vol\u00e1teis que j\u00e1 n\u00e3o motivam os profissionais.<\/p>\n<p>Remunera\u00e7\u00e3o<br \/>\nA maioria dos profissionais tamb\u00e9m aceitaria ganhar menos, em termos absolutos, se a quantia fosse maior que a recebida por seus pares. Somente um quarto aceitaria um sal\u00e1rio maior em termos absolutos, mas inferior aos outros profissionais da mesma posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os entrevistados tamb\u00e9m ressaltaram que estariam dispostos em abrir m\u00e3o, em m\u00e9dia, de at\u00e9 28% dos seus sal\u00e1rios para terem o emprego dos sonhos. Nesse quesito, os resultados se apresentaram altos em todo mundo; o menor corte aceito foi o proposto pelos executivos indianos, com 24%, e o maior partiu dos norte-americanos, com 35%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO &#8211; Executivos preferem ter menor lucro em troca de remunera\u00e7\u00e3o mais segura. \u00c9 o que revela a pesquisa &#8220;Making executive pay work: the psychology of incentives&#8221;, realizada pela PwC em parceria com a LSE (London School Of Economics and Political Science), que entrevistou mais de 1.106 executivos de 43 pa\u00edses, sendo que 56 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false,"jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p28224-ok","jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1826,"url":"https:\/\/escritacontabilidade.adv.br\/blog\/2012\/08\/formalizacao-faz-microempreendedores-faturarem-mais\/","url_meta":{"origin":1508,"position":0},"title":"Formaliza\u00e7\u00e3o faz microempreendedores faturarem mais","author":"Clayton Teles das Merces","date":"20 agosto 2012","format":false,"excerpt":"Dos dez primeiros empres\u00e1rios do Estado de S\u00e3o Paulo que viraram empreendedores individuais, oito continuam a tocar um neg\u00f3cio pr\u00f3prio formalizados. 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